Aos poucos vai se tornando mais recompensador ir ao Olímpico. Ver o time jogando com volume, sendo garfado pela péssima arbitragem, levando susto do adversário e, mesmo assim, metendo 3×0, é redentor pra alma dos Gremistas.
O Votoraty não é um time de tradição, não merecia ser temido pelo Grêmio mas conseguiu nos dar bons sustos. É um time que apesar de mediano, sabia jogar com a bola no chão e era muito eficiente taticamente. Tanto que viram a avenida aberta no setor esquerdo do Grêmio e começaram a jogar nas costas do Fábio Santos que joga uma partida bem e 10 mal.
Mesmo assim, o Grêmio cumpriu com o dever de vencer a partida. Como disse o Cacalo no Sala de Redação ontem, o mínimo que se esperava do Grêmio era que fizesse 3×0. O time ouviu, Silas organizou o time e fizemos o dever de casa.
Rodrigo é o novo xerife Tricolor. Créditos do Grêmio Libertador.
Conversando com o “Seu Jacques”, profundo conhecedor de futebol e pai da Talita, ele me disse algo que não tinha me dado por conta: hoje a espinha dorsal do Grêmio está consolidada e é por isso que o time está nessa crescente de vitórias. Temos um excelente goleiro, uma dupla de zaga que ganhou e muito com a chegada de Rodrigo, o novo xerife da área com a ajuda do excelente Mário Fernandes. Na direita temos Edílson que vem se firmando e mostrando um futebol honesto. Não é nenhum Arce (pelo menos ainda) mas faz Patrícios, Paulos Sérgios e Joílsons serem apenas personagens de um pesadelo do qual conseguimos acordar. Na meia cancha temos nosso brucutu Ferdinando. Não é bom jogador mas também não é um jogador ruim. Desde que o gordo Rochemback saiu do time, seu futebol e posicionamento evoluíram. Na articulação o excelente Douglas e no ataque Magic Borges e o Jonas que, bem ou mal, está em um período bom (e atípico) da carreira. Que continue assim.
Agora, o foco é o Ruralito. Vamos subir a serra para pegar o Juventude que já foi um clube grande. Hoje é apenas um time esgualepado tentando se reerguer da queda pra Série C.
Vamos seguir copando pois essa será nossa sina em 2010. E que os Deuses do Futebol estejam do nosso lado!
COPAREMOS!!!
PS: pelo que percebi do jogo ontem, esse Votoraty é melhor que o Cerro do Uruguai. Estaria quase no nível de um Caxias.
PS2: podem mudar técnico, comissão técnica, presidente dos morangos, etc. Só não podem tirar o Frango Abbondanzieri do gol…
PS3: derrota total da torcida vibrar com a lesão de William. Não precisamos destes corneteiros. Quer ficar vaiando? Vai ver jogo no Pay Per View então!
Victor; Edilson, Rodrigo (Ozéia), Rafael Marques e Fábio Santos; Ferdinando (Fábio Rochemback), Willian Magrão, Maylson e Mithyuê (Bergson); Jonas e William.
Técnico: Silas
ESPORTIVO
Caio; Onildo, Fábio Fidéllis e William; Róbson, Salini (Flaviano), Matehus, Yuri (Pepe) e Rodrigo Ítalo; Cristiano Tiririca (Terrão) e Rafael Santiago.
Técnico: Leandro Machado.
Gols:
Grêmio: William Magrão (11min/1ºT), Maylson (12min/2ºT)
Já se passaram 49 jogos no Olímpico sem derrotas. Este é um marco importante para nosso Grêmio. Até parece um pacto por vitórias em homenagem ao nosso velho e bom Olímpico Monumental no excelente post do não menos excelente Bonatto, no blog do Minwer no GE.com.
Mas indo ao que interessa, este jogo foi um tanto atípico, pelo menos pra mim. Foi a primeira vez em quase 20 anos de Monumental que assisti a um jogo dos camarotes, graças ao TiagoR do Grêmio Libertador e pessoal da SLM/Ogilvy, agência de publicidade do Grêmio. Como disse o Snel que estava lá junto, “parabéns aos envolvidos”.
Estar nos camarotes me fez tirar ao vivo a prova dos 9 em relação às especulações sobre a ida do Mário Fernandes pra Inter de Milão. O camarote ao lado é o do Jorge Machado e o pessoal da Inter estava lá assistindo o jogo e pedindo informações do guri a toda hora em uma mistura de italiano com portunhol pouco compreensível. Se as coisas continuarem neste ritmo, em breve nossa maior revelação nos últimos 2 anos pode estar nos deixando. Uma pena.
Quanto ao jogo, vi um Grêmio melhor organizado taticamente. Os passes começam a acontecer com mais velocidade e naturalidade, principalmente por causa do Douglas. Ele é realmente um excelente articulador e tem dado mais consistência para a área de criação do time. Na defesa, Mário e Rodrigo têm mostrado entrosamento e, ao contrário do início do ano, não estou mais tão preocupado com nosso setor defensivo. Claro, ainda carece de melhoras mas, comparado à peneira que estava antes, melhoramos e muito.
