Palmeiras x Grêmio – Brasileirão ‘10, 3ª rodada

Em (Pós-Jogo) por Valdo em 23-05-2010

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PALMEIRAS
Marcos; Vitor, Danilo, Léo (Maurício Ramos) e Armero; Edinho, Márcio Araújo, Marcos Assunção e Cleiton Xavier; Vinícius (Paulo Henrique) e Ewerthon (Souza).
Técnico: Jorge Parraga (interino)
GRÊMIO

Victor; Joilson, Rodrigo, Ozeia e Bruno Collaço (Maylson); Adilson, Fábio Rochemback, Hugo e Douglas; Jonas e Leandro (William).
Técnico: Silas
Árbitro: Paulo Henrique de Godoy Bezerra (SC)
Assistentes: Carlos Berkenbrock (Fifa/SC) e Angelo Rudimar Bechi (SC)
Gols:
Palmeiras:
Ewerthon (16 e 30min/1ºT); Maurício Ramos (16min/2ºT); Cleiton Xavier (25min/2ºT)
Grêmio: Jonas (32min/1ºT); Hugo (4min/2ºT)
Cartões amarelos:
Palmeiras:
Edinho, Márcio Araújo e Vinícius
Grêmio: Douglas, Adilson, Fábio Rochemback e Ozeia
Cartões vermelhos:
Palmeiras:
Marcos Assunção
Grêmio: Douglas
Local: Estádio Palestra Itália, em São Paulo (SP)
Data: sábado, 22 de maio de 2010
Público pagante: 18.365
Renda:
R$ 538.961,00

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Copa do Brasil 2010 – Grêmio 4 x 3 Santos

Em (Pós-Jogo) por Valdo em 13-05-2010

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Serviço do jogo:

Grêmio
Victor; Mário Fernandes (Joilson), Ozéia e Rodrigo; Edílson, Willian Magrão (Fabio Rochemback), Adílson, Douglas (Maylson) e Hugo; Jonas e Borges.
Técnico: Silas Pereira

Santos
Felipe; Pará, Edu Dracena, Durval e Léo (Maranhão); Arouca, Wesley, Marquinhos (Rodrigo Mancha) (Rodriginho) e Paulo Henrique Ganso; Robinho e André
Técnico: Dorival Júnior

Gols:
Grêmio
– Borges (11min, 19min e 31min/2ºT) e Jonas (22min/2ºT)
Santos
– André (15min e 20min/1ºT) e Robinho (37min/2ºT)

Cartões Amarelos:
Grêmio
– Rodrigo, Ozéia, Hugo, Adilson e Edilson
Santos
– Durval, Robinho e Marquinhos

Local: estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS)
Data:
11 de maio de 2010

Árbitro: Sandro Meira Ricci (DF)
Auxiliares:
Roberto Braatz (Fifa/PR) e Enio Ferreira de Carvalho (DF)
Público:
38.473 (total)
Renda:
R$ 819.403

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O início de uma nova era de glórias

Em (Pós-Jogo) por admin em 04-05-2010

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Pós-Jogo

Depois de quatro anos, o Campeonato Gaúcho voltava a ser decidido num Gre-nal. E o último jogo, pela segunda vez em dez anos, era no Olímpico. A prévia vitória de 0×2, no Beira-Rio pelo jogo de ida, deu a total tranquilidade para que 40 mil torcedores viessem de todas as cidades do Rio Grande do Sul para apreciar o “título virtual” que o Grêmio ja tinha em suas mãos e precisava somente confirmar em mais 90 minutos de uma nova vitória, quem sabe.

Porém, mesmo que o adversário seja o time do Fossati, eles são onze homens, onze jogadores de um time que veio de dois péssimos resultados e precisava mostrar alguma reação. De uma forma até organizada, o time do inter conseguiu trazer dificuldades para o Grêmio, pois aos 9 min, com um chute forte (e com a colaboração do Victor) elas abriram o placar. 0×1. A partir daí o nervosismo tomou conta do estádio.

