[Pré-Jogo] O segundo jogo do último ano do Estádio Olímpico Monumental

Em (Arena, Estádio Olímpico Monumental, Gremismo, Pré-Jogo) por Talita Jacques em 02-02-2012

Nossa última semana foi movimentada. Perdemos para o Juventude no domingo e depois disso Caio Juniro promoveu mudanças grandes nos treinos. Tirou Douglas e Leo Gago e colocou Marquinhos e Leandro. Naldo é para aparecer na zaga, no lugar do Saimon. Portanto, temos estréia.

Estou curiosa pra ver isso. Pode dar certo, mas também pode não dar. E temos a oportunidade de ver pessoalmente isso hoje, a partir das 19:30hs, no Estádio Olímpico, contra o São Luiz.

Não importa muito os últimos resultados. O importante é estarmos presentes. Afinal, é o último Campeonato Gaúcho da história do Estádio Olímpico. E mais: é o último confronto Grêmio x São Luiz.

Por isso te pergunto: está em Porto Alegre? Sim? Então vai perder o segundo jogo do último ano do Estádio Olímpico Monumental?

Vamos lá vivente! Vamos Tricolor!

 

GRÊMIO: Victor; Mário Fernandes, Grolli, Naldo, Julio Cesar; Fernando, Marquinhos, Marco Antônio, Leandro; Kleber e Marcelo Moreno.

Técnico: Caio Júnior.

 

SÃO LUIZ: Vanderlei; Danilo Baia, Thiago Costa, Neguette, Xaro; Willian Santos, Da Silva, Thiago Corrêa, Quim; Douglas e Sandro Sotilli.

Técnico: Gelson Conte.

 

Estádio Olímpico
19:30hs
Abertura dos portões: 17h30min.
Arbitragem: Jean Pierre Gonçalves, auxiliado por Rafael da Silva Alves e Antonio Cezar Padilha.

 

 

O primeiro jogo do último ano do Estádio Olímpico Monumental

Em (Arena, Estádio Olímpico Monumental, Gremismo) por Talita Jacques em 20-01-2012

Se o ano começou dia 01 como a maioria diz por aí, eu não sei. Sei que pra nós, gremistas, o ano começa amanhã, dia 21/01 e exatamente às 21hs.


Um ano histórico - meio sentimental - mas um ano que ficará marcado pra sempre nas nossas vidas.


Caio Junior pediu, e vamos atender. Vamos estar junto do time nesse último ano. Torcendo, vibrando, alentando.


E assim te pergunto: vais perder o primeiro jogo do último ano do Estádio Olímpico?

 

GRÊMIO X Lajeadense
21hs
Estádio Olímpico Monumental


 

Uma visita especial!

Em (Arena) por Dreher em 21-12-2011

Tags :

Hoje parte dos integrantes do BloGrêmio teve o prazer e privilégio de acompanhar as obras da Arena do Grêmio bem de perto. Durante aproximadamente uma hora pudemos ter uma noção do quão grandioso é este projeto, e a magnitude que suas obras tem. A Arena do Grêmio é hoje uma realidade, e a cada dia que passa nosso novo lar toma sua forma.

 

Nós torcedores, somos protagonistas da história do Grêmio! Hoje pude imaginar como aqueles que acompanharam a mudança do Fortim da Baixada para o Olímpico, e depois puderam acompanhar a conclusão do Velho Casarão, se sentiram. É uma emoção indescritível e um orgulho muito forte! 

 

Além da sua grandiosidade, a obra impressiona pela organização  e limpeza. Uma equipe de 10 gerentes de projeto e 60 mestre-de-obras acompanham a construção da nova casa dos gremistas muitíssimo atentos à todos os detalhes. Não se enxerga papéis ou restos de material de construção pelo chão. Todos os trabalhadores (os quais merecem nossa eterna gratidão) estão devidamente equipados e protegidos.