Algumas outras constatações são as de que Maylson (filho do seu Mayl) tem que ser titular sim. E já pinta como goleador também. Victor é Victor e não há o que se comentar, ainda mais depois do pênalti defendido. Pouco teve o que fazer no gol do Nóia mas ele não tem culpa pois tem todos os créditos. William fez o segundo gol mas ainda está aquém da performance de um atacante Gremista. Já Mithyuê está cada vez mais mostrando maturidade e levantando o ataque. Jonas (pra mim um eterno bom reserva) é um sujeito engraçado: consegue fazer gols impossíveis e erra os mais fáceis. Ele teve 2 oportunidades claríssimas de gol contra o Nóia e não converteu. E toda vez que ele perde um gol, parece que o adversário ganha mais força para nos atacar. Ele precisa ser mais efetivo nas conclusões.
Mesmo jogando bem, o Grêmio mais uma vez fez algo que não gosto que foi burocratizar o jogo quando viu que o resultado estava quase consolidado. O Nóia que não é bobo, foi pra cima e deu um calor no nosso time que estava apenas administrando o resultado. E foi desta maneira que fizeram um gol quase no fim do jogo. É interessante não “amorcegar” o jogo só porque se está ganhando, pra não dar ao adversário a ilusão se que ainda pode tentar uma virada. Mas de um modo geral, Silas está começando a mostrar os frutos de seu trabalho. Ponto pra ele que resolveu escutar um pouco aos pedidos da torcida, ao invés de utilizar a máxima de que “quem manda no vestiário sou eu”.
Domingão, o Esportivo vem jogar uma Copa do Mundo contra nós, visando sua classificação e fuga do rebaixamento. Será nossa chance de chegar ao 50º jogo sem derrota no Monumental. Vamos que vamos!!!
Dia 11/07 tem festa
Os blogs integrantes do Blogrêmio colocaram esta chamada durante a semana, pois Carlos Simon anunciou que vai se aposentar depois da Copa do Mundo. Como a Copa termina dia 11/07, resolvemos fazer uma contagem regressiva para este que será um grande momento para a torcida Gremista. O contador pode ser visto no menu à direita do APB e também nos outros blogs participantes do Blogrêmio.
Afinal de contas, um momento sublime como este deve ser devidamente lembrado para a satisfação de todos nós Gremistas!
Mudanças no blog
Gostaríamos de informar que o Thiago Ene e a Adri Barcellos não vão mais escrever posts para o APB. Eles decidiram sair esta semana por motivos pessoais. Mas isso não quer dizer que sejam menos Gremistas. Mas de vez em quando mudanças aontecem. Gostaríamos de agradecer a eles pelas contribuições sempre pontuais e com muito bom humor.
GRÊMIO
Victor; Edilson, Mário Fernandes (Rafael Marques), Rodrigo e Fábio Santos; Ferdinando, Adilson (Willian Magrão), Maylson e Douglas; Jonas e William (Mithyuê).
Técnico: Silas
NOVO HAMBURGO
Juninho; Micael (Maiquel), Edson Borges e Claudio Luiz; Chicão (Kempes), Emerson, Márcio Hahn, Preto e Paulinho; Edimar e Gustavo Papa (Juba).
Técnico: Gilmar Iser
Gols:
Grêmio: Maylson (5min/1ºT); William (18min/1ºT) Novo Hamburgo: Kempes (42min/2ºT)
Cartões amarelos:
Grêmio: Mário Fernandes e Adílson Novo Hamburgo: Márcio Hahn e Émerson
Árbitro: Fabrício Neves Corrêa Assistentes: José Antônio Chaves Franco Filho e Tatiana Jacques de Freitas
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre Data: quinta-feira, 25 de março de 2010
Domingo passado, ao sair do Olímpico após mais um jogo com vitória, comentei com amigos que algo vinha me incomodando. O fato é que eu estava saindo triste, descontente e desconfiada de todos os jogos do Grêmio em casa. O que aconteceu hoje não foi muito diferente, embora eu não possa deixar de admitir que houve evolução em alguns pontos. Começando pela defesa, hoje foi a segunda partida desde o começo da temporada na qual não levamos gol. Além disso, apesar de não termos levado gol do Novo Hamburgo, houve pressão, com o Victor salvando (como sempre). Mas o fato a comemorar é que hoje o nosso arqueiro foi um mero coadjuvante da partida. Ok, o adversário era o modesto Inter-SM, mas ultimamente nossos adversários também eram fracos e mesmo assim estávamos tomando gols e pressão. Então, acredito que sim, devemos valorizar nossa evolução defensiva.
O jogo de hoje também serviu para confirmar que os guris estão pedindo passagem no time do Silas. Foi preciso o Hugo se machucar para o nosso treinador escalar o Maylson ao lado do Douglas (que mais uma vez teve boa atuação). O guri, que já havia ido bem em outras oportunidades, foi o destaque do jogo, marcando os dois primeiros gols da vitória tricolor de 3×0.
