Um feliz Natal!

Em (Professor RCOstermann, Uncategorized) por RCO em 25-12-2011

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Lembro do natal como algo mágico, papai acendia o seu cachimbo e embriagava a casa com o cheiro de tabaco, minha mãe cozinhava os quitutes próprios de dona de casa prendada que era. Eu aguardava com uma ânsia transcedental a vinda do Papai Noel que, segundo me diziam, só vinha a noite porque tinha medo que as crianças puxassem-lhe sua barba.

Após a missa voltávamos para a casa e os presentes repousavam sob a árvore, furtivamente colocados na nossa ausência, lembro de sair para a rua e encontrar o Guiga, aquele negrinho serelepe, quase sempre munido de uma bola, éramos felizes até tarde, jogando e brincando com nossos presentes trazidos pelo bom velhinho.

Mesmo que a magia tenha-se perdido com o tempo, o natal ainda me traz momentos mágicos, sentado ao meu lado, meu neto pergunta se Papai Noel recebe as encomendas por e-mail, lembro das músicas natalinas, olho para o lado e a maioria tem estes dispositivos para ouvir músicas.

Aos celestes Papai Noel tem sido bondoso, já trouxe dois importantes reforços, Marcelo Moreno e Kléber, tem ainda Sorondo, pode ser que seja importante, o tempo dirá.

O certo é que o natal já não é mais o mesmo, perdeu-se a magia, agora tudo é um tanto previsível, nem o amigo oculto é vertido de surpresas, cada um pede o que quer com valor estipulado.

No futebol não, aaaah não, a surpresa está em cada contratação, cada novo anúncio, cada nova especulação, cada notícia que sai sobre algum possível reforço, Esses anúncios fazem com que o torcedor se sinta novamente uma criança dos velhos tempos, esperando com uma ânsia ancestral pelo seu presente.

Para esses, Papai Noel costuma vir durante o dia, nos noticiários, sem medo nenhum que alguém lhe puxe a barba, talvez, apenas, as orelhas!

Um Feliz Natal aos leitores celestes desse inominável blog!

Bela vitória

Em (Pós-Jogo, Uncategorized) por Valdo em 11-09-2011

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Eu sei que é difícil uma vitória não ser bela, no entanto há vitórias e vitórias, e essa de hoje foi com V maiúsculo. Em um domingo de sol de temperatura agradável a torcida Gremista compareceu em um bom número (30 mil) e apoiou o time, que em campo se entregou ante a um forte adversário. 

Como sempre, não faremos uma análise tática e detalhada do jogo, mas sim falaremos sobre alguns destaques positivos e outros negativos:

 

O arbitro: Não, ele não é ladrão, pois para ele ser ladrão ele tem que melhorar muito. Ele é muito ruim mesmo, e infelizmente estragou parte do espetáculo.

 

Laterais: A vitória Gremista passa pelas laterais do campo. Julio César e Mário deram um show a parte nas laterais do campo - tanto que o gol do Douglas nasceu de uma baita jogada do camisa 6 Gremista.

 

Amor e Ódio: Que relação intensa essa entre a torcida e seu camisa 10, Douglas - horas de ódio absoluto, horas de juras de amor. Confesso preferir a segunda, pois é resultado da entrega em campo e de um ótimo momento do jogador e consequentemente do time.

 

MESTRE: Sim, escrevi em maiúsculo pois ele merece que assim seja: Celso Juarez Roth, que tantas vezes foi criticado pela torcida do Grêmio e aqui nesse mesmo blog deu nova cara ao time - ele organizou muito bem o time com os jogadores que tem e no decorrer de uma partida você pode ver o time jogando de formas diferentes porém sempre muito bem organizado. (nunca pensei que um dia escreveria isso).

 

Show: A torcida foi um show a parte - que seja sempre assim, fazendo festa e cantando, pois as arquibancadas foram feitas para isso!

 

E para encerrar: PARABÉNS AOS ENVOLVIDOS!