 

Então torcedor do nosso tricolor, não perca está oportunidade única de ver de perto a história do Grêmio ser escrita! Se você mora em Porto Alegre, ou mesmo se está só de passagem, venha ver as obras da Arena e conhecer o Espaço do Torcedor. É uma oportunidade ímpar para todos aqueles que amam o nosso Grêmio.

 

 

A Arena do Grêmio impressiona pela sua imponência.
A Arena do Grêmio impressiona pela sua imponência.

 

Tu ja foste visitar a Arena?

Em (Arena) por Talita Jacques em 28-09-2011

Tags : , ,

Pra quem ainda não sabe, a obra da Arena está aberta para visitação e ficará aberta até a inauguração, no final de 2012.


Hoje, dentro do espaço da Arena, existe o Espaço do Torcedor, um empreendimento de dois andares de 360m² cada, feito para receber a torcida com segurança. Além de um mirante de 7 metros de altura, o Espaço do Torcedor também possui uma loja com roupas e acessórios da Arena e do Grêmio, além de um bar/café, lounge com maquete, materiais informativos e uma área administrativa com sala de reuniões.

 

Isso tudo nos possibilita de ir lá de tempos em tempos e acompanhar a evolução da nossa próxima casa, que já está com mais de 30% da obra pronta.

 

 

Horário para visitação
De quarta-feira a domingo, das 9h às 18h.
As segundas e terças-feiras serão reservadas para grupos escolares e universidades.

 

Valor dos ingressos:
Sócio em dia: não paga
Acima de 60 anos: R$5,00
Estudante: R$ 5,00
Entrada: R$ 10,00
Crianças menores de 12 anos são isentas do pagamento

 

Endereço:
Av. Padre Leopoldo Brentano, 1401

 

 

A Arena está de portas abertas para a nação Tricolor.
 

 

Marketing – Naming Rights

Em (Arena, Marketing) por Ezequiel em 19-08-2011

Esse é um assunto "largado" pelo Grêmio há muito tempo. Este ano finalmente foi mudado o nome da chefia por lá, colocaram alguém que conhece mais do assunto. Mas mesmo assim ainda estamos anos-luz atrás do que poderíamos ter como ações.

Ano que vem será inaugurado o nosso novo estádio, hoje conhecida como Arena do Grêmio. Uma das ações que poderia ser feita desde já, seria o nome. Naming-rights é algo que dá muita grana lá fora, no Brasil, para dar certo ainda depende de muitos fatores.

Abaixo, segue um texto do Daniel Gamba sobre o assunto, com um enfoque mais nacional. Se possível, faremos uma pequena série com o Daniel sobre marketing esportivo.

_________________________________________________________________________________

Estratégias em conjunto são fundamentais para o sucesso de um patrocínio; uma nova realidade, do ainda novo, mercado de marketing esportivo no Brasil.

O mercado de marketing esportivo no Brasil, vive um momento de muita euforia e entusiasmo com as possibilidades de crescimento nos próximos anos. Essa evolução do mercado deve-se a diversos fatores, dentre eles o mais importante é o iminente fluxo de investimentos que serão gerados por conta da Copa de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016 no Brasil, e de como os esses eventos globais podem impactar positivamente na geração de novos negócios no esporte brasileiro, principalmente no futebol.

 