O terceiro gol foi marcado por Fernando em boa jogada do Mithyuê (ambos haviam ingressado no 2º tempo nos lugares de Maylson e William, respectivamente). Aliás, a entrada desses jogadores confirma a tese de que devemos aproveitar mais esses guris oriundos das categorias de base. Eles foram bem no jogo de hoje, principalmente Mithyuê, que deu movimentação ao ataque tricolor. Não que seja muito difícil dar mais movimentação do que o William “cone”, mas não dá para entender a escalação desse jogador, mesmo com a lesão do goleador Borges.
Enfim, foi um jogo que não chegou a empolgar o torcedor, mas controlamos o adversário, não corremos riscocs em momento algum e fizemos um placar elástico. Houve, sim, evolução e a maior prova disso é que ao final da partida, ao ouvir o apito do juiz, foi uma das primeiras vezes que não ouvi vaias ou contestações nas Sociais do Olímpico. Que continue assim, com o time em constante evolução.
SERVIÇO DA PARTIDA
GRÊMIO
Victor; Edílson, Mário Fernandes, Rodrigo e Fábio Santos; Ferdinando, Adilson, Maylson (Fernando) e Douglas; Jonas (Bergson) e William (Mithyuê).
Técnico: Silas
INTER-SM
César; Djair, Sananduva e Juliano; Xande (Paulo César), Cleitão, Elias (Maurício Medeiros), Pio, Anderson Cruz e Júlio Cézar (Bruno); Dudu
Técnico: Bagé
Data: 14/03/2010. Gols: No primeiro tempo, Maylson, aos 40 minutos. No segundo, Maylson, aos 29 e Fernando, aos 43. Cartões amarelos: Djair, Júlio Cézar, Cleitão, Paulo César (I), Douglas (G). Arbitragem: Vinícius Costa, auxiliado por Anderson da Silveira Farias e Júlio César dos Santos. Público: 10.936 (9.651 pagantes). Renda: R$ 132.375,50. Local: Estádio Olímpico
PRÓXIMO JOGO
VOTORATY X GRÊMIO, pela Copa do Brasil, no Estádio Domênico Paolo Mettidieri, em Votorantim-SP. 17/03/2010 (quarta-feira) às 15h30.
Todos nós sabemos desde que o mundo é redondo e se joga futebol que são os resultados que importam. O que fica, afinal de contas, marcado na história são os títulos, recordes, artilheiros. Isso é a história, é o que vai ser lembrado. Pois bem, Nando Gross em seu twitter (@nandogross) no dia 8 de março mostrou o aproveitamento de Silas desde que assumiu o comando do Grêmio: 14 jogos. 11 vitórias, 2 empates e 1 derrota. aproveitamento de 83,3%.
Analisando friamente estes números é um excelente aproveitamento, convenhamos. Ninguém é louco de dizer que é pouco ou insuficiente. Nos coloca na cabeça do Brasileiro sem ninguém chegar perto (Cruzeiro venceu com 72,5% em 2003 e ano passado, o Flamengo sagrou-se campeão com apenas 58%)
Mas então o que é alvo de tanta crítica, inclusive minha, dessa comissão?
Primeiro: o que fica na história são os títulos, são os números. Mas alguém aqui é capaz de esquecer o campeonato brasileiro de 2005 que houve aquele vergonhoso esquema da arbitragem? Teoricamente o campeão seria o time da beira lago, mas o que ficou na história do futebol foi o titulo do Corinthians e a amargura para os “Campeões morais”, titulo que nem na sala do contestável campeão de tudo a gente encontra.
Alguém esquece a final da Libertadores de 1995 com o título? A final do mundial que perdemos para o Ajax?
Alguém teria coragem de dizer que um jogo que ganhamos com um gol anulado ou impedido sobre um rival importante (como o gol contra oSão Paulo no Brasileiro de 2008) não tem um gostinho até melhor do que se fosse uma goleada?
As vitórias marcam sim. Agora time bom, time convincente fica na história. Mesmo que nao ganhe. A Seleção Brasileira de 1980 não me deixa mentir.
fonte: blog Gremio 1903
Ai que está, Sr. Silas. o time ganha, mas não convence, não empolga. Mesmo que ganhe ou perca. Não importa os números se não há tranquilidade e confiança que este time apresentado é de fato um time com características e pinta de campeão. A sensação é que os outros times estão realmente mais fracos ou menos motivados ainda, e não que o Grêmio está bem. A torcida pede mudanças, a imprensa cutuca. Para o torcedor tricolor e nada adianta levantar a Taça (ok, excluindo o momento da Taça Pedalado) e o time não convencer. Não adianta sofrer para ganhar de 1 a 0 de um time tecnicamente muito inferior. Não importa se o time não está completo. Não importa correr o campo inteiro se não há o comando sobre a posse de bola, se as jogadas não são construídas na base de boas jogadas e treinos. Não importa quem jogue, desde que haja emprenho, garra, força e vontade. O time campeão da série B era fraco tecnicamente, todos sabem. Eles sabiam. Mas eles lotavam os jogos, tinham total apoio da torcida. E se classificou apertado para o quadrangular final. Mano era exaltado. Em 2008, mesmo com Celso Roth sendo vaiado, o time era apoiado.