Graças a experiência da maiorira, o nervosismo não se mostrou presente no time, nem mesmo em Neuton. Gostei da atuação do time, pois espremeu o adversário no seu campo de defesa em quase todo o jogo e anulou a aposta do Fossati em jogar no contra-ataque com a velocidade da sua dupla emo de atacantes. Só dava Grêmio! Na marcação, na criação, na finalização, nas chances, no jogo. Porém o gol não saia…

Muitas foram as chances de gol que o Grêmio criou, mas nenhuma tão clara a ponto de nós lamentarmos a derrota. O balanço da final mostrou mais uma vez que o Grêmio é aquele time que joga para vencer quando precisa e até perder quando pode, desde que o destino do caneco seja o Estádio Olímpico. Como na década de 90, sentimos a aflição de uma final complicada, contra um adversário disposto a não perder e querendo arrancar qualquer fatia do título quase certo do tricolor. Tiramos o pó do velho livro de regulamentos que o Grêmio tanto carregou debaixo do braço no seu passado recente.

O apito final foi o som da alegria e do desabafo. Foi a vitória de uma torcida que não desiste, de um grupo de profissionais do futebol que não se contenta em ser coadjuvante, de um treinador que abraçou a preciosa oportunidade com força e resistiu a pressão da imprensa e dos torcedores. Foi a vitória do conjunto! De um time criticado, questionado, desfalcado muitas vezes, mas glorioso por sua própria natureza. Foi o retorno de um Grêmio Foot-ball Porto Alegrense que tanto conhecemos e amamos.

Um ruralito não representa “só um gauchão”, mas também um balde de Red Bull que impulsiona qualquer time a querer o algo a mais. Este grupo de jogadores sabe da necessidade de ganhar uma Copa do Brasil, Sulamericana ou Brasileirão para então fazer parte da história vencedora do Grêmio e dar a este clube um novo episódio para o seu memorial, uma nova página para o livro cuja história nacional e internacional é bem marcada pelo chute épico de Baltazar.

Marcando a união do grupo, cumprimentei Mario Fernandes e Souza, ambos sentados na escadas (sim, no chão!) das cadeiras centrais poucos segundos antes do início da partida. Parei em frente a eles e disse enquanto tirava uma foto: “E ai Mario e Souza, sorte pra nós!”. O nervosismo dos dois era tanto que só conseguiram olhar pra mim e dizer: “Tá beleza! Beleza. Vamo sentar ai galera, tá começando! Vamo! Vamo!”

Mario e Souza na escada das cadeiras.

Mario e Souza na escada das cadeiras segundos antes do jogo.

obs: reparem que ambos me cumprimentam na foto, mas não tiram os olhos do gramado.

Que este seja o primeiro título Gremista de 2010 e que os outros maiores venham logo! Sorte pra nós!

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Descoberta a utilidade do apêndice

Em (Pós-Jogo) por admin em 30-04-2010

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Um jogo no Maracanã normalmente já traz consigo um nervosismo extra para todos nós, porque já sabemos das dificuldade que o Grêmio normalmente demonstra quando enfrenta cariocas lá nas quilométricas quatro linhas do Mario Filho. Porém, a vitória no Gre-nal, dentro do Beira-rio, trouxe o otimismo de volta. Uma atuação convincente do time gremista dentro do estádio do maior rival foi o suficiente para que alguns torcedores esquecessem Fred, Conca, Muricy, chuva, alagamento, gramado judiado e todas as outras barreiras previstas para o tricolor gaúcho voltar com mais uma vitória pra casa.

Talvez esse otimismo tenha sido completado quando soubemos do apêndice/caganeira do Fred antes da partida. Ah! Jogar contra o Flu sem Fred e Conca (suspenso) era tudo o que o Grêmio precisava pra embalar de vez para o Gre-nal. Certo? Quase. É ai que mora o perigo… Um time é formado por onze jogadores. E no adversário alguns outros também possuiam grande talento, especialmente o jovem camisa 10 do tricolor carioca, que me lembra muito Douglas Costa. E no talento do “resto” veio o 1×0, o choque e o despertar do Grêmio.

