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Torcedor Gremista, após muito tempo sem a participação do associado nas decisões tomadas no clube, finalmente temos a oportunidade de ratificarmos algumas, e por isso chamo a sua atenção para um compromisso que tens no sábado dia 29 de Outubro, das 09:00 às 15:00 - Votação para ratificação (ou não) no CD dos seguintes assuntos:
1) Redução de 30% para 20% do percentual mínimo de votos necessários na assembléia geral para eleição de chapa para o conselho deliberativo;
2) Redução de 30% para 20% do percentual mínimo de votos necessários no conselho deliberativo para aprovação prévia de chapa para concorrer ao conselho de administração do Grêmio;
3) Substituição de conselheiros titulares por suplentes em caso de ausência;
4) Inclusão do ficha limpa para eleições dos conselhos administrativos e deliberativos;
5) Obrigatoriedade de nomeação das comissões permanentes do CD.
Importante - para votar é necessário:
Gremista, antes de qualquer coisa, faça sua parte confirmando importantes conquistas obtidas pelos sócios no conselho deliberativo - caso não concorde com as decisões vote não, mas não deixe de participar. Ainda estamos longe do ideal em termos de participação ou mesmo de administração competente, porém algo já foi feito.
Depois de cumprido se dever como sócio apoie o Grêmio rumo a vitória e a conquista dos 3 pontos no jogo do domingo!
O edital de convocação na integra:
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O jogo de ontem Pelaipe definiui bem: CATASTRÓFICO. O time empolga e desempolga de um jogo pra outro, num piscar de olhos.
Empatar com o Santo na Vila não seria mau resultado, visto que o Santos é o atual campeão da Libertadores e sempre nos complica lá. Mas felizmente saímos de lá com a Vitória. Depois disso, o jogo fora contra o América Mineiro, o último colocado no Campeonato Brasileiro. E apesar da frase ter rimado involuntariamente, o time não rimou. A vitória tinha que ser certa, mesmo que fosse 11 contra 11 em campo.
Não é uma questão de desrespeito, é uma questão de tradição, colocação e time. E depois da expulsão de um jogador do América-MG, a vitória era mais que brigação.
Viramos o jogo e deveríamos ter saído de la com a vitória. Uma vitória um tanto folgada, visto as chances que perdemos. Mas não. Mais uma vez, por trocas erradas, postura errada e displicência tradicional, deixamos o adversário empatar, quase no final do jogo.
Alguns ainda acreditavam em Libertadores, e Paulo Pelaipe praticamente descartou essa chance. Então, hoje quando abro um site de notícias vejo a declaração de Pelaipe: "Precisamos de título. O torcedor está cansado."
Sim, Pelaipe, estamos cansados. Cansados de desorganização na administração do clube, cansados de falta de profissionalismo, de falta de planejamento (tanto falado). Cansados de equipes sem postura, sem ambição, sem brio. Cansados, de ficar na fila e de pessoas que iludem a torcida. E o que vejo, logo depois de dizer que estamos cansados, é outra declaração tua:
— Vamos ter Gauchão, Copa do Brasil, Brasileiro e Sul-Americana. E vamos jogar as quatro com uma equipe para vencer. Queremos formar um grupo e uma equipe vencedora. O Grêmio vai fazer uma equipe forte e competitiva para o ano de 2012.
Essas promessas, vamos guardar e nos lembraremos, sem sombras de dúvidas (mas sem sombra de dúvidas mesmo), no final do ano. E não vimos essa promessa referente somente a jogadores, mas a técnico competente também.
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Pelé ainda desfilava sua genialidade em campo, sim, em 1972 Pelé ainda jogava, e foi nesse ano a última vez que os celestes venceram o alvi-negro praiano, 39 anos atrás, aaah transcorre o tempo no olhar, e se fecho os olhos sou capaz de me lembrar daquela magnífica Copa de 70, o melhor futebol do Mundo era real, era Brasileiro, aaaai os calções curtos, calor, altitude e deliciosos feijões mexicanos que eu e Pedro degustavamos nas saudosas noites aztecas.