Alguma coisa está faltando pro Grêmio hoje. Cadê o brilho? Cadê o orgulho de vestir a camiseta tricolor? Tá certo, muito vão dizer que do jeito que está não tem como ter orgulho (essa discussão fica pro ótimo post do Edu aqui). Mas o escudo é o mesmo. A responsabilidade, enorme.
O que eu como torcedora quero é me convencer. É ver e acreditar no time. É ter uma convicção que essa nuvem vai passar, que é tudo uma fase. Que o Estádio vai voltar a lotar não porque o Grêmio está vencendo, mas porque dá orgulho e vontade de ver esse time jogar, como antigamente.
Apesar dos trocadilhos até certo ponto sem graça de que o Grêmio enfrentaria um vestibular ontem, o jogo era uma oportunidade extremamente viável de promover uma “recuperação” no Gauchão. Sim, “recuperação” com aspas mesmo pois, um time que já estava classificado e líder do seu grupo estar sob pressão, só mesmo na cabeça de quem anda com a corneta pendurada no pescoço, pronta para entrar em ação.
Vamos lá, não vínhamos empolgando e precisávamos de um sinal de qualidade para poder estrear um pouco mais tranquilos na Copa do Brasil esta semana contra o Araguaia em Rondonópolis. Sinal este de qualidade que veio com a estreia de Douglas. Para as viúvas que ainda choram por Tcheco, ele mostrou que toda essa saudade que temos de um articulador está com os dias contados. Douglas manja do negócio, conhece o riscado e ainda por cima, sabe lançar e cobrar faltas como não se via desde que Tcheco foi embora. Outro plus a mais é que, ao contrário de Tcheco, Douglas procurou o jogo e conseguiu articular muitas jogadas, inclusive marcando parcialmente um gol do Grêmio, que acabou sendo dado como gol contra da Ulbra Universidade.
Outra boa notícia foi a estreia de Rochemback com a camiseta do Grêmio. Ele jogou bem, deu proteção atrás, avançou com qualidade. Mas, como em toda estreia, sentiu o impacto e cansou no segundo tempo. Mesmo assim, teve uma boa apresentação desta vez. Ótimo ver o William Magrão de novo em campo. Mais um sinal de que ainda há esperança de termos novamente uma meia cancha de qualidade no Grêmio.
Pra completar, Borges vem mostrando que foi uma aquisição acertada por parte do Grêmio. Marcou três vezes. Jonas também deixou o dele, de peito. Se aquele lance foi de propósito ou não, é uma incógnita. Mas o gol valeu e é isso que realmente importa.
Borges e Jonas seguem guardando gols. Foto: globoesporte.com
Silas conseguiu montar um time mais compactado jogando no 4-4-2. Esta formação com Maylson e Douglas deu a consistência necessária para um meio de campo ofensivo, porém sem deixar muitas brechas para contra ataques. A quem já estava tentando tirar Silas do Grêmio, terão de esperar mais um pouco. Com as peças certas ele consegue fazer um time jogar bem (assim como qualquer outro treinador). O fato é que, aos poucos, Silas está começando a moldar o time e o esquema que serão fundamentais para que o Grêmio conquiste títulos este ano. Ainda dá pra se dizer que Silas está fazendo laboratórios com o time e, apesar do GREnal, não estamos tão mal quanto diziam, da mesma forma que, na beira do lago, não estão tão bem quanto dizem.
Agora é só pensar no Araguaia. Evidentemente – já diria o Meira -, o objetivo é ganhar com mais de dois gols de diferença e evitar o jogo de volta. Mas como quem morre de véspera é peru, vamos aguardar até quarta-feira e ver como o Imortal irá se sair no seu primeiro compromisso rumo ao penta. Vamos seguir torcendo pois a Copa é nosso atalho mais curto para La Copa.
Campeonato Gaúcho 2010 Taça Fernando Carvalho – 7ª rodada
Universidade 1 x 5 Grêmio
Local: Complexo Esportivo da Ulbra, em Canoas (RS)
Data: domingo, 7 de fevereiro de 2010
Árbitro: Leonardo Gaciba
Assistentes: Alexandre Kleiniche e José Inácio de Souza
Cartões amarelos:
Grêmio – Douglas e Ferdinando
Gols:
Universidade – Coelho (26min/2°T)
Grêmio - Borges (11min/1°T, 36min/1°T e 36min/2°T), Jonas (50seg/2°T) e George (contra 9min/2°T)
UNIVERSIDADE
Spada; Thiago Junio, Marquem e Rodolfo (George); Anderson, Doriva, Marcos Tora (Coelho), Jé e Cleiton (Preto); Leandro Rodrigues e Leo Dias.
