Incoerências tricolores

Em (Gestão do clube, Política Gremista) por Valdo em 16-03-2010

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Ontem, ao final do dia quando li que o Paulo Deitos estava sendo demitido pelo evidentemente incopetente Meira fiquei surpreso, aliás, muitíssimo surpreso, ainda mais após ter lido a entrevista do mesmo Meira:
” A saída dele se deve aos interesses de uma necessidade de ampliarmos as relações entre o profissional e o amador”
O mesmo prossegue:
“O Grêmio tem uma estrutura profissional nas categorias de base. A saída do Julinho e do Rodrigo não afetou em nada. O Grêmio segue fazendo um bom trabalho na base, com bons resultados. Hoje, temos 10 jogadores no grupo principal. Esta estrutura ganhou seis títulos em 2009. A estrutura segue a mesma. O que tá se mudando são as relações”

Começando pelo Sr. Paulo Deitos – Ele estava fazendo/mantendo um ótimo trabalho feito nas categorias de base do Grêmio onde a mais de 5 anos temos revelado inúmeros jovens talentos que nos rendem milhões aos cofres – obviamente esse trabalho não foi perfeito, aliás, muito pelo contrário, porém, qualquer trabalho quando comparado ao trabalho desenvolvido pelo Meira frente ao futebol profissional do Grêmio é muitíssimo melhor – Aqui lembro que os juniores do Grêmio ganharam vários títulos nacionais nos últimos anos, coisa que os profissionais não conseguiram sob a tutela do Meira – não por conta do Deitos, óbvio, mas ele não atrapalhava em nada.
Indo adiante com a análise da entrevista, podemos pensar que a “relação categoria de base x grupo profissional” está muito ruim, onde vários jovens não estão sendo aproveitados – Sim isso é verdade, ou melhor, uma meia verdade, pois o culpado desses jovens não estarem sendo aproveitados é o nosso Treinador Silas que reporta diretamente para o Meira, treinador esse que prefere escalar o “cone” William em preferência ao Mithyue ou mesmo ao Bergson (sabe-se lá com que motivação), ou mesmo manter o limitadíssimo Ferdinando jogando ao invés de escalar o William Magrão.

Sim é verdade as relações tem que mudar, e muito, mas não é demitindo o Paulo Deitos que isso vai mudar, e também não é demitindo o Paulo Deitos que teríamos evitado que dois jovens atletas e um treinador da base migrassem do Olímpico para o Beira-lago – como todos sabem, esse tipo de coisa vem de cima, passa por ética, por política e pela entrega das categorias de base para alguns empresários – a conta sempre demora, mas tem uma hora que chega.

Aqui confesso uma coisa – minha esperança é que a RELAÇÃO DO FUTEBOL DO GRÊMIO TAMBÉM MUDE COM SUA TORCIDA – quem dera que isso fosse suficiente para podermos demitir o Meira com sua metralhadora oral de fezes e contratarmos alguém que entenda de futebol, e não porque pertença a um grupo político.

Editado:
Acabou de sair no blog Vale Tudo do Sérgio Boaz uma das possíveis causas: http://bit.ly/chqyTd
Se isso for verdade, é aquilo que muitos já cantavam a bola, A CONTA PELO PLANTEL que foi formado vai ser cobrada da pior forma possível.
Vamos torcer que não seja isso, pois seria baixo demais mesmo para um reconhecido incompetente.

No caminho certo… espero!

Em (Pós-Jogo) por admin em 15-03-2010

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Maylson foi destaque

 Domingo passado, ao sair do Olímpico após mais um jogo com vitória, comentei com amigos que algo vinha me incomodando. O fato é que eu estava saindo triste, descontente e desconfiada de todos os jogos do Grêmio em casa. O que aconteceu hoje não foi muito diferente, embora eu não possa deixar de admitir que houve evolução em alguns pontos. Começando pela defesa, hoje foi a segunda partida desde o começo da temporada na qual não levamos gol. Além disso, apesar de não termos levado gol do Novo Hamburgo, houve pressão, com o Victor salvando (como sempre). Mas o fato a comemorar é que hoje o nosso arqueiro foi um mero coadjuvante da partida. Ok, o adversário era o modesto Inter-SM, mas ultimamente nossos adversários também eram fracos e mesmo assim estávamos tomando gols e pressão. Então, acredito que sim, devemos valorizar nossa evolução defensiva.

O jogo de hoje também serviu para confirmar que os guris estão pedindo passagem no time do Silas. Foi preciso o Hugo se machucar para o nosso treinador escalar o Maylson ao lado do Douglas (que mais uma vez teve boa atuação). O guri, que já havia ido bem em outras oportunidades, foi o destaque do jogo, marcando os dois primeiros gols da vitória tricolor de 3×0.

O terceiro gol foi marcado por Fernando em boa jogada do Mithyuê (ambos haviam ingressado no 2º tempo nos lugares de Maylson e William, respectivamente). Aliás, a entrada desses jogadores confirma a tese de que devemos aproveitar mais esses guris oriundos das categorias de base. Eles foram bem no jogo de hoje, principalmente Mithyuê, que deu movimentação ao ataque tricolor. Não que seja muito difícil dar mais movimentação do que o William “cone”, mas não dá para entender a escalação desse jogador, mesmo com a lesão do goleador Borges.