 

Vídeo do gol e serviço do jogo:

 

 

GRÊMIO  1 x 0 São Paulo


Grêmio: Victor, Mário Fernandes, Saimon, Edcarlos e Julio Cesar; Adilson, Fernando, Marquinhos (Miralles, aos 24'2T), Douglas e Escudero; André Lima (Brandão, aos 40'2T). Técnico: Celso Roth

São Paulo:Rogério Ceni; Piris, João Filipe, Rhodolfo e Juan; Wellington, Casemiro (Jean, aos 27'2T), Carlinhos e Cícero (Willian José, aos 29'2T); Lucas e Dagoberto (Rivaldo, aos 35'2T). Técnico: Adilson Batista

Árbitro: Héber Roberto Lopes (Fifa-PR), auxiliado por Roberto Braatz (Fifa-PR) e Bruno Boschilia (PR)

Renda/Público: R$ 561.727,00 - 30.078 pagantes.

Gol: Douglas

 

Professor RCOstermann: Enxaqueca para Renato?

Em (Uncategorized) por RCO em 07-06-2011

Colaboração mais do que especial de Raul Costa Ostermann no APB

 

Renato tem um bom problema pela frente, algo que todo técnico anseia, a dor, aaah a dor, há os que dela reclamam, mas Renato se diverte com ela.

A enxaqueca que o comandante dos celestes tem, provém da lateral direita, ali onde os quero-queros aninham-se na mais impoluta foma de amor, ali onde Arce já desfilou altivo, soberano, temido e respeitado.

Ali onde Gabriel haveria de ter perdido a sua inspiração, esse mero descuido foi fatal, tão fatal quanto um olhar fulminante de mãe, fatal como o rasante de uma águia, fatal como o menosprezo da mulher amada. Gabriel perdeu sua inspiração, e Mário Fernandes a encontrou, guardou-a nos bolsos e dela não se desfez mais, a carrega, se enamora dela, exibe-se orgulhoso com ela de mãos dadas.

Fernandes mostra-se como um doidivano, com disciplina, carrega consigo carrilhões de vontade e gana, é forte resoluto e não se deixa intimidar.

Porém Gabriel volta, e com a missão de recuperar seu lugar no time, com a vontade da criança entre os adultos, com a temeridade do virgem frente a mulher amada, tem contrato renovado, precisa mostrar valor, importância e amor.

A enxaqueca de Renato, teria cura essa enxaqueca no garoto este, este menino que já recebeu o cognome de Doril? A escalação de Mário pode ser o remédio dessa enxaqueca prazerosa que Renato enfrenta!

Sempre lembrando que sou fake, porque, porque... aaaai Diabo, porque mesmo sou fake?

 

Raul Costa Ostermann

www.twitter.com/RCOstermann

Grêmio na Final!

Em (Uncategorized) por RCO em 24-04-2011

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Antes de se falar do jogo de hoje, disputado no lusco-fusco deste Sábado de Aleluia, há que se falar do gramado, ou melhor, de sua artificialidade, como os mais jovens gostam de dizer fake, falso, uma imitação. Dificulta, e isso é óbvio, a mobilidade de quem joga nele, quem não é acostumado a este tipo de piso, pode sofrer consequências.

 

O time do Grêmio jogou com uma formação losangular em seu meio, Rochemback numa ponta, Douglas noutra, Adilson e William completando o desenho, Renato, com isso, tentava dar mais consistência a defesa e diminuir os espaços do time de escudo estrelado, funcionou em partes, o Grêmio foi mais ousado, atacou mais, mas ousado mesmo foi Leandro, um drible seco e de perna canhota um gol magistral, um brinde ao entardecer de tonalidades instigantes, uma ode ao futebol moleque, Leandro a jóia do Olímpico, talvez ainda precise de algumas lapidadas, algumas arestas a serem aparadas e receber um polimento, mas é jóia rara, daquelas que merecer estar na vitrine, mas cuidado, tudo o que esta na vitrine sempre é mais desejado, mais cobiçado, aaaah a cobiça, essa gananciosa sede de desejo por coisas que pertecem a outros, pode ser até mesmo patológica.

 

Se o Grêmio tinha medos, estes se traduziam na bola aérea, com a lesão de Victor, mais motivos tiverem os celestes para temer as bolas alçadas na área, e assim o foi, nas duas vezes em que o Cruzeiro encontrou a igualdade no placar, foram com bolas que chegaram voando na área tricolor. A primeira bola aérea a ir descansar nas redes de Marcelo foi cabeceada por Claudinho, o Cruzeiro, logo no início do segundo tempo igualava o marcador pela primeira vez.