Técnico: Lorival Santos
GRÊMIO Victor; Mário Fernandes, Rafael Marques, Maurício e Lúcio; Ferdinando (Willian Magrão), Rochemback, Maylson e Douglas (Mithyuê); Jonas (Bergson) e Borges
Técnico: Silas
Hoje vou deixar o pós jogo para nosso amigo e colaborador Rafael Souza que me mandou uma análise bem completa da partida contra o Santa Cruz. Aproveitem!
***
Mais uma vitória. Outra vitória de virada, com muitas dificuldades (a maioria se repetindo desde o primeiro jogo), mas num jogo que trouxe ao torcedor do Grêmio muitas novidades, algumas lembranças e uma dose extra de esperança para o restante da competição.
O técnico Silas evidentemente utilizou este jogo para testar suas idéias de formação de equipe no esquema 3-5-2 e logo de início já fui supreendido quando vi a escalação de Joilson, que até o mês passado constava na lista de dispensas. Acho que o restante do time fechou mais ou menos com aquilo que se especulava: Victor; Mario, Maurício e Rafael; Ferdinando, Fernando, Fabio, Joilson e Maylson; Jonas e Borges.
Para fazer justiça com os jogadores do Grêmio, preciso lembrar que o jogo ocorreu no Estádio dos Platanos, num campo aparentemente bem menor que o Olímpico e com gramado irregular. Apesar não ser desculpa para derrota de nenhum time grande, as dimensões do campo dificultam muito quando a equipe adversária resolve se fechar e jogar no contra-ataque, e foi exatamente isso que o Santa Cruz fez. Com esta estratégia, o Santa abriu o placar, mas não resistiu a insistência do Grêmio e sofreu a virada: 1×2.
A defesa do Grêmio, ontem formada por Mario, Mauricio e Rafael, ainda sofre muito com contra-ataques, principalmente aqueles originados de cruzamentos vindos do campo de defesa em direção as laterais. Um pouco deve-se ao mau posicionamento dos zagueiros (que jogam adiantados), mas também a má marcação dos volantes e alas. Nos contra-ataques podemos perceber a linha de zagueiros correndo de um lado para o outro, enquanto os volantes voltam correndo desesperadamente e atrasados. Numa falha de marcação veio o chute de fora da área (um dos vários) e o gol do Santa. Victor falhou miseravelmente. Percebe-se no replay que ele caminhava lentamente quando viu a bola ser chutada, então tentou reagir, mas era tarde… Ele tem crédito. Santa 1 x 0 Grêmio. Outra vez saindo atrás no placar.
A ausência de Souza e Hugo faziam com que o meio utilizasse o armador para cadenciar o jogo e criar jogadas, deixando o ataque bem mais lento, mas permitindo que os alas participassem mais das jogadas. Os volantes Fernando e Ferdinando fazem o feijão com arroz e deixam a bola nos pés de quem tem mais habilidade. Fabio Santos deveria ser um deles, mas erra demais. Joilson, pelo outro lado, foi melhor, mas também é tecnicamente muito fraco e peca no acabamento das jogadas ofensivas. Para cobrir a improdutividade dos alas, Mario Fernandes passou o jogo todo saindo da zaga e agindo como ala. Essa atitude (um pouco irresponsável) atrapalhou o posicionamento do Joilson e deixou brechas enormes na lateral direita defensiva, mas proporcionou a melhor opção de tabelamento com os meias e atacantes. Ao final da partida podíamos ver Joilson trocando passes laterais com a defesa, lá atrás, numa mudança franca e dinâmica de posições com o Mario. E mais tarde, quando Lúcio entrou no jogo, a ala esquerda foi resolvida, num feliz deja vu daquela Libertadores 2007. Com belas arrancadas, cruzamentos e muita disposição. O cara parece que praticamente readquiriu a titularidade no Grêmio.
Sou daqueles que jamais abre mão de um jogador que saiba ver o jogo, pensar e armar com lucidez. Por isso gostei da opção inicial por Maylson, que entre os meias disponíveis é aquele que se parecia mais com um armador. Porém, falta nele a qualidade do último passe e arremate de maior qualidade. Não é atoa que foi substituído pelo ótimo Mythiuê. E este garoto entrou, driblou, movimentou-se por ambos os lados do campo, apoiou os atacantes, cadenciou o jogo procurando por opções e mostrou a habilidade que todos nós queremos no camisa 10 gremista. Este promete!
Ah, o que dizer sobre o ataque do Grêmio… Nele está hoje a admiração que eu tinha sobre a defesa ontem. Jonas passou quase o jogo inteiro esperando por uma bola no pé que não vinha, então acabava voltando até a intermediária para buscar a bola e tentar armar uma jogada. Ele já parece um pouco dependente do apoio de Souza e Hugo. Porém num lance isolado, Jonas armou para si mesmo, deu um chapéu digno de craque no zagueiro, progrediu e marcou um lindo gol. Era o empate: 1×1. Parece que cada vez mais o Grêmio é Jonas e mais dez. Mas para que o ataque fechasse com chave de ouro, Borges, num pivô clássico e repetindo o lance do jogo contra o Pelotas, resolveu a partida girando e batendo forte: 1×2.
