O ataque a ser batido

Em (Uncategorized) por admin em 10-05-2010

Tags : , ,

Uma euforia desproporcional a realidade do futebol dos “meninos da Vila” tem me incomodado faz algum tempo. Eles estão novamente em propagandas, programas de auditório, entrevistas, perfis e no topo das notícias esportivas dos maiores portais da internet. Tudo isso não me surpreende tanto quanto as más avaliações de gente que se diz especializada em futebol.

Em primeiro lugar, não há time neste mundo que possa se considerar imbatível. Sabemos pela história que muitos dos times mais habilidosos sucumbiram a força e competitivdade de outros. Não há garantias, pois a lógica não se aplica ao futebol. A apreciação global e popular não entram em campo e não influenciam diretamente no placar.

Em segundo, dizer que o Santos é o melhor time do Brasil no momento é mentira! É burrice! O Santos tem hoje o melhor ataque, de fato. Em termos de efetividade, aproveitamento e talento individual. Não há comparação. Aqui no Grêmio, por exemplo, há uma dupla que fez aproveitamento similar este ano, mas que não esbanja as mesmas habilidades. Substitua estes talentosos jogadores santistas por outros de nível inferior e você verá que Dorival Júnior não é um gênio.

A terceira e última observação fica para a defesa, que não é fraca. Durval e Dracena não são bobos e arrisco até a dizer que tem qualidade próxima a defesa gremista.  O problema lá é a saída em massa dos jogadores para o ataque a cobertura deficiente. A solução para este problema tem vindo do próprio ataque, onde os jogadores conseguem marcar gols em todos os jogos do ano, numa média de três gols por jogo, superando os gols sofridos por partida.

Em termos de opções defensivas da primeira e segunda linhas da sua formação, Dorival não tem mais opções para montagem que Silas, nem mesmo no meio ofensivo. Talvez as opções do lado de lá estejam funcionamento melhor agora, mas é só. Porém, no ataque o time praiano manda melhor. O Grêmio não possui ataque consistente se Jonas e Borges não jogarem juntos! Mas o Santos possui individualidades decicivas mesmo quando o conjunto não brilha.

Se tivermos como premissa que o Santos vai marcar gol no Olímpico, torcemos para que seja só um. E um placar de 3×1 seria um bom começo, mas não evitará que a superação entre em campo desde o início da partida na Vila. Seja como for, não gosto deste cenário. Prefiro acreditar que seremos os primeiros a não sofrer gols do Santos este ano, ao menos no Olímpico, e faremos um crime debaixo do nariz do Rei (mais uma vez). Se Palmeiras e Santo André conseguiram, nós também podemos.

É difícil, é um pouco inacreditável, mas por isso enxergo ainda mais Azul, Preto e Branco neste quadro. Não esqueçam da contagem: faltam só 4 jogos.

Uma euforia desproporcional a realidade do futebol dos “meninos da Vila” já é percebida nos meio de comunicação. Eles estão novamente em propagandas, programas de auditório e no topo das notícias esportivas dos maiores portais da internet. Tudo isso não me surpreende tanto quanto as más avaliações de gente que se diz especializada em futebol.
Em primeiro lugar, não há time neste mundo que possa se considerar imbatível. Sabemos pela história que os times mais habilidosos sucumbiram a força e competitivdade de outros. Não há garantias, pois a lógica não se aplica ao futebol. A apreciação global e popular não entram em campo e não influenciam diretamente o placar.
Em segundo, dizer que o Santos é o melhor time do Brasil no momento é mentira! É burrice! O Santos tem hoje o melhor ataque, de fato. Em termos de efetividade, aproveitamento e talento individual. Não há comparação. Aqui no Grêmio, por exemplo, há uma dupla que fez aproveitamento similar este ano, mas que não esbanja as mesmas habilidades. Substitua estes talentosos jogadores santistas por outros de nível inferior e você verá que Dorival Júnior não é um gênio.
A terceira e última observação fica para a defesa, que não é fraca. Durval e Dracena não são bobos e arrisco até a dizer que tem qualidade próxima a defesa gremista.  O problema lá é a saída em massa dos jogadores para o ataque a cobertura deficiente. A solução para este problema tem vindo do próprio ataque, onde os jogadores conseguem marcar gols em todos os jogos do ano, numa média de três gols por jogo, superando os gols sofridos por partida.
Em termos de opções defensivas da primeira e segunda linhas da sua formação, Dorival não tem mais opções para montagem que Silas, nem mesmo no meio ofensivo. Talvez as opções do lado de lá estejam funcionamento melhor agora, mas é só. Porém, no ataque o time praiano manda melhor. O Grêmio não possui ataque se Jonas e Borges não jogarem juntos! Mas o Santos possui individualidades decicivas mesmo quando o conjunto não brilha.
Se tivermos como premissa que o Santos vai marcar gol no Olímpico, torcemos para que seja só um. E um placar de 3×1 seria um bom começo, mas não evitará que a superação entre em campo desde o início da partida na Vila. Seja como for, não gosto deste cenário. Prefiro acreditar que seremos os primeiros a não sofrer gols do Santos este ano, ao menos no Olímpico, e faremos um crime da magnitude do que o Palmeiras e o Santo André fizeram durante o Campeonato Paulista debaixo do nariz do Rei.
É difícil, é um pouco inacreditável, mas por isso enxergo ainda mais Azul, Preto e Branco neste quadro. Não esqueçam da contagem: faltam só 4 jogos.
Related Posts with Thumbnails

Related posts:

  1. O time a ser batido?
  2. Que este ataque não seja de asma
  3. O que não ser

Deixe um comentário