Com calma, com Borges, Jonas e Douglas, o Grêmio virou pra 1×3 e ainda contou com um cochilo do Victor, que na verdade decidiu fingir uma saída do gol para dar uma pitada extra de emoção e público no jogo de volta. Tudo combinado com o financeiro do clube, claro.

De ruim, eu destaco a expulsão do Rodrigo. Um capitão experiente deveria ter percebido o temperamento do árbitro e diminuido o tranco, mas paciência. Todos temos direito a pequenos deslizes. Mario não fez tanta falta e isso é uma boa notícia, indicando que Ozéia pode substituí-lo com algum sucesso.

Fico na dúvida sobre o que mais me chamou atenção no jogo. Borges e suas jogadas de pivô de futsal me deixam cada vez mais fã do seu futebol, além da boa fase do Jonas e toda aquela confiança que ele demonstra. Um ataque de dar inveja. Mas do outro lado vi um garoto que só não foi melhor por falta de parceria. O camisa 10 do Flu é muito habilidoso, atrevido, rápido e vertical. Ele, por si só, foi um belo teste para a defesa do Grêmio que ansia pelo confronto com Robinho e Neymar (ou seria o Tardelli?). De olho nele no jogo de volta. Não é só o Fred que precisa de marcação individual…

Gramado ruim, adversário desfalcado, uma dose de sorte e o aparecimento do lado meia-atacante do Douglas. Tudo conta. Um campeão precisa de muitos fatores pra vencer no futebol, além de um bocado de coragem e sangue frio. Ontem o Grêmio mostrou todos eles! Corrigindo pequenas falhas e contando com a sorte, nem a Vila Belmiro, nem o Mineirão serão mais bicho papão que o Maracanã. Além do mais, Neymar e Robinho ainda devem ter o apêndice… Hmm.

Um Gre-nal e um título virtual são tudo que o Grêmio precisa agora pra arranjar gás e superação para a dor que os jogadores devem estar sentindo depois da luta de dez contra onze naquele imenso gramado do Maraca. Muito treino, foco e 50 mil gremistas no Monumental resolvem qualquer jogo.

Perguntinha: o que vai lotar mais: a Goethe no Domingo ou o Olímpico na Quarta-feira que vem?

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Aqui me tens de regresso (ele voltou)

Em (Opinião, Pós-Jogo) por Valdo em 30-04-2010

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Não, não é uma alusão a boemia, mas sim ao nosso velho e imortal Grêmio. Por alguns momentos me vi em 1995 vendo algum jogo encardido, com o Dinho dando porrada e sendo expulso, com o time fechadinho lá atrás, saindo só na boa e segurando um bom resultado – bom nada, um excelente resultado.

Passado esse momento de saudosismo, reparei que estava em 2010, com o Silas como treinador, mas o time estava jogando do mesmo jeito. O time estava pegando, mordendo. Não tinha bola perdida, e sim tinha excesso de disposição, disposição essa que rendeu um cartão vermelho para o Rodrigo (ainda ei de chamá-lo de Capitão rodrigo Cambará) e ainda havia a chuva, e a ruindade do juiz (fio de uma égua) que se escondeu atrás dos cartões pra segurar o jogo.

Grêmio jogou com time grande, vencendo o Fluminense no Rio - Bruno de Lima (Lancepress)O jogo em si, conforme escrevi ontem a tarde, tinha tudo para ser um jogo encardido, seja pelas condições do gramado, seja pelo trinador do outro time e claro, pelo próprio time que estava no outro lado – e eis que confirmou-se o jogo encardido. Chuva, barro, expulsão, péssima arbitragem, enfim o Habitat natural do Grêmio – e não poderia ser outro o resultado. Vitória Gremista por 3 tentos a 2.

Mais uma vez outra vez, de novo e novamente não vou entrar numa análise técnica mais detalhada, pois cada um tem sua opinião, porém deixo aqui um elogio rasgado ao Treinador Silas: Ele tem o grupo na mão. Chega a ser motivante ver Douglas marcando e tentando desarmar, Jonas fazendo linha de 4 na frente do lateral e o time todo guardando seus devidos lugares (AKA disciplina tática) e até o sonolento Hugo marcando, indo até o fundo mas voltando pra compor o meio.