Prefiro observar o jogo com o olhar do Silas, ou seja, admirando as opções, analisando a produtividade individual e coletiva. Porém o treinador ainda precisa anotar os erros em negrito, e utilizá-los sabiamento durante um esporro de início de treino, afinal, o Gre-nal vem ai ele não quer repetir Celso Roth, priorizando o amanhã, enquanto o clássico lhe rouba o emprego. O tempo passa e o time sequer tem formação e escalação definidas e ainda há jogadores para estrear. Agiliza a coisa ai, ô Silas…
Pontos positivos individuais: Mythiuê, Lúcio, Jonas e Borges. Pontos positivos coletivos: o meio campo também funciona com armadores e menos velocidade nas triangulações; o esquema 3-5-2 foi aprovado com pequenas resalvas; alas passaram a apoiar mais.
Pontos negativos individuais: Fábio Santos e… tá bom, Joilson. Pontos negativos coletivos: a defesa ainda está muito perdida nos contra-ataques; os volantes não participam tanto quanto deveriam; o meio não mostra criatividade na armação.
NOTAS (relativas exclusivamente a atuação neste jogo, variando de 1 a 10)
Victor: Falhou no gol – 6 Mario Fernandes: Ótimo no apoio, mas neste jogo devia ser zagueiro – 6 Rafael Marques: Discreto, não comprometeu – 6 Mauricio: Também discreto e certamente menos que Léo, bem menos – 5 Fabio Santos: Bem na defesa, muito pouco no ataque – 4 Joilson: Fez seu papel, não comprometeu e foi prejudicado pelo Mario – 6 Lúcio: Velocidade e ataque efetivo pela lateral. Muito melhor que o seu titular – 7 Ferdinando: Um volante qualquer. Mal na marcação – 5 Fernando: Bom volante, simples, mas também displicente na ajuda aos alas e zagueiros – 5 Maylson: Muito bem ao cadenciar o jogo, mas muito mal na armação e na conclusão – 5 Mythiuê: Armou, se movimentou, atacou e me fez esquecer do Maylson – 7 Borges: Fez bem o papel de pivô, perdeu gols fáceis, mas deixou o dele – 8 Jonas: Não foi ajudado pelos meias. Armou para si mesmo e fez um golaço – 8 Rochemback: Jogou pouco tempo – Sem nota.
Silas: Fez o certo, entrou com 3-5-2. Escalou o misto que melhor lhe permitia observar quem pouco jogou e quando percebeu a dificuldade no jogo soube arrumar o time. Manter Jonas e Borges foi uma sábia decisão, pois para estes não há reservas – 9
OBS: Comentar um jogo assistindo pela televisão e com a câmera posicionada quase no alambrado é o fim da picada. Na próxima eu vou a Santa Cruz!
***
Ficha Técnica:
Gauchão
Taça Fernando Carvalho – 4ª rodada Santa Cruz 1 x 2 Grêmio
SANTA CRUZ
Cássio; Simônio, Ronan (Vinicius) e Glauber; Fabiano, Breno, Willian Paulista, Cleber Oliveira (Adílson), Éder Lazzari e Rigo; Evilásio (Murilo). Técnico: Tonho Gil
GRÊMIO
Victor; Mário Fernandes, Maurício e Rafael Marques; Joílson, Fernando, Ferdinando, Maylson (Mithyuê) e Fabio Santos (Lúcio); Jonas (Fábio Rochemback) e Borges. Técnico: Silas
Gols:
Santa Cruz – Evilásio (23min/1ºT) Grêmio – Jonas (34min/2ºT) e Borges (45min/2ºT)
Cartões Amarelos:
Santa Cruz – Fabiano, Rigo, Breno, Cássio e Vinicius Grêmio – Victor e Fernando
Árbitro: Jean Pierre Lima Assistentes: José Franco Filho e Carlos Selbach Local: Estádio dos Plátanos, em Santa Cruz do Sul Data: quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Após um incômodo jejum de jogos no Monumental, eis que recomeça mais um ano de alento dentro dos nossos domínios. Este foi o típico jogo para matar a curiosidade sobre como joga este Grêmio versão 2010.
Embora tenha sido apenas o segundo jogo do time, podemos já tirar as seguintes conclusões:
O time está voando. Não é a toa que uma das melhores contratações do Grêmio pra esta temporada foi a da família Paixão.
Estamos finalmente fazendo gols oriundos dos atacantes, coisa que não se via muito frequentemente no Grêmio havia uns anos.
Ter apenas um volante faz a gente tomar gol até do Caxias.
O ataque foi consertado. Agora, o problema é a defesa.
