Uma bela receita, eu acho

Em (Opinião, Pós-Jogo) por Valdo em 05-04-2010

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Quando faltavam 30 minutos mais ou menos para começar o jogo, li que o Silas deixou o Ferdinando no banco para preservá-lo e colocou no seu lugar o William Magrão – nesse momento fiquei muito contente, mas logo na sequencia, veio o baque: O Filho de Berg, digo, Bergson no lugar do William que já estava substituindo o Borges. Até então, eu imaginava que o sub-reserva imediato seria o Mithyuê, e aqui vinha o meu grande engano, esse é o Bergson, e depois dele é o Hugo, ou o Leandro, ou então o William quando voltar, mas definitivamente não é o Mithyue – mas eu digo isso com a certeza de quem diz “eu acho”.
Mas chega de corneta, que apesar de ser uma cornetinha divertida de algo que não conseguimos entender – O Grêmio entrou em campo sendo encurralado em seu campo pela marcação adiantada do Juventude, que funcionou por alguns minutinhos, bem breves minutos mesmo, pois logo logo o Jonas foi praticar a dança que ele havia ensaiado constantemente no vestiário – aliás, ouço rumores que parte do treino aeróbico do Jonas são aulas de dança de salão, e por isso ele tenta rebolar e dançar quando faz gols.
O jogo seguiu, e todos já sabem o que aconteceu, no início do segundo tempo o Juventude fez um gol, e lá pelas tantas o Jonas fez mais um e dessa vez comemorou quenem homem, quenem macho, abraçando um monte de outros machos.
Mas seguimos na receita da confusão, quando começou o segundo tempo, entrou o Fabio ruinquebah ou rocambole Rochemback para que o Adilson fosse poupado, até aí tudo bem, não teria mais ninguém para colocar ali mesmo, e ele não entrou tão mal, ou pelo menos não tão mal quanto ele mesmo jogou ultimamente, mas sim, a grande surpresa estava guardada para quando o Silas substituiu o Jonas e colocou o Hugo – ali naquele momento eu cocei a cabeça, e não entendi mais nada. Eu ainda tinha esperança de ver o Mithyuê entrando em campo até aquele momento, mas tudo bem, o Hugo é um dos medalhões que o Grêmio investiu (pesadamente) para trazer. Espero e rogo que o Silas não passe a escalar esses medalhões pelo nome ao invés de manter a gurizada que tem feito um excelente papel segurando o rojão do Gauchão – Espero que jogue quem merece, quem está melhor – o que me parece estar acontecendo, seja pela sorte das lesões ou pela competência da piazada mesmo.
Enfim, o que nos espera adiante são jogos de mata-mata, o que, onde, de acordo com o próprio Silas, é onde os jogadores gostam de estar jogando e decidindo. Está chegando a hora de realmente ver se o trabalho é superficial, ou se realmente o Grêmio é um time de futebol. Confesso ter ainda um ar de desconfiança, embora meu gremismo faça eu apoiar esse time.
Demais comentários do jogo: Mario é o cara, o Rodrigo é Xerife, Douglas é fenomenal – começo entender como o Gornaldo fez tantos gols ano passado, Jonas vai se formar em danças esse ano fazendo tantos gols, gostei muito do filho de Berg – faltou só o gol mesmo pro guri e pra terminar, que juizinho ordinariamente ruim, deixou o pau comer solto e pobre o William Magrão que apanhou o jogo todo.
Que nosso Grêmio continue assim, sinal que a receita do Silas tá dando certo, pelo menos eu acho…

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comentários:

3 comentários para “Uma bela receita, eu acho”


  1. O Mithyuê é reserva em todas as situações. A hora dele vai chegar, em breve.

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  2. Acho que ele entrou com o Bergson porque não quis mudar o estilo de jogo, que é o que o Mithyuê faz quando entra. Muda pra melhor, claro, mas se está funcionando como elemento surpresa, por que entregar logo no início?

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  3. Ia escrever exatamente o Daniel aí em cima escreveu, então, deixa pra lá. Eu confesso que achava que o Grêmio fosse frouxar a rédea nesse returno. Que nada. 100% de aproveitamento, 7 vitórias. Que beleza, não?
    Jogo 21:50 na quinta-feira. Preferia que fosse as 19h30. Chegar em casa qse 1h da manhã em dia de semana não é mto agradável.
    Mas eu tb preferia digirir uma Ferrari, morar numa mansão e ter uns 100 milhões na conta bancária. C’est la vie!

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