Individualidades: Douglas, ou melhor, Magic Douglas é o cara. Não tenho outras palavras que não, o cara jogou pra “caraleo” e o Jonas foi mais uma vez excelente – a propósito, Jonas, dançam pode dançar o quanto tu quiser, como diz um certo comentarista por aí: Esse garotinho sabe muito de bola.

Bom concluo o post dando boas vindas ao bom e velho Grêmio, tricolor velho de guerra. Bem vindo de volta. E para aqueles que não dão favoritismo ao Grêmio, e sim a outros times mais badalados, só tenho uma coisa a dizer: “eu já vi esse filme, mais de uma vez…”

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Fluminense 2 x 3 Grêmio

Em (Pós-Jogo) por Valdo em 30-04-2010

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Copa do Brasil – Quartas-de-final – Jogo de ida


Fluminense 2 x 3 Grêmio
Local:
Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: quinta-feira, dia 29 de abril de 2010
Árbitro:
Francisco Carlos Nascimento (AL)
Assistentes: Alessandro Álvaro de Matos (Fifa/BA) e Carlos Berkenbrock (Fifa/SC)
Gols:

Fluminense – André Lima (12min/1°T) e Equi González (33min/2°T)
Grêmio – Douglas (19min/1°T e 27min/2°T) e Jonas (31min/1°T)
Cartões amarelos:

Fluminense – Everton, Digão, Wellington Silva, Mariano, André Lima e Equi González
Grêmio – Edilson, Rodrigo, Willian Magrão, Borges, Jonas e Douglas
Cartão vermelhos:
Grêmio – Rodrigo
Público Total –
21.410Renda – R$ 329.930,00


FLUMINENSE
Rafael; Gum, Leandro Euzébio e Digão (Equi González); Mariano, Diguinho, Everton, Marquinho e Julio Cesar (Adeilson); Wellington Silva (Willians) e André Lima.
Técnico:
Muricy Ramalho
GRÊMIO
Victor; Edilson, Ozeia, Rodrigo e Neuton; Adilson, Willian Magrão (Rafael Marques), Leandro (Hugo) e Douglas; Jonas (Fábio Rochemback) e Borges.
Técnico: Silas

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Feito… …eu avisei

Em (Pós-Jogo) por Valdo em 26-04-2010

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Mas vivente, por se tratar de final de campeonato gaudério de macho, vamos falar quenem macho fala. Te aprochega vivente e passa os óio nesse post.

Essa final de campeonato de Gaudério macho, foi jogo pra macho jogar e não para fêmea medrosa, portanto só quem tem as ferramentas necessárias poderia sair vencedor- e assim ocorreu. Chuva, vento e a mídia espraiando aos quatro ventos que o time de vermelho teria todas as condições de ganhar o jogo, ainda mais pelos duelos do meio da semana. Ahn e ainda tinha a torcida (?) adversária – embora esse seja o menor de todos os fatores.

Pois bem que daí entrou o fator faca nos dentes. O fator “Capitão Rodrigo”, e tudo mais que sabemos – tivemos o nosso Grêmio jogando no seu eterno salão de festas como nunca deveria ter deixado de jogar.  Não vou me delongar demais, pois eu seria redundante e repetitivo, mas lhes afirmo que o Grêmio ontem foi o verdadeiro Grêmio: Aguerrido, lúcido, dando chutão quando necessário, sendo direto e reto, com um único objetivo – vitória.

Que nosso Grêmio seja sempre como foi ontem – Que seja sempre O GRÊMIO.