Enfim, foi um jogo que não chegou a empolgar o torcedor, mas controlamos o adversário, não corremos riscocs em momento algum e fizemos um placar elástico. Houve, sim, evolução e a maior prova disso é que ao final da partida, ao ouvir o apito do juiz, foi uma das primeiras vezes que não ouvi vaias ou contestações nas Sociais do Olímpico. Que continue assim, com o time em constante evolução. 

SERVIÇO DA PARTIDA 

GRÊMIO 

Victor; Edílson, Mário Fernandes, Rodrigo e Fábio Santos; Ferdinando, Adilson, Maylson (Fernando) e Douglas; Jonas (Bergson) e William (Mithyuê). 

Técnico: Silas 

INTER-SM 

César; Djair, Sananduva e Juliano; Xande (Paulo César), Cleitão, Elias (Maurício Medeiros), Pio, Anderson Cruz e Júlio Cézar (Bruno); Dudu 

Técnico: Bagé 

Data: 14/03/2010.
Gols: No primeiro tempo, Maylson, aos 40 minutos. No segundo, Maylson, aos 29 e Fernando, aos 43.
Cartões amarelos: Djair, Júlio Cézar, Cleitão, Paulo César (I), Douglas (G).
Arbitragem: Vinícius Costa, auxiliado por Anderson da Silveira Farias e Júlio César dos Santos.
Público: 10.936 (9.651 pagantes). Renda: R$ 132.375,50.
Local: Estádio Olímpico  

PRÓXIMO JOGO 

VOTORATY X GRÊMIO, pela Copa do Brasil, no Estádio Domênico Paolo Mettidieri, em Votorantim-SP. 17/03/2010 (quarta-feira) às 15h30. 

Sou Gremista e me basta!

Equilíbrio é o que está faltando

Em (Pré-Jogo) por admin em 13-03-2010

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Responda a seguinte pergunta:

“O que é melhor? Ganhar não convencendo ou não ganhar convencendo?”

Dois exemplos práticos para esta pergunta: é melhor ganhar de 1×0 do Novo Hamburgo tomando sufoco no final para ser o melhor time do 1º turno do Ruralito ou atropelar La U em um jogo tecnicamente/taticamente perfeito e ficar no 0×0. Ou pior! Jogar com raça contra o cruzeirinho de BH, vencer o jogo mas, mesmo assim, ser eliminado da Libertadores?

Esses dias ouvi o Jonas falar em uma entrevista que ainda existem pontos a serem melhorados no time mas que estão vencendo e garantindo os três pontos. Porém, esse não é o sentimento da torcida. Quem sabe o Jonas ainda não tenha se ligado que não se espera menos do que os três pontos enfrentando times do porte dos times do Gauchão. São times mais fracos, com esquemas mais frágeis. Com um elenco como o nosso, já é embaraçoso levar pressão de Novos Hamburgos, São Luízes e Portos Alegres da vida. Imagine então perder?

É fato que no fim das contas o que importa é a taça no armário. Mas precisa haver equilíbrio. A Adri já falou esta semana que falta algo ao Grêmio e eu digo que é equilíbrio, este algo faltante. Ano passado tínhamos uma das melhores defesas – se não a melhor defesa – do Brasil. Já nosso ataque era um ataque de asma, independente de ter jogadores portenhos altamente identificados com a torcida mas que pouco resolviam. Já neste ano temos um setor ofensivo altamente qualificado (com Borges e Leandro, claro) mas nossa defesa e meio campo não encaixam. É iminente a necessidade de mudanças no esquema tático do Grêmio.

Nosso adversário deste domingo é o mesmo daquela que pode-se dizer ter sido a melhor atuação do Grêmio até agora. Foi na fase final do 1º turno do Ruralito que pegamos o Inter-SM e jogamos uma partida sem sustos, com o time bem organizado e obedecendo o esquema. Quem sabe, esta foi uma partida em que o Grêmio ganhou convencendo.

Que a dose seja repetida amanhã contra o mesmo adversário. Mas principalmente, que o Grêmio reencontre o equilíbrio para passar a vencer convencendo daqui pra frente. Afinal de contas, há uma Copa do Brasil para ser conquistada. E precisamos de um grande título para unir de novo time e torcida pois já está começando a ficar chato só se falar se a Arena sai ou não sai, se a camiseta é feia ou bonita ou sobre o novo calção de treino azul dos símios sem identidade…

Semana do Grêmio 12-MAR-2010

Em (Semana do Grêmio) por Valdo em 12-03-2010

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A semana do Grêmio começou com um prato-feito para a imprensa vermelha esportiva dos pampas gaúchos com as declarações do Presidente Duda Kroef e de seu evidente planejador diretor-assessor de futebol Meira, quando ambos não aguentaram a inércia do meio campo tricolor e do nosso treinador, e foram aos microfones dizer aquilo que até os quero-quero do Olímpico já sabem: Ferdinando, Fabio Ruinquebah Rochemback e Hugo estão rendendo (não estão) muito menos do que se espera, sugerindo de forma educada que o time jogue com Adilson, William Magrão, Maylson e Douglas, e quando voltar o Leandro, esse entra no lugar do Maylson. Uma declaração que parece óbvia, porém, não para nosso treindor que garantiu durante a semana que quem escala o time é ele, e ponto final. (Nem vou entrar no mérito da questão lesões, essa estará em algum bullet perdida abaixo)
Vejamos o que mais ocorreu na semana do nosso amado tricolor:

Jornal português diz que Benfica que Fabio Santos - Considerando que a pouco o Grêmio tentou renovar o contrato, não me surpreenderia que isso fosse jogada de empresário para valorizar o passe de seu representado. Lamentável saber que teremos que renovar levando em consideração a falta de opções que temos para a posição após a lesão do Lúcio. A propósito, alguém sabe onde está o Pico?

