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Se formos colocar um nome na vitória de ontem, que coloquemos o nome de coletivo. Foi uma vitória da coletividade tricolor, onde, o até então contestado Brandão fez gols, o seu primeiro, o seu gol redentor. Foi de cabeça, aquele negro, alto, forte, vigoroso e viril pulou, para, de testa, estufar as redes dos bahianos, Grêmio 1x0.
O segundo gol foi uma ode, daquelas a serem cantadas por bardos de todas as épocas, durante muito tempo, obrigado Douglas, por um elástico maravilhoso, Obrigado Brandão por cabecear, mesmo que na trave, obrigado Escudero pelo belo chute, aaaaah a sensação de plenitude, o chute forte, vigoroso desse predador sanguinário que é Escudero, apareceu matreiro, onde ninguém achava que poderia aparecer e de lá, alto, forte chutou para o arco, marcando o segundo gol dos celestes, o Grêmio se reencontrava com a vitória, longe dos seus domínios.
Se Escudero foi a força e Brandão a virilidade, Victor foi a leveza! Dizem que a nós, seres humanos, não nos é permitido voar, quem vê Vitor, sabe que tudo isso é mentira. A águia tricolor, agarra com garras firmes que não deixam a bola escapar, voa com a graça e segura firme a presa, ao desafiar o ar, foi leve como uma pluma, ao evitar gols denso como uma muralha. Victor em sua melhor forma, é um goleiro inigualável, ontem salvou o Grêmio, agarrou-se em seu objetivo, a bola, e dela dificilmente largou, voou para defesas embasbacantes, voou, para mostrar que ainda é o grande Victor, voou de volta aos braços da torcida. Victor, esplêndido.
Professor RCOstermann
@RCOstermann