 

O Grêmio seguia com volúpia lançando-se ao ataque e, como Renato sempre pedia, com um chute de fora da área William colocou novamente os celestes em vantagem. Renato diz, com sapiência, que o jogador deve gostar do gol da mesma maneira que gosta de mulheres, e Willian entendeu o recado, foi conquistador, encheu-se de coragem e desferiu um chute, como na conquista, tinha um objetivo, mas ouve uma interferência, aaah essa interferêcia que deu novas nunances ao chute de William, ao sofrer tal desvio, foi descansar calmamente o fundo das metas Cruzeireinses, como na conquista da mulher amada as vezes contar com uma interferência de terceiros ajuda no objetivo final.

 

Mas o Cruzeiro novamente igualava o placar, novamente com a bola aérea, desta vez com Léo Maringá, os beques foram meros espectadores do tento Cruzeirense. Pênaltis se desenhavam no horizonte da já noite porto alegrense.

 

Mas, como que a irônia, um zagueiro deu a vitória ao Grêmio, Rafa Marques esticando-se conseguiu empurrar a bola para o fundo das redes, talvez a redenção do pecado dos zagueiros passivos, talvez uma maneira de pedir desculpas, talvez um problema a mais para Renato resolver na terça, contra os Chilenos. Aguardaremos.

 

Maravilhosos entardeceres a todos.

Prestigie-me no twitter @RCOstermann

 

[Pós-jogo] Grêmio x Cruzeiro – Serviço do jogo

Em (Pós-Jogo, Uncategorized) por Valdo em 13-03-2011

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Grêmio 0 x 2 Cruzeiro-PA

 

GRÊMIO
Matheus; Maylson, Mário Fernandes (Saimon), Neuton e Bruno Collaço; Fernando, Emerson, Vinicius Pacheco (Mateus Magro) e Carlos Alberto; Diego Clementino e Wesley (Lins).
Técnico: Renato Portaluppi

 

CRUZEIRO-PA
Fábio; Márcio (Alex), Léo, Claudinho (Sandro) e Léo Maringá; Alberto, Almir, Faísca e Diego Torres; Jô e Rafael (Juninho).
Técnico: Leocir Dall'Astra

 

Gols:
Grêmio:
Cruzeiro-PA: Diego Torres (33min/1ºT), Almir (18min/2ºT)

 

Cartões amarelos:
Grêmio: Carlos Alberto
Cruzeiro-PA: Léo, Almir e Sandro

Cartão vermelho:
Grêmio: Carlos Alberto

Árbitro: Márcio Coruja
Assistentes: João Lúcio Monteiro de Souza Júnior e Renata Schaefer

 

Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS)
Data: sábado, 12 de março de 2011

Público total: 8.304
Público pagante: 6.845
Renda: R$ 93.223,50

Na bagagem, a liderança perdida

Em (Uncategorized) por Rodrigo Mallmann em 25-02-2011

Os arredores do jogo demonstravam o que muitos podiam esperar. Uma desorganização que beirava o varzeanismo, uma falsa sensação de segurança, com policiamento reforçado por causa das manifestações dos mototaxistas da cidade, mas “los policias” não demonstravam qualquer segurança nem mesmo para si próprios. Informações desencontradas, que me fizeram entrar ao estádio na torcida adversária, e que fui salvo pela torcida do Grêmio que adentrava ao campo no mesmo momento, e pude então me sentir em casa. O estádio não estava cheio, como prometiam os colombianos. E também não senti a tão anunciada pressão imposta pelos “barra bravas” de Junior.
 

Dentro do estádio, a torcida do Grêmio era atração turística. Antes do jogo, muitos shows, danças e tudo o mais. Enquanto o Imortal aquecia, dançarinas de cumbia se apresentavam na pista atlética. Tudo em comemoração ao carnaval que se aproxima. Confirmava-se a idéia de que pensavam mais na festa do que no jogo. Ledo engano. A equipe de Junior veio com gana. E o fator local não foi tão decisivo assim, a meu ver. O que faltou realmente foi empenho dos que vestiram a Celeste.
 

