Autuori: uma análise realista

Em (Corneta, Destaque, Gestão do clube, Notícias na Rede) por admin em 11-11-2009

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Fato consumado e ratificado: Autuori não é mais técnico do Grêmio. Rospide comandará o time até o final do Brasileirão.

Após o post de ontem comecei a dar uma refletida em relação à “Era Autuori”. Tentei juntar alguns fatos em relação ao seu “reinado” no Grêmio e todas as circunstâncias que o trouxeram pro Olímpico e, que agora, o levaram de volta para o Qatar. Analisando de maneira realista todo o tempo do cara pras bandas de cá, cheguei às seguintes conclusões:

Espera muito longa
Passar quase 2 meses sem técnico em meio a uma Libertadores foi uma falha MUITO GRAVE da Direção. Tudo bem que o Roth empilhou derrotas em GREnais, a torcida não ia com a cara dele e talicoisa. Mas, vamos reconhecer que o Juarez estava indo bem na LA com aquele time. Demiti-lo e colocar toda a responsabilidade sobre as costas do Rospide não foi uma boa, embora o próprio Rospide tenha segurado o rojão numa boa. Mesmo assim, faltou convicção à Direção para manter o Juarez pelo menos até terminar a participação do Grêmio na LA.

Conceitos: muito bons e muito ruins
Que Autuori realmente entende de futebol todos sabem. Seu currículo acusa isso. Porém, há um problema: seus conceitos. Sim, são ótimos conceitos, dignos de quem tem uma visão privilegiada de jogo. Seus times são mais ofensivos, têm um aproveitamento muito bom no ataque e um sistema defensivo sólido, tirando o melhor do esquema 4-4-2. O problema foi o time dado para ele treinar. Calma, não estou dizendo que nosso time é ruim; é apenas um time acostumado a um sistema de jogo diferente que utilizava o tão rejeitado 3-5-2. Time do Juarez, montado para o esquema de jogo do Juarez. Autuori falhou ao impor seu conceito de futebol ao invés de tentar implantar algo mais flexível. Ele mesmo jogou as primeiras partidas no 3-5-2 e o time estava jogando encaixado, tinha a famigerada mecânica de jogo. Vide exemplo do próprio Juarez: pegou o Atlético-MG que tem um time com mais potencial ofensivo e o colocou a jogar no 4-3-3 contra o Grêmio. Autuori pecou em confiar mais em seus conceitos do que no ambiente que o cercava.

Se o time é meia boca, tem que ter raça
Todos sabemos que nosso plantel não é um super time (salvo excessões como Maxi, Victor e Mário na minha opinião). Esta limitação técnica até certo ponto compromete a implantação de modelos de jogo mais complexos, onde se trabalha mais a bola. Voltando novamente à questão dos conceitos, faltou sensibilidade na hora de montar o sistema de jogo. Jogadores acostumados a fazerem parte do elenco mais faltoso do campeonato mas que eram extremamente eficientes, começaram a jogar um futebol mais cadenciado, mais jogado, menos faltoso. Bem, não faltaram lances em que a bola mordeu nossos jogadores. Ao contrário do que ele disse ao estabelecer uma relação jogador que faz faltas é preguiçoso, Autuori jogou um banho de água fria nos jogadores acostumados a colocar o coração na ponta da chuteira e entrar rasgando em tudo que era dividida. A raça foi embora e a animação da torcida também.

Só tivemos uma campanha digna de campeão dentro de casa neste ano porque a TORCIDA que é de fato o 12º jogador do Grêmio fez os resultados a fórceps empurrando o time para frente nos 90 minutos. No entanto, fora de casa e sem a torcida empurrando, o arremedo de raça que o time demonstrava no Olímpico ia para a churupita. O resultado, todos nós vimos.

Gestão do Futebol
Ótima sacada de Autuori. Em um clube onde o Diretor de Futebol “evidentemente” entende de tudo menos de futebol, Autuori resolveu assumir a responsabilidade e implantar um modelo de gestão da base para formar garotos realmente bons para assumir vagas no time profissional, bem como em outros times. Trouxe seu auxiliar Edson Aguiar para a coordenação técnica da gurizada comandada pelo Paulo Deitos. Ele, Autuori, tinha carta branca da Direção para dar pitacos em tudo que dizia respeito a jogadores, mercado, etc. Quem sabe, todo este poder tivesse sido dado para suprir alguma carência dentro do clube. Tudo isto é muito legal mas tem um risco. Saindo Autuori, saem todos seus auxiliares. Daí a coisa pode complicar pois, apesar de ficar o planejamento, as ações não serão mais as mesmas. Ações diferentes, sem garantias de resultados satisfatórios.