De lá para cá, o Grêmio conquistou, o Brasil, a América, o Mundo, mas não conquistava vitórias fora de casa contra o peixe, até hoje. Com cerca de 28 minutos de jogo, tudo mudou, André Lima sofreu pênalti, Douglas cobou, o goleiro defendeu e Escudero marcou, foram necessários três jogadores para fazer um gol, para acabar com um jejum de 39 anos sem vencer o Santos em Brasileiros.
Chovia, o campo estava escorregadio, a bola traiçoeira e o Grêmio com um entrosamento raro, alguns profetas do desastre falavam em goleada, derrota acachapante, que Borges faria muitos gols, aaaai não, nada disso aconteceu, hoje, Victor estava seguro, A zaga bem posicionada, o meio criava e o ataque, com André Lima, tentou, investidas paravam no goleiro dos praianos.
Sonha-se com a Libertadores? Sim, ainda sonha-se, um sonho daqueles que ocorrem perto da hora de acordar e encarar a dura realidade, mas ainda assim um sonho, tênue, quase um devaneio de olhos abertos, o Grêmio demorou para reagir no campeonato, os pontos que escaparam em casa fazem falta agora.
Mas se depois de 39 anos o tricolor venceu o Santos, o que parecia impossível, por que são sonhar com 24 pontos e tornar o sonho da Libertadores tão real quanto aquele futebol -arte da década de 70.
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Aproveitando o mote do corneta escrevo sobre a praia de belas, aaaah que maravilhoso viajar no tempo, com aquele sabor especial das recordações.
Lembro que íamos, eu e o Guiga, um negro serelepe, que diziam ter o corpo ensebado, tamanha era a dificuldade de marcá-lo no futebol, fazíamos nossas goleiras com as chinelas e no final, após estarmos encharcados de suor, apostávamos corrida até o Guaíba, para ver quem seria a mulher do vigário, o último a cair nas refrescantes águas do então rio. Bons tempos.
Bons tempos também eram aqueles em que o Grêmio era imbatível dentro de sua casa, perdia sim, claro, mas os adversário precisavam verter sangue pelos poros para sair com os três pontos.
Ontem sequer precisaram suar muito, terminava o primeiro tempo e já estava 2x0 para o Figueira, ao natural, ao meu ver com uma leve falha da águia tricolor, Victor, no segundo gol.
O segundo tempo trouxe um Grêmio mais voluntarioso, porém sem objetividade, bolas loucas alçadas na área, mas sem ninguém capacitado a cabeceá-las. Edcarlos marcou o primeiro dos celestes, mas logo depois o figueirense ampliou, era a pá de cal, a mesma pá de cal que soterrou minhas memórias quando resolveram aterrar o balneários da beldades, triste, mas real, igual ao Grêmio dos dias atuais.
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Você conhece o Parque Marinha do Brasil? Sim? Não? Pois bem: é um parque sito em Porto Alegre, nos arredores do Centro e da Cidade Baixa, oriundo do aterramento da (então) Praia de Belas, aonde várias raparigas do início do século passado refrescavam-se nas (então) límpidas águas do (então) Rio Guaíba (muito provavelmente o professor RCOstermann poderá descrever muito melhor esse ambiente. Ou não.).
Quem nunca matou uma aula sequer ou marcou o treino do seu time para os torneios interséries de inverno para ir jogar seu futebolzinho nas quadras de handebol (porque estas quadras eram maiores)? Hein? Doces lembranças pueris de quando as obrigações não eram tão complexas como são hoje. Tabelinhas inconsequentes, jogadinhas de dribles apenas para passar e voltar – nada objetivo, apenas um momento de descontração entre amigos.
Porque lembramos desses bons momentos no Marinha? Porque vimos exatamente esse tipo de ambiente no Olímpico, após o terceiro gol do Figueirense. O time catarina ficou fazendo linha de passe praticamente dentro da pequena área, passando a bola lateralmente sem definir para as redes enquanto vários jogadores gremistas ficavam fazendo pose de açucareiro no meio campo. Piada.