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Avaí x Grêmio

Em (Pós-Jogo) por admin em 22-04-2010

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Pós-Jogo

Copa do Brasil
Oitavas-de-final – Jogo de volta

Avaí 3 x 2 Grêmio

Local: Estádio da Ressacada, em Florianópolis (SC)
Data: quarta-feira, dia 21 de abril de 2010

Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa/PR)
Assistentes: Ivan Carlos Bohn (PR) e Bruno Boschilia (PR)

Gols:
Avaí – Roberto (44min/1°T) e Laércio (26min/2°T e 47min/2°T)
Grêmio – Jonas (9min/2°T) e Rochemback (32min/2°T)

Cartões amarelos:
Avaí – Medina e Marcinho Guerreiro
Grêmio – Willian Magrão, Victor e Fábio Santos

AVAÍ
Zé Carlos; Emerson Nunes (Rodrigo), Rafael, Émerson e Uendel; Marcinho Guerreiro, Batista, Davi (Medina) e Robinho; Roberto e Christian (Laércio).
Técnico: Péricles Chamusca

GRÊMIO
Victor; Edilson, Mário Fernandes, Rodrigo e Fábio Santos; Ferdinando, Willian Magrão (Fábio Rochemback), Leandro (Adilson) e Douglas; Jonas (Hugo) e Borges.
Técnico: Silas

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Amendoim

Em (Pós-Jogo) por admin em 16-04-2010

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Não me sinto confortável para avaliar o desempenho do time no jogo contra o Avaí ou então comentar o resultado. A eliminação do Grêmio da Taça Fábio Koff me deixou um tanto perplexo e me fez voltar ao sentimento que me dominava quando este time ainda estava em formação. Na realidade eu ainda não sei se este grupo já tem uma forma. Ainda assistimos a interminável sucessão de adaptações, testes e promoções, além das variações extremas no desempenho individual da maioria. Sinal de trabalho em andamento e com estimativa de conclusão indefinida.

Foi bom ter o Borges de volta, mas as pulgas continuam atrás da orelha. Mário não é um zagueiro completo, mas também não é o lateral adequado. Ferdinando é ruim, mas sem ele o time parece ter ficado pior. Adilson tinha até cabelo de Lucas, mas se parece cada vez menos com ele. Edilson chegou com discurso e atuações interessantes, mas já parece atrair a vaia nossa de cada dia para o seu lado. Fabio Santos agradece, já que lá para os seus lados a calmaria tem reinado e ele até assiste de camarote os ataques da torcida cada vez que os volantes tem indisposição intestinal.

Enquanto Victor bloqueia até raios UV lá atrás e a dupla dinâmica faz gols enlouquecidamente como se fossem guris em peneirão, o resto corre pra fugir dos amendoins.

A camisa parece que hoje anda pesando um pouco mais pela falta de glórias, que já vem adicionando uns quilos extras àquele distintivo, já tão pesado pelo infinito conjunto de glórias do passado centenário. Um erro, uma vaia. Uma eliminação e o flashback do inferno volta a beliscar até os mais calmos torcedores.

“Perder a invencibilidade pro Pelotas!?”
“Tomar sufoco do Avaí!?”

Que o Grêmio seja Campeão Gaúcho e de mais algum campeonato ou copa em 2010, senão 2011 vai ser um saco…

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Grêmio x Avaí

Em (Pós-Jogo) por Valdo em 15-04-2010

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Grêmio 3 x 1 Avaí

GRÊMIO: Victor; Edílson (Ozeia), Mário Fernandes, Rodrigo e Fábio Santos; Ferdinando (Adilson), Willian Magrão; Leandro (Mithyuê) e Douglas; Jonas e Borges
Técnico:
Silas

AVAÍ: Zé Carlos; Gabriel, Rafael e Emerson Nunes; Patric, Marcinho Guerreiro, Caio, Batista, Sávio (Roberto) e Uendel; Vandinho (Robson).
Técnico:
Péricles Chamusca

Gols:
Grêmio – Jonas (18min/1ºT e 10min/2ºT) e Borges (28min/1ºT)
Avaí
– Robson (12min/2ºT)

Cartões Amarelos:
Grêmio
– Edílson, Ferdinando, Leandro e Willian Magrão
Avaí
– Marcinho Guerreiro, Zé Carlos, Vandinho e Batista

Cartão Vermelho:
Avaí
– Caio

Local: estádio Olímpico, Porto Alegre (RS)
Data:
14 de abril de 2010
Árbitro:
Alício Pena Júnior (MG)
Auxiliares:
Marconi Helbert Vieira e Marcus Vinícius Gomes
Público total: 16.628
Renda: R$ 187.128,00

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