Proposta indecente e oportuna
Receber salários generosos em “petromoedas” faz qualquer cristão fazer reverência para Alá. Fato. Ainda mais quando os salários chegam na casa dos R$ 700 mil  mensais. Depois de tudo que aconteceu acima, ele deve ter pensado: “bom, vim pra cá fazer meu trabalho e a torcida não para de pegar no meu pé. Todo dia é uma pressão diferente nessa cidade com trânsito caótico e ruas esburacadas. não tenho os jogadores que eu quero pra fazer o time andar. tudo mentalidade perdedora… Vou me mandar daqui!!!”

No fim das contas, acabo me dando conta de que Autuori é um cara com estrela, diferenciado. Que outro técnico conseguiria sair pela porta da frente em um momento de turbulência e atrito com a torcida como ele já estava começando a ter? Ainda mais com todas as vantagens que ele e a família dele terão! Se fosse eu, já teria me mandado também!

Por que acreditava em Autuori
Eu acreditava que poderia dar certo todo o trabalho do Autuori. Só lhe faltava condições. Que o time não tivesse aquela pegada castelhana, mas que soubesse jogar bola. Acreditei no seu projeto de gestão do futebol, vi conceitos muito bem fundamentados. Mas vi também falta de suporte por parte da Direção. Não conseguir trazer Leandro, se embananar para trazer o Renato Cajá que mal chegou e é capaz de já ir embora, não se dar conta de que time completo tem um lateral direito de ofício, enfim… pequenas ações que poderiam ter feito a diferença. Quem sabe, se tivesse ganho todas as peças de que precisava não teríamos tido um resultado mais efetivo?

Não vão faltar teorias conspiratórias, acusações, desculpas mas uma coisa é certa: pra um técnico deste gabarito balançar com a primeira proposta que surge contrariando seu discurso de que ele não estava mais pelo dinheiro mas pelo desafio, pode não ser apenas por falta de comprometimento. Mesmo assim, o romance acabou. Precocemente, mas acabou. Ainda bem que não deu tempo de virar casamento se não seria difícil terminar depois.

A única coisa que ficou disso tudo foi que o técnico era ótimo, os conceitos eram ótimos, o planejamento era ótimo. Já os resultados, estes foram pífios. Por ironia do destino ou culpa de sei-lá-quem-foi, a “Era Autuori” não passou de um engodo do tamanho da estratosfera.

Esperaremos um novo técnico agora. Teremos o nosso grande Marcelo “O Coringa” Rospide nos comandando até o fim do campeonato. Só queria deixar um recado para Meira e cia: quando contratarem o próximo técnico, contratem alguém com o compromisso de vencer. Menos discurso retórico e mais ação daqui pra frente!

A pé ou não, SEMPRE COM O GRÊMIO!!!

Às Moscas

Em (Destaque, Gestão do clube, Gremismo, Notícias na Rede) por admin em 10-11-2009

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E assim ficará o Departamento de Futebol do Grêmio com a saída de Autuori. Fico imaginando como será 2010 após esta saída. Ok, a proposta dos árabes e seus petrodólares é algo “surreal”, segundo o também surreal Diretor de Futebol Luiz Onofre Meira. E mais uma vez quem sofre é a torcida. Sim, nós sofremos pois acreditamos que teríamos finalmente um projeto de base para fortalecer nosso time. Algo a longo prazo, conforme dito pelo próprio Autuori. Mas quem sabe, quando você estiver lendo este texto, o fato já tenha sido consumado e Autuori já tenha embarcado para o novo Eldorado que é o Oriente Médio.

Alguns nomes já foram cogitados para substituir nosso treinador. Entre eles, destaco o Adilson que já treinou o Grêmio em uma fase não muito boa porém, mostrou maturidade e tem feito milagres com um Cruzeiro desconfigurado após a Libertadores. Seria uma opção interessante. Outro nome forte é o de Silas. Após transformar o Avaí em um timecompetitivo que subiu para a série A e anda fazendo bonito no certame, ele se torna um sério candidato a assumir a vaga.

Junto com estas especulações normais do mercado há também algumas opções que a grosso modo seriam impossíveis mas, como o Grêmio é o Grêmio, não dá pra se duvidar de nada. Uma delas foi citada pelo Minwer, em o técnico ser o grande Valdir Espinosa, auxiliado por ELE: Renato. Nosso ídolo maior. A dupla até poderia dar certo mas é uma combinação improvável. Renato comandando o vestiário é algo com o qual eu não simpatizo. Pelo menos não no curto prazo. Ele tem a cara do Grêmio mas ainda está muito “acariocado”, cheio de marra. Precisa de mais experiência e menos marra pra eu começar a mudar de ideia. A menos “absurda” mas não menos impossível seria a volta de Felipão. Sem comentários, né? Felipão é hours concours no Grêmio. Bem, nomes neste momento é o que não falta.