Celso Roth fez, em Curitiba, alterações inconsequentes que trouxeram o time demais para o seu campo. Ontem, Celso Roth fez alterações inconsequentes que jogaram o time para cima sem qualquer produtividade. Celso Roth demonstra sua principal capacidade e ao mesmo tempo seu principal defeito: sempre é elogiado pelos dirigentes como um profissional que tem capacidade de formação de time – seus times são sempre sólidos, com dedicação e posicionamento. O seu maior defeito é oriundo disso: quando necessário, não tem a mínima capacidade de mudar a visão de jogo. Sair do seu esquema exaustivamente trabalhado não é de sua índole – e, sendo assim, se vê sucessivamente surpreendido quando o técnico adversário entende sua mecânica de jogo e atua exatamente para bloqueá-la. Aí, acontecem as coisas como vimos ontem. E o pior é que a sucessão dos jogos parece nos dar assunto ainda para mais colunas até o final deste campeonato...
Victor precisa parar de passar Manteiga Aviação nas luvas. Rafael Marques precisa ir carpir. Edcarlos poderia fazer uma dupla sertaneja em Edmonton, Canadá. E, principalmente, muitos tem que calar a boca e começar a planejar 2012 olhando exatamente como vemos esse cenário, que é óbvio até para o Jatobá.
Como última conclusão, perguntamos: será que o Luciano Ratinho está disponível no mercado? Pelo menos ele era acostumado com o Marinha (http://www.google.com.br/url?q=http://esportes.terra.com.br/futebol/noticias/0,,OI330903-EI17400,00-Demitidos%2Bjogam%2Bpelada%2Be%2Bcriticam%2Btecnico%2Bgremista.html&sa=U&ei=7faWTrGPBYbx0gH9nvTTBA&ved=0CC4QFjAJ&usg=AFQjCNEDuzDGImVsLMYdDoAVFYzk-gs4Pg)...
Até a próxima coluna!
Doutrinador & Conselheiro
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Jorge Furtado rodou no litoral gaúcho e lançou, em 2002, um filme chamado “Houve uma vez dois verões”, que narra a história de Chico, um piá, como todo piá portoalegrense que vem pra praia e acha que aqui é um mundo paralelo, e o seu romance de verão. Quando digo aqui, falo com propriedade: eu moro em Cidreira e sofro de uma doença chamada localismo. Acompanhado do Juca, um arigó que não pega ninguém e tá lá só pra polentiar, Chico corre atrás da guria que o iniciou nas atividades sexuais.
Em um breve resumo, a guria faz o cara de otário umas quantas vezes. Ele até fica com ela uma vez ou outra, mas normalmente, é escurraçado por ela, enganado, ludibriado. Se essa guria fosse de metal, com um bonequinho no alto, plaquinhas dos campeões na base e que atendesse pela alcunha de “La Copa”, muito prazer, meu nome é Grêmio, mas pode me chamar de Chico.
Roza com Z, a guria do Chico, e a Libertadores, a nossa obsessão, assim como acontece com grande parte do piazedo e com aqueles que metem a faixa no peito de campeão da América, ambas viram objetos de desejo, as quais se buscam quase a qualquer preço. Tranformam-se numa cachaça. Os agraciados tornam-se Michael Douglas, ou são acometidos por um desejo desenfreado de tornar-se “Copero”. Pontos corridos possuem toda a emoção de um campeonato de xadrez. É no mata-mata que se fazem homens. Não é no facebook que se pega mulher. É na abordagem no balcão do bar.
Assim como Chico, uma vez bordada a estrela sobre o Brasão, queremos mais e mais. Não outras mulheres, não outros títulos. Queremos ela. La Copa. Assim como Chico, que percorre outras praias do litoral num bumba aqui conhecido como “Rei do Peixe”, e sem sucesso, nós nos embretamos em pré-Libertadores, classificações suadas, busca por pontos lá aos 45 do segundo tempo, no fechar das cortinas dos campeonatos. Chegamos perto, mas nunca mais a tocamos. E ainda vimos o arigó do Juca comer gente. 2 vezes.
