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Foto: Jefferson botega - ClicRBS
Essa é a pergunta não quer calar: desde que chegou no Grêmio, Paulo Autuori tratou de derrubar alguns paradigmas em relação ao time. Hoje vemos um Grêmio com um futebol mais técnico, mais focado no deixar a bola rolar, jogar com ela no chão. Bem, quem conhece o Grêmio velho de guerra sabe que jogadinhas de efeito eram coisas que somente time de imigrante paulista recalcado fazia. O Grêmio sempre jogou aquele futebol cisplatino, como já diz o Peninha.
Ouso admitir que o Grêmio não tem lá muito jeito para jogar um “futebol jogado”. Sempre tivemos um time brigador. Claro, existem excessões como o time do Mestre Telê e o de Evaristo de Macedo. De resto, era aquele futebol brigado, disputado a todo instante com vários carrinhos, chutões e trombadas que sempre levaram a torcida Gremista ao êxtase.
O que Autuori pensa é o equilíbrio entre estes dois estilos. Um time híbrido: capaz de marcar ferozmente e de também trabalhar como um relógio suíço no toque de bola e armação de jogadas. O problema é que não existe ainda este equilíbrio. Em função disto, o time tenta jogar mais “na manha”, com bola no pé e sem chutão que é o jeito que Autuori gosta de fazer seus times jogar, e é aí que às vezes dá problema.
Mas pra mim não importa se o Grêmio tem que ser europeu ou cisplatino, afinal de contas, o que vale mesmo são os 3 pontos.
A pé ou não, SEMPRE COM O GRÊMIO!
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O que vale são os 3 pontos e ‘a pé ou não, SEMPRE COM O GRÊMIO’!
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