Embora os resultados de Autuori fora do Olímpico tenha sido pífio, não podemos negar que ele é um grande profissional e que, com todo seu estudo e uma pré temporada para preparar o time mais todo o trabalho de base sendo desenvolvido, poderíamos esperar coisas boas. Me preocupa muito a questão das categorias de base que ele tinha assumido, uma vez que Edson Aguiar é auxiliar do Autuori. Bom questionamento para se fazer para o Paulo Deitos que coordena as categorias de base.

Sem mais delongas, vamos apoiar nosso Grêmio com Autuori à frente da casamata ou seja lá quem for. Afinal de contas, SOMOS DE GRÊMIO!

A pé ou não, SEMPRE COM O GRÊMIO!!!

EDITADO: PAULO AUTUORI JÁ COMUNICOU AOS JOGADORES SEU DESLIGAMENTO DO CLUBE. O ANÚNCIO OFICIAL DE SUA SAÍDA SERÁ FEITO AMANHÃ POR VOLTA DE MEIO-DIA.

Profissionalismo e outras coisas

Em (Conselho Deliberativo, Corneta, Gestão do clube, Gremismo, Opinião, Política Gremista) por admin em 08-11-2009

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Neste BR 2009 o Grêmio, antes visto como time postulante a uma vaga na Libertadores pelo menos, acabou se transformando no fiel da balança do título. Ironia do destino ou não, os resultados do Grêmio influenciam as pretensões do seu tradicional adversário em relação ao título brasileiro ou vaga na Libertadores.

Pensando nisso, surgiu o seguinte questionamento: O que fazer agora? Honramos nossa camiseta, ou “entregamos” os jogos só para prejudicar o inter?

"Menas" Seu João... bem "menas"

"Menas" Seu João... bem "menas"

O Conselheiro e músico João de Almeida Neto disse na Rádio Pampa na última sexta-feira, que os atletas Gremistas têm a obrigação profisisonal de entregar o jogo para os rivais do (co)colorado. Minha opinião é de que este consagrado músico nativista perdeu uma ótima oportunidade de ficar quieto, ao invés de falar merda uma coisa dessas no rádio. Se existe uma obrigação profissional dos atletas Gremistas, esta é de HONRAR nosso manto sagrado Tricolor! Esta falácia de que temos que estragar a vida do outro time para termos alguma alegria este ano é coisa de gente pequena, ignorante e que não sabe o real significado de profissionalismo.

Meu sentimento de Gremismo é muito maior do que o desejo de ver outro time mal. Desejar que o Grêmio entregue os resultados para adversários do inter é se rebaixar ao mesmo nível do tradicional adversário que, em tempos recentes, colocou reservas em campo para prejudicar o Grêmio no seu objetivo de ser campeão em 2008. Meu time TEM QUE GANAHR SEMPRE! Os outros que se explodam! Se isso vai ajudar fulano ou ciclano, é porque nós mesmos, quando tivemos a oportunidade, não soubemos aproveitar. Paciência…

O que assusta é que, por se tratar de um Conselheiro do clube, as opiniões do “Seu” João têm um peso e representatividade muito maiores do que as opiniões de um reles torcedor. Mesmo que ele tenha falado isso de sacanagem, sua atitude deixa transparecer que podem haver Conselheiros dentro do Grêmio que podem pensar desta maneira, não ligando para o que diz respeito ao profissionalismo do clube. E são atitudes como esta que me fazem chegar à conclusão que o CD do Grêmio está precisando de uma faxina.

Mas ainda existe um problema: aquele joguinho politiqueiro “amigo” ainda é muito forte para reduzir a cláusula de barreira e defenestrar do CD na próxima eleição aqueles Conselheiros que não agregam nenhum valor ao clube mas que também não querem “largar da teta”.

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Muito tem se falado da possibilidade de Autuori deixar o Grêmio para voltar para o Oriente Médio. Estou começando a pensar que não seria má ideia se ele fosse embora. O motivo é simples: seu excesso de convicções e conceitos com um elenco limitado acabou por não surtir o feito desejado, colocando-o em rota de colisão com a torcida. Somente um time mais qualificado poderia mudar esse cenário mas, sabendo das dificuldades que o Grêmio tem para contratar jogadores mais diferenciados, vai ser difícil pra ele reverter a situação.

Ademais, ando com saudades de ver um Grêmio mais cisplatino, mais peleador em campo.