Falando em defesa, não sei se o Réver ainda está fora de ritmo. Mas suas atuações nos dois jogos têm sido preocupantes. Aliás, o sistema defensivo como um todo parece ainda estar de férias. Muito pode ser explicado pelo esquema de jogo proposto pelo Silas contando apenas com o Adilson na proteção da zaga. Mesmo assim, em lances relativamente fáceis, deu pra ver que ainda não há confiança o suficiente por parte dos defensores. Ferdinando agradou na direita, embora deixasse uma avenida para o Caxias (foi assim no segundo gol do time da Serra). Fora isso, gostei do futebol reto e sem firulas do cara. Na lateral esquerda, Fabio Santos voltou a sofrer o pênalti da turma do amendoim. Não fez uma apresentação de gala mesmo. Mas tomar vaia no segundo jogo é muita corneta! Tem gente que não aprende mesmo. Lúcio foi perfeito no jogo. É meu titular para a lateral esquerda, sem sombra de dúvidas. Aguardamos a volta de Mário, Maurício e Henrique do DM e esperamos que o Rochemback estreie este ano.
Jonas comemora o terceiro gol do jogo. Fonte: Final Sports
Em relação ao ataque Gremista, este está arrasador. Digo com muita certeza que este é um dos ataques mais rápidos que o Grêmio já teve. A qualidade e visão de jogo de Leandro, Souza, Hugo e Borges são dignas de louvor. Jonas tem se mostrado uma grata surpresa. Fez jogadas individuais que deixaram a galera nas tribunas de boca aberta. Nem parecia o Jonas do ano passado. Tanto parte da torcida quanto imprensa acham que o time é Jonas mais 10. Eu não. Pra mim, Jonas ainda é uma ótima opção. Mas não unanimidade. Precisa mostrar mais regularidade pra justificar todo este frenesi, principalmente por parte da imprensa vermelha*. No mais, Leandro está se achando e comeu a bola. Borges é Borges. Sem comentários!
Resumindo a ópera, o placar foi justo levando-se em consideração o que foi apresentado. Há potencial neste time, não há como negar. Agora com a chegada de Douglas, Silas terá um enorme problema para escalar o time do meio pra frente. Se irá disputar vaga com Hugo ou Souza, não sei. Mas será uma briga boa pois estes dois andam jogando uma barbaridade.
O Grêmio 2010 é, na prática, tudo que Autuori falava na teoria mas nunca soube aplicar. É também um time de pegada, coisa que sempre esperamos em se tratando de Grêmio. A torcida está otimista mas as engrenagens estão sendo ajustadas. Vamos aguardar para ver até onde este time vai.
***
Sou obrigado a reconhecer que o Meira evidentemente está fazendo um bom trabalho. Trouxe jogadores que têm qualidade e, se continuarem mostrando o bom futebol até agora apresentado, evidentemente teremos muitas alegrias neste ano. Agora, é evidente que precisamos qualificar ainda mais o time. Precisamos, quem sabe de um xerifão na zaga. De preferência uruguaio ou argentino porra louca que possa dar esporro em todo mundo e deixar os atacantes adversários com medo de chegar na nossa área. Evidentemente, Meira está trabalhando nisso. Mesmo que não tenhamos alguma novidade, sabemos que podemos dar crédito ao Meira, embora ele saiba que sempre será cobrado pela torcida, pois queremos muito um time campeão. Evidentemente…
*Espero que nenhum setorista se revolte com minha menção à imprensa vermelha. Caso haja revolta, bem… Somos Gremistas e pensamos assim. Não gostou? Não leia o blog…
Gauchão Taça Fernando Carvalho – 2ª rodada
Grêmio 3 x 2 Caxias
GRÊMIO
Victor; Ferdinando, Rafael Marques, Réver e Fábio Santos (Lúcio); Adilson, Souza, Hugo (Túlio) e Leandro; Borges e Jonas (Maylson).
Técnico: Silas
CAXIAS
Ricardo; Alisson, Anderson Bill, Tiago Salleti e Ismael (Caçapa); Marcos Rogério (Mauro), Itaqui, Marcelo Costa e Lê (Edenílson); Éverton e Cristian Borja.
Técnico: Julinho Camargo
Gols:
Grêmio – Borges (28min/1ºT), Anderson Bill (contra, 16min/2ºT), Jonas (24min/2ºT) Caxias – Marcelo Costa (19min/1ºT); Éverton (22min/2ºT)
Cartões amarelos:
Grêmio – Adílson, Lúcio Caxias – Cristian Borja, Ricardo, Marcelo Costa, Marcos Rogério
Árbitro: Carlos Simon Assistentes: Marcelo Barison e Alduino Mocelin
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS) Data: quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Público total: 15.230 Renda: R$ 323.644
** Em função do Pós jogo ter saído justamente em uma sexta-feira, não teremos hoje a Semana do Grêmio.
Souza e Maxi López comemoram o segundo gol gremista.
Foi um jogo digno de Grêmio x Palmeiras. Briga, raça, polêmica e, como sempre, vitória do Grêmio. O tricolor dominou a partida desde os primeiros instantes em uma noite inspirada do garoto Douglas Costa que, após a atuação de hoje, não pode, sob hipótese alguma, voltar ao banco de reservas. Foi só dar uma sequência de jogos para o guri para ele mostrar seu verdadeiro futebol. Um futebol fácil, preciso, leve e desconcertante. Atuando nos dois lados do campo, o camisa 7 tocou o terror na defesa adversária, principalmente no primeiro tempo.