Mas assim como Chico, não desistimos. E nunca desistiremos. É a nossa obsessão. Ela tá gravada no coração dos Gremistas, e o Grêmio tá marcado nela, em duas placas, 1983 e 1995. Enquanto respirarmos, vamos buscar La Copa, ainda que inúmeros empecilhos se apresentem, ainda que diversas vozes falem no contrário, ainda que ela pareça por inúmeras vezes uma cadela ingrata, nós queremos ela.
Eis alguns comentários que ouvi nesses dias: gremistas fatalistas dizendo que já que não temos time pra ganhar a Libertadores, que tentemos a Copa do Brasil. E eis o que acho: prêmios de consolação encontram lugar no lado de lá da Padre Cacique, com copas surugas e o escambau. Eu não quero qualquer guria. Eu quero ela. Eu quero aquele final feliz, nas dunas de Cidreira, a família correndo, feliz no meio do Nordestão. Eu quero La Copa. E eu ainda tenho mais uma ficha pro fliper.

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Relembre-se sempre do número cinco. Cinco. Deles falaremos muito durante essa coluna.
Sábado último, dia quente, Doutrinador e Conselheiro – como de hábito – reúnem-se para o combo jogo + churrasco a fim de assistir mais uma temerária partida de futebol – onde nosso indigitado treinador ousa escalar, mesmo sem os jogadores mais adequados, o mesmo esquema de jogo que vem apresentando sucesso nas últimas apresentações. Fato impressionantemente inacreditável para um organizador de times que tem como predileção escolher jogadores que guardam posição de forma mais recuada – entendendo que os jogadores que vestem a jaqueta número cinco possuem a capacidade inefável de adaptação a qualquer lugar dentro de campo (sim, alguns nós achamos que podem se adaptar a diversos lugares – principalmente FORA de campo). Mas...
Uma armadilha seria pespegada ao nosso guardião da distribuição das camisas: seu elenco. Além de falho, ainda por cima instável. Por primeiro, um dos zagueiros enviados ao estado do Paraná não pode entrar em campo – e, com uma alegria incontida e um sorriso escondido no rosto, o primeiro volante reserva assume a posição de zagueiro. Até aí tudo bem – mas, se observarmos bem o primeiro gol, após a defesa de Victor rebotar na trave, Marco Aurélio recebe a bola onde outro zagueiro deveria estar presente e chuta no ângulo contrário ao que Victor poderia defender. 1x0 Coritiba.
Pior: um dos únicos atacantes ainda passíveis de escalação do Grêmio em seguida se lesiona. Outra vez, com um recôndito riso irônico no canto direito da boca, Adilson – que seria um excelente diretor do Instituto Desejo Azul, diga-se de passagem – aquece e entra em seu lugar, tomando a posição de Diego Clementino – que é posicionado como último atacante. É ÓBVIO que essa modificação só manteria o Grêmio em seu campo, dado que Clementino é uma caricatura de atacante. Trabalho árduo sem qualidade não habilita ninguém a jogar futebol; fosse assim, tanto Doutrinador quanto Conselheiro seriam zagueiros da seleção uruguaia desde 1989, mais ou menos, e manteriam-se como titulares colocando aqueles gurizinhos como o Lugano na impiedosa reserva. Dedicação única e exclusivamente não resolve nada.
Ademais, a leitura de Roth sobre determinados jogadores cada vez mais é equivocada. Nosso simpático amigo Adilson é tido pelo nosso fieldman-in-chief como um jogador capaz de ocupar, num esquema 4-2-3-1, a posição do lado direito de meio-campo. Pois somos obrigados a dizer, técnico amado: NÃO É. Mesmo com a lentidão açoriana de Marquinhos, este último tem qualidade de passe que permite jogar no meio-campo. Adilson, para acertar um passe, tem que recuar a bola. Não se adapta a jogar pra frente, fazendo apenas desarmes – o que é insuficiente para tal distribuição em campo. Este número cinco não nos resolve mais, infelizmente – e, mesmo que a nossa fábrica de volantes (também conhecida como “categoria de base”) produza cada vez mais essa estirpe de jogadores, não adianta colocarmos cinco deles em campo. Não chegaremos a lugar nenhum.