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Parece que teremos um assessor para ajudar o Meira no Departamento de Futebol. Se é tão importante assim o Meira aparecer como o homem forte do futebol Tricolor, beleza… desde que coloquem ao seu lado alguém que REALMENTE ENTENDA de futebol. Oremos!

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Aguardem o próximo APB Entrevista! Desta vez colocando nossos leitores nos bastidores do nosso Grêmio!

A pé ou não, SEMPRE COM O GRÊMIO!!!

Na Casamata, no Gabinete e nas Tribunas

Em (Corneta, Gestão do clube, Gremismo, Opinião, Política Gremista) por admin em 27-10-2009

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** colaborou Talita Jacques

Agora que o ano do Grêmio já acabou, precisamos fazer uma reflexão sobre as situações vividas. É bom lembrarmos do que deu certo para dar continuidade e também do que deu errado para tentarmos mudar. Tentando ser mais racional o possível e, contando com a ajuda da Talita, fiz uma análise fria, calculista e, espero eu, desprovida de qualquer sentimento de torcedor, para tentar entender o porquê de não termos tido um ano com motivos para comemorar.

Na Casamata
Parece insano o que vou dizer mas, levando em consideração tudo que era esperado, para nós Autuori ainda não estreou pelo Grêmio. Quando ele chegou para substituir o então turrão, prepotente, arrogante e teimoso Celso Roth, acabou cativando imprensa, dirigentes e torcida com um discurso meio que “Obamístico”. Tudo tinha um sentido, a vida era o que motivava, jogadores são o centro do espetáculo, bla-bla-bla-Whiskas-Sachê… é de longe um dos técnicos preferidos da imprensa dada a sua polidez nos comentários, suas explicações sobre conceitos de bola e tudo o mais. Porém, no campo que é onde realmente interessa, não conseguimos estabelecer uma relação discurso versus ação.

Certa feira, quando chegou ao Grêmio para ser treinador, Mancini disse: “(…) pra jogar no Grêmio tem que ter sangue pulsando nas veias (…)“. No entanto, não conseguimos ver isto em campo. Nosso time parece apático, descompromissado, jogando com malemolência. Antes que venham cornetear dizendo que eu devo preferir um time brigador, que jogue feio, lembrem-se que, conforme já falei aqui, o que interessa no fim das contas são os três pontos. Mesmo assim não posso deixar de criticar um trabalho que é rico em conceitos mas pobre em resultados. Controlar o jogo só é efetivo quando se ganha o jogo. Do contrário, é apenas uma jogada para desviar o foco da falta de eficiência e eficácia do time. Se tendo o controle do jogo nós nunca ganhamos a não ser em casa, com o apoio da torcida, prefiro levar sufoco o jogo inteiro e sair com 3 pontos, “Seu” Autuori!

No Gabinete
Qual a razão para um clube de futebol existir? Basta ter dois neurônios a mais que uma minhoca pra saber que é o TIME que move o clube. Vendo vários comentários na internet, li uma frase que pode traduzir o sentimento deste ano: “Este é o ano da torcida que não tinha um time“. Para se montar um bom time de futebol, precisamos de pessoas no comando que entendam de futebol. Precisamos de uma figura que tenha sensibilidade nos comentários, que não tente dar desdobres para perguntas mais complicadas. Precisamos de alguém com pulso firme de chegar no vestiário e botar as cartas na mesa com todos. Não precisamos de alguém que tenha um planejamento. Precisamos de alguém que tenha VÁRIOS planejamentos guardados na manga pois, se uma estratégia sair errada, há tempo de consertar aplicando outra.

Qual é a cara do Grêmio hoje? Qual é o perfil do Grêmio? Alguém sabe? Eu não sei mas, jogadores do quilate de Roger, Marcelinho Paraíba e Gilberto não têm, pelo jeito. Por que demoramos tanto pra contratar jogadores? Por que toda contratação de jogador é uma novela mexicana? Ainda se fosse a contratação de um Adriano, Ronaldo “Rolando” Nazário, Ronaldinho, a gente não criticaria. Mas passar trabalho para contratar o Renato Cajá? Nada contra ele, espero que dê certo mas para tomar tanto na cabeça para contratar um jogador comum é muito amadorismo.

Não precisamos entrar “fortes” em uma competição. Precisamos entrar PARA VENCER em uma competição! Precisamos de alguém no comando do futebol do Grêmio que justifique a grandeza do Grêmio! Precisamos de alguém com as características citadas mais acima! Precisamos de alguém que entenda de futebol já! Meira, deu pra ti! Tu pode ter muito valor em outra área do clube mas deixa o futebol pra quem realmente entende do negócio!