CBF libera tabela do Brasileirão – E essa tabela não foi nenhum pouco boa para o Grêmio, que terá que jogar no primeiro turno 6 vezes no meio de semana e apenas 3 vezes no final de semana nos seus domínios, e no segundo turno 5 jogos no meio de semana e apenas 4 no final de semana. Se eu pensasse em teoria da conspiração, parece uma tentativa de acabar com a invencibilidade ou o fator local do Grêmio, que tem se mostrado praticamente infalível nos últimos anos – mas como teoria da conspiração não existe….

A Bruxa tá solta – Além de Souza, Lúcio e Borges, o Hugo se machucou essa semana em um treino, o Mario Fernandes sentiu um tostão que levou no último jogo e o Fabio Rocambole Rochemback torceu o pé ao descer do carro no pátio do estádio. Aqui faço um pedido para a direção, chamem uma mãe de Santo, um Padre, um Batuqueiro, um Guru, um Monje ou o raio que o parta, mas chamem alguém para benzer o estádio e o vestiário porque tá brabo o negócio das lesões.

Souza voltou – O Souza voltou após a cirurgia em SP. O negócio é esperar que ele se recupere o mais rápido o possível e reforce o grupo para o Brasileirão. Já sobre o episódio do pagar a cirurgia ou não, cada um tem sua opinião, portanto… (ahn, o Grêmio está reembolsando 100% do valor da cirurgia)

Uniforme do Grêmio – Alguém ainda quer falar sobre o novo uniforme do Grêmio? Há quem tenha gostado, há quem tenha odiado (eu sou um) e Há quem tenha mudado de idéia ao ver (mudou de bonito para feio e de feio para bonito) e ainda Há os Maria-vai-com-as-outras que em cada rodinha tem uma opinião. Como opinião é quenem bunda, e cada um tem a sua e faz o que quer…

Palavra do Presidente – Para mim foi a melhor declaração da semana a do Duda Kroeff: “Não temos nenhuma dúvida sobre o Silas, que vai continuar com a gente. Agora a cobrança sempre existe por parte da diretoria, da torcida e da imprensa, até porque o Grêmio não é o Avai” Espero que o recado tenha sido entendido, e que, se a coisa não mudar, faça-se mudar, se é que fui claro.

Grêmio x Votoraty: A sessão da tarde, quero dizer, o jogo Grêmio x Votoraty se realizará no próximo dia 17 de Março na cidade de Votorantim as 15:30 (três e meia da tarde) pois o estádio não tem iluminação. Olha, será que não dá pra pendurar um monte de lampiões em volta do gramado para o jogo e ligar alguns flashes de câmeras?  Poxa, 3:3 da tarde é muita coisa. De novo, se eu acreditasse em teoria da conspiração acreditaria que esse tipo de coisa é feita para prejudicar o tele-espectador tricolor que é um dos mais assíduos e um dos maiores compradores de PPV (por conseqüência recebe mais que alguns outros clubes) para que o Grêmio deixe de ter esse status e passe a receber menos, mas como eu não acredito em teoria da conspiração…

Grêmio x I. SM – Ahn, Gremistas, domingo tem jogo no Monumental, vá, esteja presente, grite, cante apoie o time que precisa de você, não VAIE, apenas aplauda os jogadores, se quiseres vaiar, ou xingar alguém faça ao findar do jogo. O time certamente agradece.

Um ótimo final de semana a todos os/as gremistas do mundo todo.

Tem alguma coisa faltando….

Em (Gremismo, Opinião) por admin em 11-03-2010

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Todos nós sabemos desde que o mundo é redondo e se joga futebol que são os resultados que importam. O que fica, afinal de contas, marcado na história são os títulos, recordes, artilheiros. Isso é a história, é o que vai ser lembrado. Pois bem, Nando Gross em seu twitter (@nandogross) no dia 8 de março mostrou o aproveitamento de Silas desde que assumiu o comando do Grêmio: 14 jogos. 11 vitórias, 2 empates e 1 derrota. aproveitamento de 83,3%.

Analisando friamente estes números é um excelente aproveitamento, convenhamos. Ninguém é louco de dizer que é pouco ou insuficiente.  Nos coloca na cabeça do Brasileiro sem ninguém chegar perto (Cruzeiro venceu com 72,5%  em 2003 e ano passado, o  Flamengo sagrou-se campeão com apenas 58%)

Mas então o que é alvo de tanta crítica, inclusive minha, dessa comissão?