O resultado foi justo. A ave negra que pousou no Estadio Metropolitano durante o treinamento, não serviu para amaldiçoar os locais, mas sim os visitantes. Um gol cedo, e um time que se acomodou e evitou o ataque. Um meio campo pouco expressivo, um ataque mal alimentado, um lado direito inoperante. Mas se era hora de errar, erramos. Deixamos em Barrranquilla a chance de sermos líderes do grupo. Mas isso não chega a ser uma preocupação imediata. Quanto ao juiz, a mensagem é a mesma do Valdo: a banca paga e a banca recebe. Não cabe chorar. Isso não é algo que nos é comum.
 

Quanto a violência contra o ônibus do Grêmio, o que consta na imprensa colombiana é que foi uma reação dos mototaxistas, e não propriamente da torcida do Junior. Mas fica o aviso aos colombianos: resposta foi mandada antes mesmo de nos retirarmos do estádio. Com a marcação típica do bumbo da Geral, o Metropolitano pode ouvir: Hay que ir a Porto Alegre. Devolveremos tudo dentro do campo.
 

 

Rodrigo Mallmann: Gremista, Gaúcho e Maragato. Nessa ordem. Carne moída é guisado, bolinha de gude é bolita. Pseudo-filósofo e jogador profissional de Super Star Soccer 1996. No Monumental desde piá ranhento. Sempre pelo Tricolor.

 

pré-jogo: Grêmio x Ypiranga

Em (Pré-Jogo, Uncategorized) por admin em 19-01-2011

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E lá se vai o Grêmio cumprindo tabela do primeiro turno do Gauchão pras bandas de Erechim. O time que vai enfrentar o time do Ypiranga possui diversos nomes desconhecidos, da base tricolor, que terão o dever de honrar o manto enquanto o time principal segue se preparando para o jogo contra o Liverpool. O motivo para tanto resguardo é simples e todos nós ainda pensamos o porque de tantos jogos em apenas uma semana, a primeira da temporada, em que os jogadores ainda não estão em condições de completar 360 minutos em campo em 7 dias (se é que durante o ano isso é possível...) Não existe uma lei que proíbe tantos jogos em intervalos tão pequenos?

 

Gauchão é isso... um desdém. Ninguém quer ganhar, mas ninguém admite perder. Se ganhar, não fez mais que a obrigação. Caso perca, é bom repensar o ano e se preparar para competições "de verdade". Se coloca reservas ou time misto é porque nao se importa, se coloca time titular é porque valoriza demais a competição. Em parte, é isso mesmo. Gauchão para clubes, jogadores e torcida só vai ser importante na reta final. E a quem podemos culpar? Tenho uma idéia....

 

Buenas, o jogo é no horário das 22hs no estádio Colosso da Lagoa e o Grêmio com certeza irá enfrentar um time que vem se preparando para a partida e com a torcida confiante em um bom resultado. Do time que viajou, alguns nomes já conhecidos do torcedor que serão testados na formação, outros meninos sendo observados e Mario Fernandes deve voltar a jogar uma partida pelo Grêmio. o time deverá entrar em campo com Marcelo Grohe, Mário Fernandes, Neuton, Bruno Collaço, Adilson, Mateus Magro, Pessalli e Roberson.

 

Temos jogo hoje a noite, valendo pela segunda rodada do gauchão, mas o que todo mundo quer saber é se Renato vai estar com o grupo em todos os jogos, como ficou a questão da cota do Grenal em Rivera, vinda de reforços e tudo sobre o primeiro jogo do Imortal na busca de mais uma Copa Libertadores.

 

 Adriana Barcellos é gremista, porto alegrense, baixinha e, logicamente, invocada. Não usa vermelho e nessa vida louca, a única constante é o Grêmio.

Marketing, mais do mesmo.

Em (Corneta, Opinião, Política Gremista, Uncategorized) por admin em 12-11-2010

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Muitos blogs vem trazendo o tema à tona, inclusive nós mesmos neste post anterior. Mas convenhamos é assunto de interesse de todos nós tricolores.