Nas Tribunas
Eu que tanto me orgulhava de fazer parte da melhor torcida do país, hoje penso que somos apenas mais uma torcida. A Geral agora são duas torcidas opostas. Tudo por causa dos arranjos políticos nos bastidores do clube. Aliás, o Grêmio anda parecendo o Legislativo Federal: negociatas, ranço político, ataques de estrelismo e disputa de beleza. Tudo isso tem notoriedade, em detrimento ao bem comum da torcida que é o maior patrimônio que o Grêmio tem. Mas vamos deixar esses politiqueiros de uma figa de lado por ora. O que importa é que a torcida rachou e não temos mais um canto em uníssono no estádio. Cada vez mais a torcida está se deixando levar pela imprensa que muitas vezes é tendenciosa e corneteando o time sem sentido algum!

Indo na direção oposta, temos os torcedores que vou chamar de “cordeirinhos”. São aqueles que se o Grêmio ganha, comemora. Se o Grêmio empata, comemora. Se o Grêmio perde, comemora. Se eu fosse jogador pensaria: “Se eles aplaudem tudo que eu faço, não preciso me gastar, pois não vai dar nada“. Apoio incondicional tem duração: 90 minutos. Após, se o time não corresponde, a torcida TEM que ter poder de indignação. Durante o jogo sim, tem que apoiar. Mas depois do jogo, dependendo do resultado, temos que chiar, reclamar. Afinal de contas somos Imortais e fazemos parte de uma instituição gloriosa. Porém, não podemos fazer com que essa história gloriosa fique apenas no passado! Chega de comemorar vaga e, quando o time perde ficar “batendo palminha”!

Enfim, não há muito mais a dizer se não isso. O ano acabou. Não nos iludamos com nossa campanha. Precisamos ter humildade neste momento e nos darmos por conta de que precisamos pensar em um 2010 melhor.

Para encerrar, todos os anos têm que ser planejados com MUITA vontade! SEMPRE!!! Não somente na hora ruim, mas na hora boa também. Ok, Duda?

A pé ou não, SEMPRE COM O GRÊMIO!!!

A Semana do Grêmio – 16-OUT-2009

Em (Corneta, Destaque, Notícias na Rede, Semana do Grêmio) por admin em 16-10-2009

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Saudações Tricolores!

Em semana de cobrança, nada de muito novo aconteceu nas bandas do Olímpico. Confiram:

Autuori desabafa sobre cobranças
Depois de mais um tropeço fora de casa (e com requintes de ruindade), as cobranças ao trabalho do Autuori ficaram mais intensas. Em uma coletiva com a imprensa, o técnico afirmou que não muda seu estilo e ainda disse que “… se o problema é o Paulo, que tirem o Paulo.”
Ora, Professor. Muita calma nesta hora. Tudo bem que o Sr. tenha seus conceitos muito bem estabelecidos mas o Sr. mesmo deve estar ciente de que torcedor quer é resultado. E assim, seguimos acreditando.

Meira fala sobre manutenção de Autuori e reforços para 2010
O Assessor de Futebol Luiz Onofre Meira ratificou que o trabalho de Autuori é bom e disse entender as cobranças da torcida diante dos resultados. Como forma de contemporizar a situação, Meira disse que não se pode apelar ao imediatismo, pois isso não leva a nada. Meira comentou que está trabalhando na qualificação do elenco para 2010 mas não deu detalhes.
Eu só penso o seguinte: se não podemos apelar ao imediatismo, então que o Sr. Meira pare de ficar tentando iludir a torcida com vaga de Libertadores e falando que Sul Americana é prêmio de consolação. Que fale então que é hora de arrumar a casa e que farão o possível para conquistar melhores resultados. Falam o que querem sempre. Depois levam corneta da torcida e não sabem o por quê…

Tcheco defende Autuori de cobranças
O Capitão disse que os jogadores precisam assumir mais a responsabilidade sobre a campanha do time e tirar todo o peso das costas do técnico. Tcheco também comentou que, apesar de Marcelo desenvolver um bom trabalho, é importante que Victor volte logo, pois ele dá mais segurança a todo o grupo.
E tu descobriu isso só hoje, Tcheco???

Victor diz que quer fica no Grêmio
Apesar de ter recebido sondagens de times europeus, Victor afirmou que pretende seguir no Grêmio. Quanto à Copa do Mundo de 2010, nossa muralha disse que ainda tem 8 meses para trabalhar mas que suas seguidas convocações e sua regularidade no Grêmio podem ajudá-lo a fazer parte do grupo que vai buscar o Hexa.
Com Seleção ou não, dá medo não ver Victor guardando a meta Tricolor… Pronto, falei!