Primeiro: o que fica na história são os títulos, são os números. Mas alguém aqui é capaz de esquecer o campeonato brasileiro de 2005 que houve aquele vergonhoso esquema da arbitragem? Teoricamente o campeão seria o time da beira lago, mas o que ficou na história do futebol foi o titulo do Corinthians e a amargura para os “Campeões morais”, titulo que nem na sala do contestável campeão de tudo a gente encontra.

Alguém esquece a final da Libertadores de 1995 com o título? A final do mundial que perdemos para o Ajax?

Alguém teria coragem de dizer que um jogo que ganhamos com um gol anulado ou impedido sobre um rival importante (como o gol contra oSão Paulo no Brasileiro de 2008) não tem um gostinho até melhor do que se fosse uma goleada?

As vitórias marcam sim. Agora time bom, time convincente fica na história. Mesmo que nao ganhe. A Seleção Brasileira de 1980 não me deixa mentir.

fonte: blog Gremio 1903

Ai que está, Sr. Silas. o time ganha, mas não convence, não empolga. Mesmo que ganhe ou perca. Não importa os números se não há tranquilidade e confiança que este time apresentado é de fato um time com características e pinta de campeão. A sensação é que os outros times estão realmente mais fracos ou menos motivados ainda, e não que o Grêmio está bem. A torcida pede mudanças, a imprensa cutuca. Para o torcedor tricolor e nada adianta levantar a Taça (ok, excluindo o momento da Taça Pedalado) e o time não convencer. Não adianta sofrer para ganhar de 1 a 0 de um time tecnicamente muito inferior. Não importa se o time não está completo. Não importa correr o campo inteiro se não há o comando sobre a posse de bola, se as jogadas não são construídas na base de boas jogadas e treinos.  Não importa quem jogue, desde que haja emprenho, garra, força e vontade. O time campeão da série B era fraco tecnicamente, todos sabem. Eles sabiam. Mas eles lotavam os jogos, tinham total apoio da torcida. E se classificou apertado para o quadrangular final. Mano era exaltado. Em 2008, mesmo com Celso Roth sendo vaiado, o time era apoiado.

Alguma coisa está faltando pro Grêmio hoje. Cadê o brilho? Cadê o orgulho de vestir a camiseta tricolor? Tá certo, muito vão dizer que do jeito que está não tem como ter orgulho (essa discussão fica pro ótimo post do Edu aqui). Mas o escudo é o mesmo. A responsabilidade, enorme.

O que eu como torcedora quero é me convencer. É ver e acreditar no time. É ter uma convicção que essa nuvem vai passar, que é tudo uma fase. Que o Estádio vai voltar a lotar não porque o Grêmio está vencendo, mas porque dá orgulho e vontade de ver esse time jogar, como antigamente.

te sigo aonde for.

Uma folga para Victor

Em (Opinião) por admin em 10-03-2010

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Que Victor é um goleiro de nível de selecionável brasiliense, todos sabem. Desde que chegou ao Grêmio, cativou a torcida e se transformou em ídolo Gremista. Ousaria dizer que em termos técnicos ele supera nossos eternos ídolos Mazaropi e Danrlei, ainda que estes dois sejam ícones das maiores conquistas do Imortal.

O problema é que em quase todos os jogos Victor tem que operar pelo menos um milagre. Fosse outro no gol e certamente não seríamos líderes no Ruralito, tampouco teríamos sido o melhor time do primeiro turno. Já perdi as contas da quantidade de vezes em que Victor foi eleito o “craque” da partida. E isso preocupa. Não pelo Victor que há de ser ainda melhor do que já é. Mas preocupa o fato de os adversários chegarem sempre muito perto do nosso gol. Na minha opinião, goleiro não poderia ser o craque do jogo (salvo raras excessões como finais de campeonato e tal), pois isso mostra que os outros 10 que jogam na linha não estão trabalhando direito. O que reforça ainda mais essa tese é o fato de que fomos o melhor time do primeiro turno e ainda somos líderes mas, mesmo vencendo, nosso time não convence.

Quem sabe se Silas tomar mais café da manhã, ele vai conseguir pensar melhor e conseguirá montar um time forte, eficiente e efetivo para que Victor faça o que ele realmente tem que fazer: assistir o jogo de camarote e subir no palco para levantar muitas taças para o Grêmio.

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Gremista do Mês de Fevereiro
O Blogrêmio realizou nova votação para escolha do Gremista de Fevereiro. Dê uma conferida e nos diga o que você achou desta escolha. Clique aqui.

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Uniforme
Tem dado “muito pano pra manga” a discussão sobre este uniforme novo. Minhas impressões são as seguintes: não é uma camiseta do Grêmio que me agrade. A questão das listras desproporcionais não soou bem pra mim. A Puma fez excelentes camisetas como a de 2005 e as da LA 2009. E só. Não gosto de invencionismo no manto sagrado. Não parece uniforme do Grêmio, tampouco “tradicional” e que “lembra o uniforme de 1995″ como falou o Pacheco que, seguramente, terá que revisar a receita dos óculos depois dessa.