Na segunda etapa, após o fiasco protagonizado por Obina e Maurício, a mecânica do jogo alterou-se e a equipe do Palestra Itália fechou-se em seu campo de forma compacta, apenas esperando o Grêmio. Por incrível que pareça, o tricolor mostrou um futebol melhor na etapa inicial quando o jogo estava onze contra onze. Contra uma equipe compactada, faz-se necessária uma estratégia de jogo diferenciada, com toques rápidos e envolventes até que o espaço surja para que seja feita uma penetração na área adversária. E isto o Grêmio não conseguiu. Às vezes, jogar contra nove é mais difícil que jogar contra onze.
Maxi em noite inspirada
Maxi, Souza e Rochemback
Alguém pode me dizer quando o Rochemback estréia pelo Grêmio? Ainda estamos no aguardo. Na minha modesta opinião, esta foi a contratação mais equivocada desta temporada 2009. Rochemback está fora de forma, acima do peso e não acertou UM chute perigoso em gol desde sua chegada. E o Souza? Gostaria de uma explicação de por que o Souza parece ter esquecido o futebol de alta técnica que ele demonstrou até um mês atrás. Os passes precisos, as jogadas geniais e as assistências açucaradas deram lugar a um futebol comum, óbvio e sem diferenciação. Acorda, Souza! E o Maxi? O Maxi mostrou porque o Grêmio tem que fazer um esforço para mantê-lo. É a raça, o jogador brigador, que não tem bola perdida. É o cara do jogo de corpo, que não desiste nunca e que tem a tal “cara do Grêmio”. Um ataque com Maxi e Hugo, tendo Borges e Douglas Costa mais recuados embala meus sonhos todas as noites. Parece-me uma combinação interessante.
O retorno Algo extremamente positivo na partida desta noite foi o retorno de William Magrão. Parado desde 15 de fevereiro deste ano, numa partida contra o Avenida em Santa Cruz do Sul, válida pela fase de grupos do Gauchão, o volante fez seu retorno ao Grêmio na noite de hoje, numa atuação obviamente discreta. Recuperado de um rompimento de ligamentos, os vinte minutos em campo mostraram um Magrão em boa forma física, mas ainda precisando retomar muito de sua confiança, algo que só vem com o tempo. É certamente um reforço importantíssimo para temporada 2010.
Tapas e socos trocados por Obina (D) e Mauricio.
A briga
Fica como destaque negativo do jogo de hoje a cena ridícula protagonizada por Obina e Maurício. É inconcebível que jogadores profissionais, da primeira divisão do futebol nacional, tenham atitudes daquele naipe. A diretoria do Palmeiras acertadamente declarou, após a partida, que nenhum dos dois voltará a vestir a camiseta do clube. Assistindo cenas como esta, começamos a entender a descida desenfreada ladeira abaixo do time que parecia ser o grande bicho papão do certame, mas está se mostrando mais como uma equipe desestabilizada emocionalmente e que não soube lidar com os altos e baixos que caracterizam o sistema de pontos corridos.
O favorecimento de terceiros
Gostaria de endossar e fazer minhas as palavras do Presidente Duda Kroeff após a partida de hoje. Sabemos muito bem de quem ele estava falando quando disse que “velhos jornalistas e pessoas que acham que entendem de futebol” entraram em contato com ele durante o dia para pedir a escalação do time reserva na noite desta quarta-feira. Estamos com o senhor, Presidente. O Grêmio joga pelo Grêmio e apenas pelo Grêmio. Não vamos nos apequenar e fazer o rídiculo papel já foi protagonizado por uma equipe que nem merece ter seu nome escrito neste blog. Como diz a torcida tricolor: “*****, te conhecemos, Grêmio não é como tu.”. Isso parece ter ficado bem evidente na noite de hoje.
Melhores momentos da partida:
Serviço do jogo:
Grêmio (2)
Marcelo Grohe, Willian Thiego (Willian Magrão), Rafael Marques, Réver e Lúcio (Bruno Collaço); Adílson, Maylson (Herrera), Fábio Rochemback, Souza e Douglas Costa; Maxi López.
Técnico: Marcelo Rospide.
Palmeiras (0)
Marcos, Figueroa, Danilo, Maurício e Armero; Sandro Silva, Pierre, Deyviv Sacconi e Diego Souza; Ortigoza (Marcão) e Obina.
Técnico: Muricy Ramalho.
Gols: Rafael Marques, aos 45 minutos do primeiro tempo. No segundo tempo, Maxi López, aos 25. Cartões amarelos: Lúcio (Grêmio); Maurício, Armero e Pierre (Palmeiras). Cartão vermelho: Maurício e Obina (Palmeiras).
Estádio: Olímpico. Data: 18/11/2009. Árbitro: Héber Roberto Lopes (Fifa). Auxiliares: Roberto Braatz (Fifa) e Alessandro Álvaro Rocha de Matos (Fifa)