Recentemente, algumas das experiências de multinacionais que decidiram investir no Brasil não foram totalmente satisfatórias. Um clássico exemplo foi a venda do naming rights da Arena da Baixada para a empresa japonesa Kyocera, uma experiência pioneira no Brasil, mas até certo ponto frustrada, uma vez que o nome Kyocera Arena nunca emplacou na cabeça dos torcedores, ou consumidores. A imprensa em geral – mas principalmente o público que acompanha o futebol – precisa utilizar o nome da empresa, ou seja, abraçar essa nova idéia, caso contrário não haverá sucesso. É claro que as coisas são ainda mais complicadas, quando as empresas compram os direitos sobre o nome de um estádio já existente, como foi o caso da Kyocera, que apesar de estar investindo em um estádio novo, esse já tinha “herdado” o nome do ex-estádio do clube, antes mesmo do começo da construção do novo estádio. Sendo assim, exige-se um trabalho ainda mais árduo para convencer à todos a utilizar o novo nome do estádio, que faz referência a marca que comprou o direito. Existem também casos em que certos meios de informação podem dar-se o luxo de utilizar um nome genérico a respectivo estádio (ou até trocar o nome do clube, vide Canoas FC ou Universidade), sem preocupar-se com possíveis retaliações do clube ou do próprio patrocinador, devido a sua audiência predominante. O amadorismo dos dirigentes brasileiros também é um grande empecilho para ações de marketing esportivo no Brasil. Na semana passada, durante a apresentação da líder mundial de bens de consumo como nova patrocinadora de um dos clubes mais populares do futebol brasileiro, foram utilizadas camisas personalizadas com produtos da marca, mas com o nome e o número de um atleta que já não fazia mais parte do elenco do clube. São fatos como esses que ainda fazem as empresas estrangeiras ter um pouco de receio em investir mais fortemente no mercado esportivo brasileiro.

 

No cenário atual do futebol brasileiro, salvo em raras exceções, o patrocínio negociado entre as empresas, sejam elas multinacionais ou não, e os clubes, tende a estar centrado na visibilidade de marca que a cota de determinado patrocínio oferecerá, porém, pouquíssimas alternativas de relacionamento com o consumidor ou torcedor. O caminho para o sucesso do marketing esportivo no Brasil vai além da profissionalização das mais diversas áreas dos clubes brasileiros. Hoje em dia, as multinacionais buscam além da visibilidade da marca, uma estratégia que colabora com a ampliação das vendas, mas principalmente no relacionamento com as diversas categorias de público-consumidor, de acordo com as necessidades da empresa. Essa é a chave para uma negociação de patrocínio positiva para ambas as partes. Os clubes brasileiros precisam entender e assimilar essas oportunidades como uma parceria, não somente como mais um ingresso de recursos financeiros nos caixas do clube. Além disso, a maioria dos clubes, dentre eles o nosso Grêmio, ainda não exploram em sua totalidade um retorno financeiro sobre todas as ações de marketing de empresas parceiras na divulgação de suas respectivas marcas aos seus associados. Incorrectamente, o clube vê isso somente como um serviço de benefício ao associado, deixando escapar uma importante oportunidade de captar recursos em troca dessa divulgação dos parceiros através de email blast ou de divulgação em mídias sociais como o twitter. Acompanhando diariamente o mercado americano, e as estratégias de marketing das equipes, verifica-se no futebol, que ainda está engatinhando por aqui, estratégias de venda de patrocínios ainda nem pensadas em vários clubes brasileiros; sendo assim, nem se pode comparar com a NBA, muito menos com a NFL.

 

Os clubes brasileiros e suas agências de marketing esportivo, quando existem, que buscam patrocinadores devem compreender os recursos gerados pelo patrocínio, e como oferecer esses benefícios para as empresas, ou seja, precisam saber se posicionar no lugar da empresa patrocinadora, e oferecer o que essas empresas estão buscando para justificar os seus investimentos e alcançar os seus objetivos. Sendo assim, as empresas patrocinadoras enxergariam os clubes como uma ferramenta estratégica adicional de marketing, e não somente como mais um veículo de comunicação, oferecendo assim à essas empresas patrocinadoras, uma plataforma completa de marketing e comunicação, através do desenvolvimento de estratégias conjuntas, e benéficas para ambas as partes. A elaboração de uma aliança estratégica de parceria entre o clube e a empresa patrocinadora aumentaria as chances de sucesso, e abriria as portas do clube à novos investimentos de patrocínio no futuro. Mas o problema não está somente nos clubes, afinal, as empresas tem que assimilar melhor o que é patrocínio no mercado esportivo e como utilizá-lo da melhor maneira possível.