 

Há quem goste da direção x ou da y. Há quem defenda o jogador a em detrimento ao b com unhas e dentes. Isso acontece no Grêmio e em qualquer outro clube do Universo. Agora um ponto é comum: Graças ao Divino, parece que Cesar Pacheco sairá do comando do Marketing do Grêmio.
O Grêmio já viveu momentos gloriosos nos quais poderia ter lacrado a sala MKT que rios de dinheiro encheriam os cofres sem esforço algum, mas passa por dificuldades gerenciais no segmento há anos. Claro que esta situação aconteceu nos áureos tempos que patrocínios, investidores, parceiros e empresas de materiais esportivos não eram voz tão ativa nas decisões de futebol. Mas a realidade agora é essa e é nesse campo que temos que saber jogar.
Em 1996, Grêmio recém Bicampeão da América e Bicampeão Brasileiro foi o time que mais vendeu camisetas oficiais para o padrão da época, cerca de 410 mil conforme post aqui do André, do Grêmio 1983. Hoje, não preciso nem alimentar mais a fúria dos torcedores que reclamam da falta de identidade das ultimas versões com os vencedores e aclamados modelos de 1983 e 1995. Ou sinceramente, alguém acha só coincidência que as camisetas retrôs correspondem a grande fatia de vendas das lojas do Grêmio? Essas camisas remetem ao passado vencedor, guerreiro, copero. Não é a toa, não.


Há alguns anos, tive o prazer de receber um trabalho de conclusão feito por uma aluna de Administração da UFGRS, com experiência na área, sobre marca, valor, posicionamento, planejamento... Todos esses conceitos importantes de marketing e estratégiaque qualquer profissional deve saber e aplicar. Bom, daí estamos falando de um PROFISSIONAL, né? Enfim... Vale lembrar que no mesmo dia em que ela apresentou o trabalho para a banca, um colega fez o mesmo tipo de trabalho sobre o co-irmão no qual ele fazia um relato sobre o impacto POSITIVO das ações de lá nas receitas, valor e quadro social com informações cedidas pelo clube, enquanto nossa brava mosqueteira levantava questões de como, porquê e de que forma o nosso marketing deveria agir para mudar a atual gestão de marca. Poisé, e por falar nisso, será que o Sr. Pacheco sabe me dizer o significado e a força que o nosso mascote tem? O que representa o mosqueteiro? Porque ele foi escolhido como mascote e qual a relevância de uma figura como esta para representar o tricolor? Tempooooooo.......
Ok, consideremos que o Grêmio passa sim por dificuldades financeiras e que não pode esbanjar em audaciosas e pirotécnicas ações de marketing, mas convenhamos que, por mais que gremismo venha de berço, ninguém irá trocá-lo por “outra marca”, o que não descarta em momento algum a necessidade de fidelizar ainda mais esse cliente, agregar outros, seja por respeito, admiração e, por que não, inveja, além de fazer ainda mais os gremistas exibirem com orgulho as cores tricolores. O Clube é uma empresa que pode se considerar "sortuda", pois pode contar com 100% de fidelidade do seu cliente, o torcedor. Agora isso só se transforma em case, sucesso e dinheiro no Clube se tivermos um setor de marketing competente, que venda benefícios e sensações (quantos de nós já não ouvimos que o negócio da Natura é vender beleza e não cosméticos?) ao seu torcedor fanático e não apenas camisetas, bandeiras, copos e sorteios de ingressos.
Admito que de alguns anos para cá, muitas pequenas ações são feitas (aniversário tricolor, visita guiada, sorteios de ingressos...) mas isso é pouco para um torcedor que vê sua camiseta ser estraçalhada pela Puma, vê que a Arena para o torcedor comum é apenas um hotsite, que a imagem dos funcionários do clube (jogadores) não são usados para ações de marketing, que vídeos motivacionais são feitos pela torcida e não pelo Clube (ou seja o cliente motiva a empresa a seguir e nao o contrário), que a Artilharia Tricolor é uma enganação, que nenhuma ação proveninete do cadastro do Exercito Gremista pintado com um CRM na essência foi realizada. E convenhamos, agora que não vai ser mesmo.
O Grêmio tem RENATO PORTALUPPI-SANTO-HOMEM GOL-MITO na casamata e nada é feito, conforme o Valdo já disse. Ok, talvez tenhamos alguns efeito burocráticos de uso de imagem e acerto em contrato, mas convenhamos que nada que 30 minutos de reunião não se resolva e milhões na conta do clube justifiquem a criação de uma campanha digna da grandiosidade do clube. Esse para mim é um dos grandes defeitos e falhas desse atual departamento de marketing: ELES NÃO TEM NOÇÃO DA DIMENSÃO E PAIXÃO DA TORCIDA TRICOLOR. Exemplo? Pedra Fundamental da Arena, quando saiu da boca de um dos organizadores que “não imaginavam que tantas pessoas seguiriam a carreata e estariam lá no Humaitá...” Outro Exemplo? O lançamento de uma “miniatura” do Olímpico (que não é miniatura, é um desenho parecido) lançado por R$ 99,00 há algum tempo, no 50° aniversário e agora está em liquidação por R$ 39,80 nos supermercados e GrêmioMania, quando deveria estar sendo lançado agora ou por ainda mais adiante por um preço digno da lembrança deste espetacular campo de batalha quando este for demolido e a Arena se tornar nossa nova casa. Quantos gremistas do interior e mundo afora gostariam de ser sócios, ter voz a tiva e eum espaço no Grêmio e não tem essa abertura? o belo trabalho feito pelo Minwer quando mapeou sócios e torcedores tricolores? (tê devendo esse link, quem tiver, please, coloca nos comentários). Vou parar por aqui porque esse assunto me incomoda demais...