Roger quer voltar ao Grêmio
O meia Roger (sim, o da Deborah Secco) afirmou a amigos no Qatar que gostaria de voltar ao Grêmio em 2010. Entre outros motivos, como o futebol e visibilidade que se tem no Brasil, ele quer ficar mais perto da esposa.
Olha, tchê: depois daquela saída tua, só com muitas garantias pra tu voltar. Apesar de jogar muita bola, não podemos gastar tempo com chinelinho…

Fora isso, time do Grêmio já está definido para pegar o Coritiba. Agora, o que nos resta é torcer por mais uma vitória em casa e esperar que aconteça o melhor possível com o Grêmio neste BR 2009.

A pé ou não, SEMPRE COM O GRÊMIO!!!

Olhando atrás da cortina

Em (Corneta, Gestão do clube, Opinião) por Valdo em 01-10-2009

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Luis Onofre Meira - Diretor de Futebol

Luis Onofre Meira - Diretor de Futebol

Quando trabalhava em SP, eu tinha um coordenador que sabia menos do que eu, aliás, muito menos. O resultado disso era que cada vez que ele vinha falar comigo, as palavras da criatura entravam por um ouvido e passavam direto para o outro sem sequer serem processadas pelo cérebro, pois eu sabia que dele não viria nada que prestasse (absolutamente nada mesmo). A pessoa em questão era alguém de confiança da Diretoria da empresa, mas que não tinha a menor competência para o cargo – resumidamente, ele não era do ramo.

Bom, situando-nos agora em Porto Alegre, ano de 2009. Profundas mudanças na direção do nosso amado Grêmio. Mudanças essas que se estenderam até o futebol (tudo bem, faltou trocar o técnico bem no início do ano, mas isso é assunto para outro post tragicômico sobre o Sexy Roth) passando por várias outras áreas. Mudanças políticas, estruturais, administrativas, enfim, várias mudanças.  Entre todas elas está o triunfante retorno do  Sr. Luis Onofre Meira, que reassumiu o futebol do nosso clube do coração ( sim, o mesmo Luis Onofre Meira das Ovelhinhas está de volta).

Observando friamente o trabalho do Autuori e do Meira, e aceitando que o Autuori acerta bem o time para jogos dentro de casa e seus erros juntamente com fatores externos paranormais nos levam a perdermos fora de casa – pergunto-lhes: Qual a moral ou o conhecimento de futebol que o nosso Diretor de Futebol (ainda bem que não é vice-presidente) teria para chamar a atenção do Autuori, ou mesmo dar sugestões de escalação, contratação ou  mesmo qualquer tipo de idéias para o time do Grêmio ? Indo mais longe, que tipo de cobrança uma pessoa que NÃO ENTENDE XONGAS de futebol poderia fazer a um técnico de futebol ? Qual seria a reação de um técnico que é “da área” ao receber sugestões de alguém que nada entende de futebol (aqui assumo que ele seja um empresário extremamente bem sucedido e que entende muito de administração, repito de administração) – A minha resposta: – o técnico até ouviria, porém ao perceber que NADA PODERIA SER APROVEITADO das asneiras proferidas pelo interlocutor, faria como eu fiz inúmeras vezes com o meu ex-coordenador – IGNORARIA TUDO – ignore mode [ON].

Paulo Autuori

Paulo Autuori

Eu fico solidarizado com nosso treinador nesse aspecto. Não o vejo como uma técnico e profissional perfeito, muito pelo contrário, porém eu o vejo SOZINHO para arrumar o grupo, avaliar os jovens talentos, limpar o elenco das perebas (ex.. Joilson, Ruy, Jadilson, Orteman, etc)  e ainda sugerir contratações. Sim o vejo sozinho, pois não acredito, e tenho certeza que ninguém acredita também, que o Meira ou mais alguém no nosso departamento de futebol tenha a capacidade de ajudá-lo nisso (nem mesmo o Mauro Galvão, um cara que particularmente admiro muito, mas que está com a pessoa errada ao lado dele) – só não fico mais solidarizado, porque ele ganha muito bem para isso.

SIM, jogamos muito bem dentro do Olímpico, mas também por vezes falta algo mais fora de casa – um algo mais que muito bem poderia ser o “Loco” Pelaipe entrando no vestiário chutando a porta, ou o Cacalo “sangue nos olhos” gritando e insuflando os jogadores, ou até mesmo o “calmo e manso” Krieger que entrava no vestiário e fechava com os jogadores, fazendo-os sentir parte de um grupo fechado onde ele assumia os insucessos.  O futebol Brasileiro (BR2009) está muito parelho, “é tudo japonês” mesmo, e caímos no chavão do –se decide no detalhe-, e onde se decide no detalhe, não é com um Meira que nada acrescenta que iremos ter esse diferencial.