 

Os clubes que estiverem melhor preparados profissionalmente e souberem entender o futuro do mercado de marketing esportivo no Brasil estarão em vantagem, mas não basta ter conhecimento e interesse, precisa-se ter uma aliança estratégica sólida entre o clube e o patrocinador, com ações em conjunto e muita coêrencia de ambas as partes.

 

Saudações Tricolores,

D. Gamba

_________________________________________________________________________________

Cônsul do Grêmio em Los Angeles, especialista em marketing esportivo.

@dlgamba

Pós Jogo – O Troco em Campo

Em (Arena, Pós-Jogo) por admin em 21-11-2010

Não tem maneira melhor para responder uma ofensa e uma agressão à nação tricolor do que o que o time do Grêmio fez em capo ontem. O covarde do senhor Marcos Vinicius acaba de bloquear comentários no seu blog para este post específico. Não tem problema. Convido a grande torcida do Grêmio a infernizar o blog deste cidadão pelo pelo tempo que puder, para que o fantasma desta derrota categórica o persiga por um bom tempo.

Não vou ficar aqui me estendendo neste assunto, pois este pobre coitado não merece mais do que una media docena de linhas, mas para registrar: Primeiro, este cidadão que diz que a Argentina está na mierda, certamente deve ficar com a bunda gorda sentada em sua casa em Curitiba e nunca sai para rua. Quem conhece e visitou Buenos Aires recentemente é testemunha que a Argentina está em grande forma. Buenos Aires está limpa, sem violência, com ótimos restaurantes, pessoas educadas e com uma excelente atmosfera. O camarada paranaense parece ter parado no tempo e deixou de acompanhar o noticiário recente. Segundo, sobre a Arena, nosso "amigo" mostra toda sua ignorância também em construção civil. As fundações de uma obra da magnitude da Arena demoram muito, mas muito tempo para ficarem prontas. Até o final da fase de fundações, parece que a obra "não anda". Depois de pronto, começam a montar tudo igual a lego e tudo aparece mais rápido.

Por fim, mas não menos importante, o "o eterno peleador na base do pescoção e da butinada" levou apenas UM cartão amarelo na partida toda, o do Neuton no pênalti. O time do caro sósia do Tim Maia levou nove (isso mesmo, NOVE) cartões amarelos. Quem é mesmo que dá botinada e pescoção? Senhor Marcos Vinicius, ainda estamos esperando o prato frio que disseste que teu time viria aqui servir? Estragou no ônibus no caminho para Porto Alegre? Limpe a boca antes de se referir ao Grêmio novamente!

Falando no jogo, mas que beleza. Postamo-nos no C3, na curva da Geral, a velha e boa bandeira de escanteio  e vimos um Grêmio avassalador nos 15 primeiros minutos. Podíamos ter aberto o placar até mais cedo pelo volume de jogo. Uma jogada de atacante de Neuton, que deixou o zagueiro sentado e meteu uma bola com categoria no canto abriu o placar e provocou a primeira avalanche da noite. Aí aconteceu o que sempre acontece com o Grêmio e que me deixa emputecido: O Grêmio fez o gol e parou. Parou a ponto de o Atlético do Paraná, que mal havia cruzado o meio de campo até então, se aventurasse em incurssões na zaga gremista. De tanto insistir, acabaram por igualar o placar com uma bucha de pênalti do vovô Paulo Baier.

Passada a raiva do empate, vem a calma. A calma e tranquilidade que este time do Renato já nos ensinou a ter. A torcida conhece o time, sabe de suas capacidades e sabe que pode ficar tranquila que o resultado virá. E veio da melhor maneira possível: de pênalti ROUBADO! O lateral Edilson, que substituiu sem comprometer o Gabriel, se foi zaga a dentro com peão por dia e cavou um penal num BAITA migué. Bom para nós, que empatamos numa cobrança cheia de categoria e frieza do NOSSO craque Douglas.