Claro que comparada com a camiseta do Quico, qualquer coisa fica mais bonita, embora reconheça que o design é arrojado. Só que ainda assim, não tem cara de Grêmio. Mas esta é apenas uma opinião pessoal. Teve muita gente que gostou da camiseta. E gosto é que nem bunda: uns têm, outros não. Portanto, não sou eu quem vai tocar de novo nesse assunto…

até quando só vale 3 pontos?

Em (Pós-Jogo) por admin em 08-03-2010

Mais um jogo e mais uma vitória. Invencibilidade em casa. Recorde regional. E o que mais? Silas fez questão de exaltar esses números em sua coletiva após a patética partida contra o Porto Alegre. Mas convenhamos, isso só serve pra aliviar um pouco, ou quase nada, o desempenho abaixo da média esperada por todos torcedores e, agora demostrado em público, pela direção.

O jogo de sábado foi pra testar a paciência de qualquer torcedor, os corneteiros de plantão então deram show, obviamente. Como disse a Paula no final do jogo e depois o Guerrinha no Bate Bola da TV Com, há quanto tempo o Grêmio não ganha convencendo? Há quanto tempo a torcida não sai satisfeita com o desempenho (desempenho, não o placar) do time?

Foto Oficial da nova camisa 2010. fonte: gremio.net

Impossível não comentar a lambança do Marketing do Grêmio no lançamento da camiseta 2010. Antes de qualquer coisa, a minha opinião pessoal é que ela ficou menos pior do que imaginava. Mas hoje, revendo o time em campo com ela eu já estou até gostando.  Lançamento da camiseta que será usada na Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro  foi lançada em um jogo no sábado, do campeonato Gaúcho, sem expectativa de grande público, onde mulher (somente sócia torcedora ou alistada) não pagava e ainda não encontrava a camiseta feminina, somente a masculina que era vendida. E paro por aqui.

Bom, vamos ao jogo então. Dificil comentar um jogo tão feio e impossível segurar a corneta,  mas vamos lá:

O Grêmio entrou em campo no 4-4-2 com um meio de campo longe do ideal. Ferdinando, William Magrão Maylson e Hugo não são complementares e pouco ajudam atrás (cadê o 1° volante?) e se afobam quando sobem ao ataque. Devido ao fraco adversário, até conseguimos ver boas jogadas e, obviamente, muito gols perdidos. A defesa e laterais sem metade de seus titulares por muitas vezes não se entende, bate cabeça e devolve invariavelmente a bola no pé do adversário ou rola o famoso chutão pra frente.

Do meio pra frente, o Grêmio mostra que depende de Borges para tranquilizar a torcida e marcar gols com competência de atacante. Quando o goleador não está em campo, William entra na função e é longe de ser um bom substituto e, na minha opinião não deveria nem vestir a camisa tricolor. Não sabe se posicionar, não tem qualidade e não causa problemas para nenhuma zaga adversária. Fez o gol, é verdade. No entanto continua  dependendo da sorte, já que não tem a técnica.

A torcida, insatisfeita com apenas 1 a 0 no placar, impossível não lembrar que o time B do grêmio fez 6 a 0 em jogo treino na semana, começou a pedir alterações. Digamos que Silas até atendeu, mas tirou quem não devia. As sociais por diversas vezes o chamou de burro. Sacou William Magrão que para mim ainda não pique para 90 minutos e colocou Adilson. Troca seis por meia dúzia. O problema foi William dizer que estava bem. O suficiente para mais uma onda de vaias. Depois, coloca o queridinho da torcida e promessa Mithuyê no lugar do atrapalhado William. Termina suas substituições colocando Bergson no lugar de Maylson, que não fez boa partida.

Silas demostra firmeza ao (tentar) justificar suas alterações e esquema de jogo, mas cai em total reprovação quando diz que se não estão satisfeitos, que há 19 clubes querendo seu comando. A torcida exige que um treinador sinta orgulho de dirigir o Grêmio.  Não será surpresa se tivermos outro técnico quando começar o Brasileiro, caso esta postura e resultados se mantenham.

O Grêmio não contagia. Não joga bom futebol. Um jogo bom para fazer saldo e garantir as decisões da  Taça Fabio Koff em casa, não convenceu. O Grêmio joga com o regulamento, mas tem momentos que só isso não basta.  

Time fraco, pouco ofensivo e por vezes acuado, visivelmente desmotivado. A arrogância e autoritarismo na hora de montar o time fez com que a Direção viesse a público colocar sua discordância com a escalação. Assim como a imensa maioria da torcida, Rochemback e Ferdinando não são as melhores opções, dando preferência por Adilson e William Magrão.

Ao invés de só criticar, a direção podia ir atrás de um 1° volante no mercado e tentar solucionar esse falta de marcação na frente da área. Imagino eu que isso deva estar acontecendo, senão é de se preocupar.

SERVIÇO DA PARTIDA

GRÊMIO

Victor; Edílson, Mário Fernandes, Rodrigo e Bruno Collaço; Ferdinando, Willian Magrão (Adilson), Maylson (Bergson) e Hugo; Jonas e William (Mithyuê).

Técnico: Silas

PORTO ALEGRE

Fábio; Jackson, André Ribeiro, Alex Moraes e Mineiro (Hugo); Caio, Everton, Dê e Thiago Correia (Muriel); Givaldo e Adão (Hyantony).