Não tiro a culpa de determinadas falhas do nosso treinador, porém, com essas pessoas  o “assessorando”, ficaria difícil até para o Felipão tocar esse barco, que não está furado, mas tem água dentro.

Mais do Mesmo

Em (Pós-Jogo) por admin em 27-09-2009

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gre01Dor de barriga. Às vezes quando a gente tem dor de barriga, ela sempre dá uma melhorada, nos dando esperança que passou. Aí achamos que já estamos 100% e nos atracamos como peão por dia naquele sanduíche de torresmo com geléia de mocotó e cinco queijos. Pronto. É o que precisava para mais um dia de rei (do quarto pro trono, do trono pro quarto). Assim foi o Grêmio de hoje. Após duas vitórias convincentes, sendo uma delas fora de casa, o Grêmio hoje mostrou o retorno de alguns maus hábitos, que acabaram por trazer nossa “doença” de volta.

Após a marcação do primeiro gol, numa bela jogada de Jonas e Souza, tudo parecia estar bem encaminhado. O Grêmio jogava melhor, se defendia bem e mantinha o Goiás sob controle. Aí aconteceu o pior: começamos a ver o velho Grêmio de volta. O velho Grêmio fora de casa. O Grêmio que toma um gol e se achica. Ao se achicar, convidamos o Goiás a ocupar nossa metade do campo sem devolver a gentileza. Começou a onda de ataques da equipe esmeraldina que culminou com o gol de Léo Lima. Aliás, em tempo: jogadores como Léo Lima, que foi mandado embora do Grêmio por conduta inadequada e por atentado ao pudor na pré-temporada em Caxias, merecem passar o resto da carreira jogando em times médios e terminar seus dias no futebol com 45 anos jogando no o Citadino de Quixeramobim. Inclusive, imagino que o gesto lamentável que ele fez, mandando a torcida Gremista que compareceu  no Serra Dourada calar a boca, deveria ser passível de punição. E digo mais, um jogador que manda a torcida do seu ex clube ficar quieta ao invés de comemorar com sua própria mal merece algumas poucas linhas neste blog.

gre02Quando começou o segundo tempo, aí sim, o velho Grêmio apequenado fora de casa veio com toda força. É como aquele paciente que ficou um ano fazendo terapia e daqui a pouco veio de volta aquele trauma que o mandou para o divã. É o que basta para ele começar a se piscar, se tremer e fazer uma coisa errada após a outra. O Goiás só não fez um score mais elástico porque lhe faltou qualidade no ataque.

gre03O que mais me deixa incomodado é que, diferente do que ocorreu em outras oportunidades, não houve uma intervenção direta do Autuori para explicar esta mudança de comportamento do time. Vou me explicar: já aconteceu de o Grêmio largar na frente e alguma alteração promovida pelo técnico (sacar o Jonas e colocar o Makelele, por exemplo) fez o time recuar. Não foi o caso hoje, embora tenho certeza que isso teria sido um prato cheio para aqueles que adoram cornetear o Autuori sem razão, aproveitando-se de momento e resultado. Hoje o Autuori não fez nada de errado, a meu ver. Talvez ele tenha errado pela omissão, uma vez que o Grêmio fez um segundo tempo lamentável e não vi nenhuma mexida significativa que pudesse fazer esta atitude mudar. A equipe simplesmente foi outra após levar o gol de empate.

O que nos resta agora é lotar o Olímpico no próximo dia 04/10, as 16h diante do Sport. São cinco pontos para o G4. Ficou mais difícil, mas sabemos que quando é difícil que o Grêmio gosta.

Serviço do jogo:

GOIÁS (2)
Harlei, Ernando, Valmir Lucas e João Paulo; Vitor, Everton, Fernando e Júlio César (Amaral); Léo Lima (Romerito), Iarley e Fernandão (Felipe).
Técnico: Hélio dos Anjos

GRÊMIO (1)
Victor, Willian Thiego, Rafael Marques, Rever e Bruno Collaço; Adilson (Lúcio), Fábio Rochemback, Souza e Tcheco (Túlio); Jonas (Herrera) e Maxi López.
Técnico: Paulo Autuori

Campeonato Brasileiro – 26ª rodada – 27/09/2009.
Estádio: Serra Dourada, Goiânia (GO).
Público: 12.644 pagantes
Renda: R$ 208.570,00
Gols: Souza, aos 17, e Léo Lima, aos 32 minutos do primeiro tempo. Felipe, aos 36 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Rafael Marques e Réver (Grêmio).
Árbitro: Heber Roberto Lopes. Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e Eremilson Xavier Macedo (DF).