Tenho a maior certeza que esta nova direção irá mexer com os brios e o sentimento tricolor e valorizar toda imagem e, sim, fazer dessa paixão uma fonte de renda para o Grêmio. Nós, torcedores entramos com o dinheiro (sócios, camisetas...) e só pedimos garra, títulos e empenho. O Grêmio de Odone na cadeira e Renato na casamata parece invencível, espartanos, como diz o Pedro Ernesto. Quem entrou no conselho na última eleição sabe o peso da mudança que carregam e os que serão responsáveis pelos setores específicos reconhecem o pedido do torcedor gremista: mudanças para nos tornarmos profissionais de futebol, mudanças para crescer, mudanças para conquistarmos títulos, mudanças para tornar o Grêmio ainda maior. Por que o Grêmio PRECISA de mudanças e o torcedor QUER.

 

 

Te sigo aonde for.

Quem diria

Em (Opinião, Pós-Jogo, Uncategorized) por Valdo em 02-10-2010

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Escrevo esse post, com um sorriso sem-vergonha de orelha-a-orelha após essa vitória de 3x0 do Grêmio em cima do Vitória NA CASA DO VITÓRIA.

 

O sorriso safado se dá pelo fato de ter sido uma vitória com cara de Grêmio: Time repleto de "reservas", o Victor operou um milagre e  levamos sufoco. Eu diria que faltou só termos um jogador expulso para ter um script estilo Grêmio - embora meu coração agradeça o fato de não termos um expulso.

 

Se eu não soubesse que estamos em 2010, eu diria que estávamos em 95, pois o Grêmio se posicionou de uma forma muito rígida em campo - cada um sabia o que fazer, e não abandonava daquela posição. Salvo algumas peças negativas (o Fabio Santos novamente). Se alguém tinha alguma dúvida sobre o capitão dessa aeronave (a.k.a. Homem-Gol) , espero que não tenha mais, pois o time do Grêmio que estava em campo hoje, teve uma postura tática impecável.

 

Não usarei muito esse post para falar da parte negativa (Fabio Santos de novo,novamente), mas sim daquele que foi o destaque do time ao meu ver: Gabriel. O Cara jogou muito, e a braçadeira de capitão caiu como uma luva para ele. Outro destaque positivo, foi nosso capitão, comandante Renato Portaluppi - mesmo o time com trocentos desfalques, manteve a postura tática, superando a limitação técnica de alguns jogadores.

 

Como escrevi no post anterior - essa era uma vitória para ganhar altitude. Ainda não estamos onde queríamos e onde merecíamos, mas estamos encorpando para chegarmos lá. Enfim, expectativa em alta para o próximo jogo, como a muito não víamos.. Quem diria, obrigado Renato!