Técnico: Luís A. Zaluar

Estádio: Olímpico.
Data: 06/03/2010.
Árbitro: Ronaldo Santos da Silva. Auxiliares: José Javel Silveira e Renata Schaefer.
Gols: William, aos nove do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Willian Magrão, Maylson e Rodrigo (Grêmio); Dê e Jackson (Porto Alegre).
Publico Pagante: 9.239

Publico Total 13.530

Renda R$ 130.452,50 

PRÓXIMO JOGO

GRÊMIO X INTER-SM no Estádio Olimpico. 14/03/2010 (domingo) às 19h30.

Te sigo aonde for.

Mistão suficiente em Santa Cruz

Em (Pós-Jogo) por admin em 04-03-2010

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Pós-Jogo

Ainda com aquela imagem lava-almas do Fernando Carvalho entregando a taça ao Victor, depois da final de Domingo, o Grêmio volta a campo. E para iniciar a defesa do título recém conquistado e já querendo iniciar bem o caminho rumo ao título do Clausura Gaúcho, a Taça Fábio Koff, o time gremista enfrentou um adversário que talvez merecesse mais estar disputando um caneco de plástico (estilo campeonato de bairro) de uma competição que poderia se chamar… hmm… ah, claro, Taça Flávio Obi… oops, quase.

A minha tarefa para este pós-jogo, que já não era fácil, se tornou um pesadelo. Brincadeira. Preciso lembrar que o Grêmio já havia anunciado que jogaria com time misto, promoveria a estréia de dois novos jogadores, mudaria a posição do Mario Fernandes, manteria William na posição do lesionado Borges e permitira a re-estréia de William Magrão como titular. Resumindo, um time com novos jogadores ainda não adaptados e outros fora de forma compondo um time que simplesmente nunca jogou junto. Se isso não bastasse, volto a lembrar que o adversário era muito, mas muito ruim! Ruim a ponto de ter feito a pior campanha da competição até agora e não venceu sequer um jogo no seu campo.  Bem, sobre este jogo treino que ocorreu em Santa Cruz eu prefiro falar um pouco mais das individualidades e esquecer o coletivo.

Lá atrás na defesa, todas as alterações possiveis foram feitas. Mario voltou a ser zagueiro e nos mostrou que era justificada a sua colocação na lateral. O garoto se mostrou ainda verde ao sair de maneira estabanada e cometer faltas inocentes em frente a área, correndo risco inclusive de ser expulso. Ele melhorou muito no combate e na antecipação, mas mostra-se perdido nas bolas aéreas. O estreante Rodrigo começou com um estilo Tcheco de ser, trocando passes com uma lucidez impressionante, mostrando oportunismo no desarme e muita tranquilidade, confiança. Porém, assim como Mario, errou muito no posicionamento, já que nunca jogou com seus colegas e pouco tempo teve para adaptar-se as exigências do Silas. Além disso, parece que cansou ainda no primeiro tempo e seu desempenho diminui consideravelmente no segundo tempo.

Gostei muito da primeira partida do Edilson, ex-lateral da Ponte Preta. Certamente ele foi a opção mais forte na lateral direita até agora e deve ter ganhado a vaga. Mostrando bom apoio ao ataque e presença boa na defesa e ele apareceu em todos os lados do campo (isso não vai durar), fez um belo gol, deu uma passe perfeito para gol e quem não sabia até diria que ele esta jogando no Grêmio há vários anos, de tão confortável que ele parecia com a camisa tricolor.  Do lado de lá, Bruno Collaço me fazia pedir por Fábio Santos, acreditem! Errando passes de meio metro e mostrando ingenuidade de juvenil, o garoto realmente só não pode ser emprestado agora porque Lúcio está fora.

Interessante: a defesa formada por Mario, Rodrigo, Edilson e Bruno dependeu do Victor para cortar várias bolas cruzadas, pois na maioria das vezes a nega passava batida por toda a zaga e nada do corte. Ah, sem falar no corte de guri que o Mario tentou fazer e acabou ajeitando a bola para o atacante adversário fazer o gol (lembrando o Pererão em má fase). Essa é praticamente a chamada defesa ideal. De olho neles!

Mais ao meio, William Magrão, assim como Hugo, tiveram discreta participação e as vezes até foram irritantes. Já Maylson mostrou um pouco mais de desenvoltura (um pouco) e participou bem dos lances ofensivos. Eu até pude vê-lo marcando! Agora, não sei se devo avaliar Jonas como atacante ou como meia. A maior parte do tempo vi o ex-pior-atacante-do-mundo-de-300mil-reais voltando, armando e procurando fazer as jogadas para si mesmo ou para o inoperante William (aqui me refiro ao centroavante que parecia uma vaca atolada). Devo assumir que gostei muito da participação do Jonas, táticamente, pois na falta de Douglas, Souza e o paredão do Borges, ele fez bem o papel misto lá na frente.