Bueno, eram apenas 13min do segundo tempo e dê-lhe sofrimento, ingrediente indispensávem em toda vitória tricolor. Até que 30 minutos de penitência depois, Diego Clementino recebe uma bola açucarada de Douglas, depois de uma jogada de mestre deste último com Rochemback, e toca sem piedade no contra-pé do arqueiro atleticano. Avalanche animal, gritedo, urros de guerra, pingos de amor, 3 pontos na conta e G4.

Serviço do Jogo:

Campeonato Brasileiro
36ª rodada


Grêmio 3 x 1 Atlético-PR

GRÊMIO
Victor; Edilson (Ferdinando), Paulão, Neuton e Fábio Santos; Adilson, Rochemback, Lúcio e Douglas (Gilson); Júnior Viçosa (Diego Clementino) e André Lima.
Técnico: Renato Portaluppi

ATLÉTICO-PR
Neto; Wagner Diniz (Maikon Leite), Manoel, Rhodolfo e Paulinho; Chico, Deivid, Branquinho (Iván González) e Paulo Baier; Guerrón e Nieto.
Técnico: Sérgio Soares

Gols:
Grêmio: Neuton (13min/1ºT), Douglas (13min/2ºT - pênalti), Diego Clementino (43min/2ºT)
Atlético-PR: Paulo Baier (18min/1ºT - pênalti)

Cartões amarelos:
Grêmio: Neuton
Atlético-PR: Nieto, Manoel, Branquinho, Wagner Diniz, Rhodolfo, Paulo Baier, Deivid, Chico, Guerrón

Público total: 30.117
Renda: R$ 572.658,50
Árbitro: Sálvio Spínola Fagundes Filho (Fifa/SP)
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse (SP) e Vicente Romano Neto (SP)
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS)
Data: sábado, 20 de novembro de 2010

E começaram as obras da Arena

Em (Arena, Cobertura, Opinião) por Valdo em 21-09-2010

Tags :

Somente uma obra gigantesca como essa, de um time como o Grêmio para atrair mais gente do que o previsto para uma festa de início das obras. Festa essa que se não foi perfeita ainda pela falta de estrutura do lugar, foi magnífica pelo significado que representa para o Grêmio e para a história.

Maquete da Arena do Grêmio

Tentei seguir o ônibus da delegação Tricolor, porém sem sucesso. Eram muitos carros e motos querendo estar perto e acompanhar a carreata. Aqui já ficam meus parabéns para o pessoal que fez a divulgação - que loucura que foi aquela carreata e quanta gente vocês atraíram - Parabéns!

Tirando a loucura que foi a chegada, e todos os atrasos que isso acarretou, tivemos uma cerimônia muito bonita. Tivemos hinos (Brasileiro e o do rio Grande do Sul), tivemos discursos maravilhosos, como os do Odone e do Preis (com direito a recado direto para os amargos que ainda acham a Arena algo virtual ou de papel).

Odone discursando - Um discurso emocionante

 Preis: "A Arena é de concreto"

 

Passado o momento dos discursos e hinos, lá veio o momento tão esperado. A chegada da leiva de grama do Olímpico, muito bem carregada pelo Hugo De Leon, seguida do apertar do botão que iniciou efetivamente a obra. Sabemos que esse início não é o início literal, pois ainda existe o trabalho no terreno, porém, simbolicamente serve para nós torcedores.

Hugo De Leon com a grama (desculpem pela foto tremida, mas a intenção foi boa):

 

É sabido que há muito trabalho pela frente para que essa obra seja um sucesso. A infraestrutura da região precisa ser toda refeita, para que possa comportar um volume de até dez vezes mais carros do que hoje. O terrenos será terra-planado, e daí então as obras efetivas ocorrerão (ou seja, vão ser alguns meses para que possamos ver algo.

 

Portanto, a palavra de ordem certamente será trabalho e mais trabalho.

Related Posts with Thumbnails