 

Serviço do jogo:

 

Vitória 0 x 3 Grêmio

 

VITÓRIA
Lee; Ricardo Conceição, Wallace, Thiago Martinelli e Egídio; Vanderson (Kléber Pereira), Bida, Ramon (Thiago Humberto) e Elkeson; Henrique e Júnior (Schwenck).
Técnico: Ricardo Silva

 

GRÊMIO
Victor; Gabriel, Ozeia, Neuton e Fábio Santos; Saimon (Edilson), Fernando (Willian Magrão), Maylson (Diego Clementino), Lúcio e Roberson; Jonas.
Técnico: Renato Portaluppi

Cartões amarelos:
Vitória: Elkeson e Ricardo Conceição
Grêmio: Lúcio, Ozeia e Victor

 

Gols:
Grêmio: Maylson (21min/1ºT); Diego Clementino (46min/2ºT) e Edilson (47min/2ºT)

Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Assistentes: Luiz Muniz de Oliveira (RJ) e Arnaldo Rodrigues de Souza (CE)

Local: Estádio Barradão, em Salvador (BA)
Data: sábado, 2 de outubro de 2010
 

 

 

 

Ganhando altitude

Em (Pré-Jogo, Uncategorized) por Valdo em 02-10-2010

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 Na aviação comercial, logo após a decolagem, é necessário ganhar altitude antes de manter a velocidade de cruzeiro. Usando as palavras do Renato, de que o Grêmio era um boeing, e que estava decolando, venho concordar com ele. Após tentar decolar algumas vezes, ter problemas com o trem de pouso e uma certa turbulência, o boieng decolou, e está em procedimento de subida, ganhando altitude para manter velocidade de cruzeiro. Não há duvidas de que o Grêmio está numa curva ascendente, e principalmente tem sido o Grêmio. O time não é invencível, longe disso, mas vende caro,  E MUITO, uma derrota.

 

Claro que para o boeing chegar nesse ponto, foi necessário trocar algumas peças - e também algum pessoal de apoio (desde o pessoal de terra até alguns comissários, passando pelos mecânicos), mas pegou jeito.

 

Pelo excesso de vôos, muitos comissários e passageiros estão cansados, outros estão sendo medicados e outros foram impedidos de voar por força de uma regulamentação de "yellow cards". Para seguir viagem o Capitão da aeronave foi obrigado a trocar a tripulação, substituindo algumas peças. Alguns desses novos tripulantes não tem muita experiência, porém vêem no capitão um exemplo a seguir e sabem exatamente o que ele quer que eles façam em cada momento do vôo. Todos sabem o lugar da aeronave que é de sua responsabilidade.

 

Com a tripulação em sincronia como capitão, o boeing, digo, o Grêmio tem tudo para continuar ganhando altitude. Certamente existirão algumas turbulências no meio do vôo e muitas peças deverão ser trocadas, tanto na aeronave quanto na tripulação, mas o principal é que a aeronave continue a subir. Se o vôo conseguirá ir muito longe, ou pouco ainda é cedo para dizer, porém já podemos dizer que não se trata de um teco-teco mono-motor, e sim de um avião de grande porte, de uma grande Cia aérea, e com uma excelente tripulação. 

 

Que hoje, façamos mais uma escala, e já decolemos com a certeza de estarmos indo mais e mais longe.

 

Serviço do jogo:

Vitória x Grêmio

 

VITÓRIA
Lee; Jonas, Wallace, Thiago Martinelli e Egídio; Vanderson, Ricardo Conceição (Bida), Ramon e Elkeson; Henrique e Júnior.
Técnico: Ricardo Silva

 

GRÊMIO
Victor; Gabriel, Ozeia, Neuton, Fábio Santos; Saimon, Adilson (Fernando), Lúcio, Roberson; Jonas e Diego.
Técnico: Renato Portaluppi

 

Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Assistentes: Luiz Muniz de Oliveira (RJ) e Arnaldo Rodrigues de Souza (CE)

Local: Estádio Barradão, em Salvador (BA)
Data: sábado, 2 de outubro de 2010
Horário: 16h

 

 

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