Mais uma vez, não vou citar o nome do grande goleiro gremista em vão. Até porque relatar que ele salvou o time, jogou muito ou fechou o gol é a mesma coisa que observar que a noite vem depois do dia…

Dos velhos problemas eu vi o Rochemback (volante cimentado estilo bonequinho de futebol de videogame dos anos 90) errar o posicionamento e dar porrada atrasado, vi Jonas perder gols incríveis e o Silas largar observações grotescas ao microfone de algum radialista ai. E o estupendo, talvez selecionável futebol sem grife do Hugo? Alguém viu? A sua chuteira amarelo-solar, que certamente funciona melhor que o triângulo para sinalizar na estrada, chamou mais atenção que o seu futebol pela segunda vez consecutiva. Sacanagem, mas realmente o cara foi só um simples meia que não merece a titularidade deste time. Não mesmo. E o graaaande William, substituto do Borges? Aposta e indicação do Silas, se o William entrasse em campo com uma camisa do Avenida ninguém perceberia que eles estavam jogando com doze.

Gostei do pouco tempo do Fernando e do acréscimo de Adilson, que é o rei do futebol perto de alguns dos seus colegas de posição, trazendo equilíbrio ao meio campo e intensificando a marcação neste jogo.

“O importante é que nós conseguimos os três pontos. Agora é acertar os erros para o próximo jogo”. Um jogo qualquer (ou treino?) merece uma frase batida.

Vocês viram a faixa na torcida do Avenida que dizia: “Libertadores 2013″? Haha. Mais realista que algumas focalizadas pela televisão lá no aterro do Guaíba.

Serviço do jogo

Taça Fábio Koff – 1ª rodada

Avenida 1 x 3 Grêmio

AVENIDA
Vandré; Diego Eli, Rudi, Cassel e Marciel (Emanuel); Bocha (Valdiram), Diego Martins, Miro Bahia e Fábio Pinho (Kelson); Cinval e Alê Menezes.
Técnico: Paulo Henrique Marques

GRÊMIO
Victor; Edilson, Mário Fernandes, Rodrigo e Bruno Collaço; Willian Magrão (Fernando), Fábio Rochemback (Adílson), Maylson e Hugo; Jonas e William (Mithyuê).
Técnico: Silas

Cartões amarelos:
Avenida:
Diego Martins e Bocha
Grêmio: Mário Fernandes, Fábio Rochemback e Fernando

Gols:

Avenida: Fábio Pinho (44min/1ºT)
Grêmio:
Maylson (1min/1ºT); Edílson (14min/1ºT) e Jonas (38min/2ºT)

Árbitro: Márcio Chagas da Silva
Assistentes: João Lúcio Monteiro de Souza Júnior e Antônio César Domingues Padilha

Local:
Estádio dos Eucaliptos, em Santa Cruz do Sul
Data: quarta-feira, 3 de março de 2010