Tá ruim, mas tá bom.

Em (Opinião, Pós-Jogo) por admin em 05-09-2009

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Tem um velho ditado que diz que nada é tão ruim que não possa ficar pior. Creio que este ditado se aplicou bem ao fiasco que vimos na tarde/noite de hoje no estádio Olímpico. Torcedor sempre gosta de ganhar, mas um empate quando se está perdendo até os 42min do segundo tempo é lucro. Vimos um Grêmio confuso e desorganizado nos apresentou um futebol inofensivo e sem objetividade. Parecia que estávamos assistindo aqueles jogos de início de temporada nos quais o time sofre de falta de entrosamento, sem jogadas ensaiadas, vários passes errados e toda e qualquer tentativa de uma jogada mais elaborada acabava fora do campo ou então nos pés de um adversário.

A torcida clamou pelo nome do capitão Tcheco. Na verdade, não é que o time jogue mal sem o Tcheco. Hoje o grande problema é que o Grêmio mudou demais para jogar sem ele. O recuo de Túlio para exercer a função de lateral direito não deu certo e ele tentou por conta própria voltar à sua posição de origem, o que quase comprometeu o lado direito da defesa, que ficou desguarnecida.

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A estréia de Fábio Rochemback ficou aquém do esperado. A torcida criou uma grande expectativa quando um jogador recém chegado já se destaca nos treinos e assume a titularidade logo de cara. Se o Grêmio dos treinos tivesse entrado em campo hoje, talvez tivéssemos obtido o resultado normal dentro de nossos domínios. Não aconteceu. Como ocorre nas partidas fora do Olímpico, vimos um Souza apagado, com vários passes errados e sem o seu brilhantismo característico.

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Por outro lado, A entrada de Herrera, Tcheco e Joilson deu uma nova forma ao time. Motivados pela torcida, ajudaram o time a ir para cima do adversario, utilizaram as laterais de campo e criaram oportunidades. Somado a isto, vale destacar a grande atuação do garoto Mário Fernandes. A diretoria mostrou que acertou ao acolhê-lo de volta após o incidente ocorrido no início do ano. Seguro de si, preciso nos desarmes, subindo quando necessário e até dando uma de goleiro quando o jogo ainda estava em 0×0, esta jovem revelação já deixou de ser uma promessa para cair nas graças da torcida e do técnico Paulo Autuori.

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Aliás, falando em Autuori, creio que o mau resultado de hoje tenha, sim, passado pelo técnico. Existe uma máxima no futebol que diz que, quando um jogador vai mal, a culpa é do jogador. Quando um time todo joga mal, a culpa é do treinador. E o Grêmio não tem maus jogadores. Acho que na partida de hoje, Autuori errou por mudar demais. O Professor abusou da confiança já conquistada pelo torcedor e foi muito ousado nas alterações. O resultado disso vimos em campo.

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Em tempo, o sempre criticado Jonas, que contrariando as críticas é o mais novo artilheiro do campeonato brasileiro com onze gols, foi do céu ao inferno em cinco minutos. Autor do redentor gol de empate, que garantiu ao Grêmio a manutenção da impressionante invencibilidade de um ano dentro de seus domínios, o artilheiro tricolor perdeu um gol feito, já nos acréscimos, onde fez tudo certo ao cortar os zagueiros, portanto atirando por cima das traves defendidas por Viáfara.

Serviço do jogo:

Grêmio:
Marcelo Grohe; Túlio (Joílson), Mário Fernandes, Réver e Lúcio; Adílson, Fábio Rochemback, Souza e Douglas Costa (Tcheco); Jonas e Perea (Herrera).
Técnico: Paulo Autuori.

Vitória:
Viáfara; Apodi, Fábio Ferreira, Wallace e Róbson; Uelliton, Vanderson, Magal e Leandro Domingues (Marco Aurélio); Neto Berola (Jackson) e Roger (Carlos Alberto).
Técnico: Vágner Mancini.

Gols:
Grêmio: Jonas, aos 41min, no 2º tempo.
Vitória: Neto Berola, aos 40min do 1º tempo

Cartões Amarelos:
Grêmio: Lúcio, Joílson e Herrera.
Vitória: Uelliton, Magal, Róbson e Wallace

Cartões Vermelhos:
Grêmio: -
Vitória: Magal.

Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO), auxiliado por Márcio Eustáquio Santiago (MG) e Carlos Berkenbrock (SC).

Próximo confronto:
O Grêmio volta a jogar no próximo domingo, dia 13 de setembro, às 18h30min, pela 24ª rodada do Brasileirão. O Tricolor visita o Náutico, no Estádio dos Aflitos, em Recife (PE).

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