Eu falei cinco? Pois é. Cinco. Cinco cincos, porque William Magrão entrou também. A proporção de volantes chegou a 45,45% do time (poderiam ser 50% se considerássemos somente os jogadores de linha), quando a proporção aceitável seria algo como 18,18%. A impressão que dá é que Roth foi forjado nas duras lides da década de 70, em que times possuíam volantes que sabiam jogar – não só marcar ou desarmar. Batista (tanto o desmaiador quanto o Sérgio Batista, argentino das décadas de 80-90) ou Dinho, que ao mesmo tempo que sabiam como acabar com a jogada do adversário também sabiam armar jogos. E isso, ultimamente, nossos cinco não sabem.
A única benesse que talvez tenhamos tido é que não tomamos cinco. Poderia ser pior.
Até a próxima coluna!
Doutrinador e Conselheiro
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Desfalques, mais desfalques após o jogo.
Celso Roth tem uma nevralgia complicada para o próximo jogo, Brandão machucou-se, quando parecia que desencantaria, sofre lesão e para. Há mamute, um garoto de 16 anos, imberbe, mas visto como forte promessa no Olímpico, nesse caso há que se ter cuidado, pode-se queimar um jogador de futuro.
Douglas volta, faz falta, o Maestro sabe preencher o meio de campo celeste, as jogadas de criação passam por ele, a visão e cadência de jogo, passam por ele, é necessário, sua displiscência quase que profissional, esconde um jogador diferenciado, Douglas conhece a bola e se enamora dela, faz falta ao time.
Embora a posse de bola sorrisse aos celestes, a efetividade foi quase nula, apenas um chute, que foi desviado, ainda no primeiro tempo, após boa jogada de Júlio César.
Foi o Coxa que abriu os marcadores, aaah o coxa, assim chamado porque era time de alemães, e os adversários locupletavam-se achincalhando os arianos, pela brancura de suas coxas, coisas do futebol. Pois bem, num chute de longe, de Léo Gago, a bola foi suavemete desviada por Victor, beijou com violência o poste e sobrou para Marcos Aurélio, chutar alto, forte e no ângulo inverso de Victor, 1x0 para os paranaenses.
O segundo gol dos paranaenses foi no segundo tempo. Jéci cabeceou para baixo, com força, uma cabeceada de cartilha, alguns poderão dizer que Victor falhou, não, não falhou, Victor não é um Gordon Banks, que defendeu uma cabeçada de Pelé de uma maneira tão bela e estética, que deveria ilustrar as paredes de qualquer um que queira ser arqueiro algum dia, não por menos foi escolhida a mais bela de todas as defesas da história das Copas. Victor portanto não falhou, uma bola daquelas, até mesmo para a águia Tricolor é indefensável.
Coritiba 2x0 Grêmio, a sequência de vitórias celestes foi interrompida, mas existe o fiqueirense logo a frente para se reabilitar e quando penso no figueirense, me vem a memória aquele magnífico turbilhão de gols de 2008, lendário.
Boa semana a todos.
Raul Costa Ostermann
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Nesse sábado acontecerá a 4ª edição do Gre-Nal Solidário, em comemoração ao Dia da Criança.
Mais uma vez, o Núcleo de Mulheres Gremistas se junta ao núcleo feminino do co-irmão e buscam ajudar as crianças necessitadas com brinquedos e fraldas, que serão doados para instituições carentes.
A arrecadação será feita em frente ao Colégio Uruguai (Av. Goethe) das 10:00 as 16:00hs.
E no Estádio Olímpico, também no sábado, às 15hs, será realizado um GRE-nal com ex-atletas em benefício do Educandário São João Batista, Casa do Excepcional Santa Rita de Cássia, Feci (Fundação de Educação e Cultura do Sport Club Internacional) e IGT (Instituto Geração Tricolor).
Participe!