Ainda com aquela imagem do Fernando Carvalho entregando a taça da competição que leva o seu nome ao Victor, depois da final de Domingo, o Grêmio volta a campo. E para iniciar a defesa do título recém conquistado e já querendo iniciar bem o caminho rumo ao título do Clausura Gaúcho, a Taça Fábio Koff, o time gremista enfrentou um adversário que talvez merecesse mais estar disputando um caneco de plástico (estilo campeonato de bairro) de uma competição que poderia se chamar… hmm… ah, claro, Taça Flávio Obi… oops, quase.
A minha tarefa para este pós-jogo, que já não era fácil, se tornou um pesadelo. Brincadeira a parte, preciso lembrar que o Grêmio já havia anunciado que jogaria com time misto, promoveria a estréia de dois novos jogadores, mudaria a posição do Mario Fernandes, manteria William na posição do lesionado Borges e permitira a re-estréia de William Magrão como titular. Resumindo, um time com novos jogadores ainda não adaptados e outros fora de forma compondo um time que simplesmente nunca jogou junto. Se isso não bastasse, volto a lembrar que o adversário era muito, mas muito ruim! Ruim a ponto de ter feito a pior campanha da competição até agora e não venceu sequer um jogo no seu campo.
Bem, sobre este jogo treino que ocorreu em Santa Cruz eu prefiro falar um pouco mais das individualidades e esquecer o coletivo.
Lá atrás na defesa, todas as alterações possiveis foram feitas. Mario voltou a ser zagueiro e nos mostrou que era justificada a sua colocação na lateral. O garoto errou demais ao sair de maneira estabanada e cometer faltas inocentes em frente a área, correndo risco inclusive de ser expulso. Ele melhorou muito no combate, mas mostra-se perdido nas bolas aéreas. O Rodrigo começou com um estilo Tcheco de ser, trocando passes com uma lucidez impressionante, mostrando oportunismo no desarme e muita tranquilidade, confiança. Porém, assim como Mario, errou muito no posicionamento, já que nunca jogou com seus colegas e pouco tempo teve para adaptar-se as exigências do Silas.
Gostei muito da primeira partida do Edilson, ex-lateral da Ponte Preta. Certamente ele foi uma opção mais consistente na lateral direita, mostrando bom apoio ao ataque e presença boa na defesa. Ele apareceu em todos os lados do campo (isso não vai durar), fez um belo gol, deu uma passe perfeito para gol e quem não sabe até diria que ele esta jogando no Grêmio há vários anos, de tão confortável que ele parecia com a camisa tricolor.  Do lado de lá, Bruno Collaço me fazia pedir por Fábio Santos, acreditem! Errando passes de meio metro e mostrando ingenuidade de juvenil, o garoto realmente só não pode ser emprestado agora porque Lúcio está fora.
Interessante: a defesa formada por Mario, Rodrigo, Edilson e Bruno dependeu do Victor para cortar várias bolas cruzadas, pois na maioria das vezes a nega passava batida por toda a zaga e nada do corte. Ah, sem falar no corte de guri que o Mario tentou fazer e acabou ajeitando a bola para o atacante adversário fazer o gol (lembrando o Pererão em má fase).
Mais ao meio, William Magrão, assim como Hugo, tiveram discreta participação e as vezes até foram irritantes. Já Maylson mostrou um pouco mais de desenvoltura (um pouco) e participou bem dos lances ofensivos. Eu até pude vê-lo marcando. Agora, não sei se devo avaliar Jonas como atacante ou como meia. A maior parte do tempo vi o ex-pior-atacante-do-mundo-de-300mil-reais voltando, armando e procurando fazer as jogadas para si mesmo ou para o inoperante William (aqui me refiro ao centroavante que parecia uma vaca atolada). Devo assumir que gostei muito da participação do Jonas, táticamente, pois na falta de Douglas, Souza e o paredão do Borges, ele fez bem o papel misto lá na frente.
Mais uma vez não vou citar o nome do grande goleiro gremista em vão. Até porque relatar que ele salvou o time, jogou muito ou fechou o gol é a mesma coisa que observar que a noite vem depois do dia… dã.
Dos velhos problemas eu vi o Rochemback (volante cimentado estilo bonequinho de futebol de videogame dos anos 90) errar o posicionamento e dar porrada atrasado, vi Jonas perder gols incríveis e o Silas largar observações grotescas ao microfone de algum radialista ai. E o estupendo, talvez selecionável futebol sem grife do Hugo? Alguém viu? A sua chuteira amarelo-solar, que certamente funciona melhor que o triângulo para sinalizar na estrada, chamou mais atenção que o seu futebol pela segunda vez consecutiva. Sacanagem, mas realmente o cara foi só um simples meia que não merece a titularidade deste time. E o graaaande William, substituto do Borges? Aposta e indicação do nosso caro técnico, se ele entrasse em campo com uma camisa do Avenida ninguém perceberia que eles estavam jogando com doze.
Gostei do pouco tempo do Fernando e do acréscimo de Adilson, que é o rei do futebol perto de alguns dos seus colegas de posição, trazendo equilíbrio ao meio campo e intensificando a marcação neste jogo.
“O importante é que nós conseguimos os três pontos. Agora é acertar os erros para o próximo jogo”. Um jogo qualquer (ou treino?) merece uma frase batida.
Vocês viram a faixa na torcida do Avenida que dizia: “Libertadores 2013″? Haha. Mais realista que algumas focalizadas pela televisão lá no aterro do Guaíba.

Em busca da Fabio Koff

Em (Pré-Jogo) por admin em 03-03-2010

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Inicia hoje a busca pela Taça Fabio Koff. Não podemos nos basear na vaga garantida para a final. Seria o mesmo que dizer que já podemos comemorar o vice campeonato que a Taça Pedalado nos garantiu. E isso não é Grêmio. A busca é pela vitória, de realizar a melhor campanha, trazer os jogos decisivos para o Olímpico e as duas taças de uma vez para a sala de troféus.

Após o primeiro turno, podemos dizer que Gauchão é um campeonato que não existe formula feita. A dupla grenal sai naturalmente como favorita, mas faz tempo que não se enfrenta em finais. Algum time do interior sempre investe em bons jogadores, motiva sua equipe e chega nos calcanhares da dupla e acaba a festa de algum deles. Mas não a do Grêmio. Não este ano.

Agora é a vez dos grupos se enfrentarem entre si. O primeiro adversário nessa Taça é o Avenida. Time que amargou a ultima posição do Grupo “fraco”, com apenas 1 ponto ganho e sete derrotas e um empate. Este jogo será no Estádio dos Eucaliptos, em Santa Cruz do Sul, no horário da TV, até que alguém diga o contrário, ainda as 21h50.

O time do Grêmio inicia a segunda fase do Ruralito ainda sem Souza e Lucio, em recuperação das graves lesões nos ligamentos dos respectivos joelhos, além de Borges e Leandro, também lesionados. Demonstrando preocupação com estas lesões musculares, Silas opta por poupar Rafael Marques, Douglas e Fabio Santos.
Desta forma, toda capacidade criativa do time ficará nos pés de Maylson. Mario Fernandes voltará para a zaga ao lado de Edilson e Rodrigo. Impossivel não comentar o caso “café da manhã” do Mario. Até entendo o que Silas quis dizer com isso, afinal ele ainda é um menino, mas não é de hoje que clubes europeus sondam com intenções de propostas milionárias de verdade para levar o guri. Como zagueiro. Seria um atentado aos cofres do time não valorizá-lo na posição.

Time sauda a torcida na final da Taça FC (foto: Thiago Ene)

A escalação do tricolor deverá ter Victor,Edilson, Mario Fernandes, Rodrigo, Bruno Collaço, Adilson, Rochemback, Maylson, Hugo, Jonas e (ugh!) William.
E, de novo, só a vitória interessa. Vamos Grêmio!

Te sigo aonde for.

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